Escolas Vivas também brincam o carnaval

Colégios da Rede de Educação promovem blocos carnavalescos com temática sobre direitos humanos O carnaval é uma das festas que mais traduzem a diversidade da cultura brasileira, por isso é considerado a celebração mais popular do País. Os enredos das escolas de samba, as temáticas dos blocos de rua e os motes dos bailes em clubes mostram a vibração do povo para assuntos do cotidiano do Brasil. Na programação de uma Escola Viva, o carnaval não fica de fora. É por isso que os colégios da Rede de Educação Missionárias Servas do Espírito Santo organizaram quatro espaços de folia: o Bloco do Stella, Bloco do Sagrado, Bloco do Coração de Maria e Bloco do Espírito Santo. O tema é “Carnaval com alegria e respeito aos direitos humanos”. O objetivo é convidar a comunidade educacional para uma reflexão, usando uma linguagem mais leve. Além disso, a proposta traz para a realidade das escolas o principal assunto que está em voga no País e faz, de forma direta, uma conexão com o tema transversal da Rede de Educação. Nas redes sociais das escolas, a ação já começou na semana que antecede o carnaval. Foram postados diariamente vídeos de professores, relacionando os conteúdos das disciplinas trabalhadas em sala de aula com a festa de Momo. Além disso, em ações de interação e relacionamento com a comunidade, os alunos estão distribuindo ventarolas de papel aos pedestres e vizinhos dos colégios. Elas levam mensagens sobre a importância de se respeitarem os direitos humanos. Para resgatar a expressão de alegria e festividade, os colégios realizarão bloquinhos de carnaval, nos quais os alunos, educadores e pais dos segmentos infantil e fundamental I poderão se divertir com segurança e tranquilidade. A ornamentação traz elementos que convidam os participantes a refletirem sobre o tema central da festa. Link vídeo Stella: https://www.instagram.com/p/BuXHKI9B7_w/ Link vídeo Sagrado: https://www.instagram.com/p/BuXEVo2hxCk/ Link vídeo Espírito Santo: https://www.instagram.com/p/BuZI2LjltzH/ Link vídeo Coração de Maria: https://www.instagram.com/p/BuXFgUNnIwb/
Rede de Educação une formação humana e desempenho pedagógico

A Rede de Educação Missionárias Servas do Espírito Santo acredita que a melhor maneira de educar é alinhar o desenvolvimento das habilidades emocional, social e intelectual. Tem a segurança de que a metodologia adotada em cada um de seus colégios e creches faz deles uma ESCOLA VIVA. O que torna os colégios e creches da Rede de Educação Missionárias Servas do Espírito Santo excelentes escolas é a formação de alta qualidade, nas várias dimensões essenciais, para o desenvolvimento pleno das pessoas. A excelência pedagógica é uma premissa da qual não abrimos mão e que, hoje, está diretamente relacionada ao desafio de formar jovens para o mundo, como ele é no século XXI, em constante transformação. Os colégios e creches da Rede formam, assim, uma ESCOLA VIVA, que sempre soube, em seus mais de 115 anos de prática educacional, conjugar em harmonia sua vocação humana ao desempenho pedagógico. O projeto educacional tem como seu primeiro referencial a filosofia da instituição, que é fundamentada nos valores cristãos. Como base, adota os quatro pilares da educação da UNESCO, as dez competências da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e as competências do ENEM. Cursos oferecidos em nossos colégios: EDUCAÇÃO INFANTIL ENSINO FUNDAMENTAL ENSINO MÉDIO Para coordenar o projeto educacional, cada unidade escolar mantém uma estrutura de gestão composta de: • diretor(a)-geral • diretor(a) educacional • gestor(a) administrativo(a) • coordenadores(as) pedagógicos(as) • coordenadores(as) de área • coordenadores(as) de segmento • coordenador(a) do Sistema Integral (nas unidades onde há Sistema Integral) • coordenador(a) missionário(a) • serviços de suporte educacional/administrativo VISÃO Ser uma REDE de educação inovadora, reconhecida pela excelência acadêmica, que prioriza o desenvolvimento integral da pessoa humana. MISSÃO Educar crianças e jovens, à luz dos valores cristãos, para que sejam cidadãos conscientes, críticos e criativos, capazes de conviver com as diferenças e protagonistas na construção de uma sociedade justa e sustentável. VALORES Nossos valores são fundamentados nos valores cristãos que norteiam nossa ação educacional: verdade, beleza, bondade, justiça e comunhão. Ir. Maria de Fátima Marques, SSpS, Diretora Presidente da Rede de Educação Missionárias Servas do Espírito Santo.
Escolas ainda mais vivas com o retorno às aulas

Um novo ano, um novo ciclo, uma nova etapa, novos aprendizados. Os colégios da Rede Missionárias Servas do Espírito Santo se prepararam para receber seus alunos para mais um ano letivo. Os educadores dos quatro colégios e dos três centros educacionais passaram por uma jornada pedagógica, na qual puderam pensar e discutir os próximos passos nesse encantador caminho rumo ao conhecimento. A irmã Maria Aparecida Ribeiro acompanhou as atividades do Colégio Stella Matutina, em Juiz de Fora-MG, o primeiro a ser fundado, e também de nossas creches. A irmã Maria de Fátima Marques esteve nos Colégios Espírito Santo, em São Paulo-SP, Imaculado Coração de Maria, no Rio de Janeiro-RJ, e no Sagrado Coração de Jesus, em Belo Horizonte-MG. “Levamos a mensagem de nosso papel missionário. Ressaltamos a nossa responsabilidade na formação não só dos alunos, mas sim de toda as famílias. Uma tendência mercadológica vem transformando a educação em commodity. Nossa rede de educação não acredita nisso e não pratica essa visão. Os nossos educadores entendem e avalizam que o carisma missionário de nossa Congregação é a vanguarda da educação. Essa convicção é muito importante, pois são eles que fazem as nossas escolas pulsarem, fazem com que sejam escolas vivas”, enfatiza irmã Maria de Fátima, presidente da Rede de Educação. “Para dar as boas-vindas aos alunos dos colégios da Rede de Educação Missionárias Servas do Espírito Santo, fizemos uma brincadeira divertida: transformarmos as escolas em um álbum de figurinhas”, conta irmã Maria de Fátima. No primeiro dia de aula, os alunos receberam o álbum, mas com apenas um pacotinho de figurinhas. Todos ficaram eufóricos, e a pergunta mais respondida pelos educadores era “Como fazemos para ganhar outras figurinhas?”. Para receber outros pacotinhos, eles devem participar de atividades pedagógicas preparadas especialmente para essa distribuição. Figurinha repetida completa álbum? Não! Então, em momentos de socialização, eles trocarão os cromos. Mesmo com décadas de idade (o caçula é o Colégio Espírito Santo, que tem 80 anos), os nossos colégios não param de se modernizar. O período de férias foi de movimentação intensa em todas as unidades, para deixar as estruturas preparadas para acolher os alunos. As benfeitorias são constantes. O Stella está recebendo novas salas de aulas e banheiros. O Coração de Maria está reformando o espaço que abriga o sistema semi-integral, além de toda a infraestrutura elétrica, telefonia e rede de internet que está sendo refeita, o que garantirá grande otimização na parte tecnológica. Já no Sagrado, a clássica e imponente fachada está sendo restaurada. O Espírito Santo modernizou o sistema de audiovisual das salas de aulas. Nós nos orgulhamos de sermos escolas vivas e estamos preparados para mais um ano letivo com muito empenho e alegria.
Violência: passado, presente e futuro

Derivada do latim, a palavra violência está associada ao termo “violare”, que significa violação. Violência é usar a agressividade em excesso, de forma intencional, violando a integridade, podendo causar traumas, acidentes e até mesmo mortes. É preciso entender que existem, sim, caminhos que podem combater esses tipos de ações e que eles estão extremamente ligados ao cultivo da paz. A Declaração Universal dos Direitos Humanos, criada há 70 anos por conta dos horrores da Segunda Guerra Mundial, objetivam a promoção de uma vida digna, com direitos e liberdades fundamentais a todo ser humano. Contudo, mesmo depois de muito tempo instituída, não garantiu os direitos fundamentais para uma boa vida, uma vez que, atualmente, ainda existem países comparados a situações de guerra. O Brasil, uma das nações que têm suas condições de vida comparadas às de locais em conflito, tem sua população, muitas vezes, horrorizada e com medo de executar ações simples do dia a dia, como sair para buscar o pão na padaria. Gil Vicente condenou muitos pecados no clássico “Auto da Barca do Inferno”. Corrupção, mentira e falsidade foram “valores” que embarcaram para o inferno no século XVI e, consequentemente, já deveriam ser só mais uma “lembrança”. Mesmo com o passar do tempo, a sociedade não foi capaz de evoluir diante da violação da integridade, da mesma maneira em que progrediu em outros aspectos. Com base nessas informações, após muitos atos históricos extremamente violentos, foram criados muitos acordos, tratados e até mesmo instituições com o propósito de estabelecer a paz. Na virada do milênio, foi elaborado o “Manifesto em Defesa da Paz – 2000”, que contou com a colaboração de personalidades como Dalai Lama e Nelson Mandela, que colocaram no papel vários modos de acabar com atitudes violentas, visando a um mundo mais pacífico. Portanto é necessário que a mídia, o governo e até a população incentivem o respeito, a generosidade e a defesa da liberdade e da diversidade, para que a sociedade pare de pensar que “violência se acaba com violência”. Segundo Mahatma Gandhi, “Não existe caminho para a paz. A paz é o caminho”. Dessa maneira, crianças e jovens poderão crescer num mundo menos violento e mais solidário, acreditando sempre num futuro melhor. Lara Munhoz Mathias é aluna do ensino médio do Colégio Espírito Santo, em São Paulo-SP.
Motivos para agradecer

O vídeo recorda algumas das muitas práticas motivadas, no ano de 2018, pela Dimensão Missionária nos colégios Stella Matutina, Sagrado Coração de Jesus, Imaculado Coração de Maria e Espírito Santo. Cada ação, cada gesto, cada momento vivido e cada ato profético vem para nos lembrar de que o Evangelho se concretiza em nossas escolas por meio da prática do amor. Amor que abraça, que busca um mundo de paz, que reparte, que denuncia, que acredita e que se faz doação aos pequenos do Reino. Educar para os valores inspirados no Evangelho é o motivo e razão maior de nossa missão educativa. Nossa gratidão a todos os que doaram um pouco de si pela causa do outro e que inspiraram nossos alunos nessa grande missão.
O que é depressão?

A tarde, hoje, está ensolarada, e eu posso sentir o doce som da natureza… Em um banco da Praça Silva Romero, um casal de idosos me fez lembrar meus avós, em especial minha avó. Aos meus 6 anos, fizemos uma viagem para Fortaleza. No hotel em que nos hospedamos, havia recreação e, em uma das noites, o tema foi “canibalismo”. O medo e o desespero me fizeram ir ao chão, e minha avó saiu em disparada quando me ouviu chorar, pronta para me socorrer e acalentar-me em seus braços. A sensação de ser protegida era tamanha que não participei mais de nenhuma atividade. Eu queria apenas desfrutar da companhia e da proteção de minha avó, que era uma mulher firme, forte e rígida, mas, internamente, doce e terna. Hoje, busco em seus olhos a minha avó de outros tempos, mas somente encontro um vazio muito grande. Há dias em que ela não me reconhece. A nossa relação tornou-se distante e triste. É como se eu a tivesse perdido há muito tempo. O que restou de nosso relacionamento são as lembranças passadas, felizes, os dias perdidos que não voltam mais. Não sei ao certo o que é depressão. Se me pedissem que traduzisse em uma só palavra, eu diria que é um ladrão de vida humana, que nos transforma em nada menos do que seres de olhar distante, apáticos, sem afetividade ou vontade de viver. Algo que nos torna fracos, sem perspectivas, deixando apenas a lembrança de quem fomos um dia. Essa doença tirou minha avó, com vida, de mim. Sonho com o dia em que ela vai se despertar dessa doença, como se estivesse passando apenas por um pesadelo horrível, e que voltaremos a tê-la conosco, como antes, uma pessoa importante, meu anjo protetor, que fazia o melhor bolo de fubá que eu já comi em toda a minha vida. Por enquanto, ela sequer se lembra da receita. Isabela Victória de Siqueira Sereno, 9º ano B Colégio Espírito Santo, São Paulo-SP Disponível em: <https://amenteemaravilhosa.com.br/cuidado-metaforas-explicar-a-depressao/>. Acesso em: 2 mar. 2018.
O estereótipo feminino na literatura e nas artes

Ao longo da história da humanidade, a mulher e o homem tinham papéis distintos. Geralmente os padrões impostos pela sociedade associavam a figura feminina ao sexo frágil, totalmente dependente da figura masculina. Muitos movimentos sociais lutaram e ainda lutam pela igualdade entre os gêneros, o que é muito difícil, já que os preconceitos e estereótipos estão difundidos na sociedade, às vezes de forma inconsciente, inclusive nas artes e na literatura. Os estereótipos estão presentes até mesmo em livros e contos voltados ao público infantil. As princesas, sempre bonitas, meigas, frágeis, submissas e totalmente dependentes dos homens, são representadas em grandes clássicos da literatura infantil, como no conto da Branca de Neve, dos irmãos Grimm. Nesse conto, é ressaltada a questão de beleza de acordo com padrões, e é claramente visto que os anões representam a figura masculina, que sempre salva a garota indefesa. No campo das artes, as mulheres eram figurantes. Mas as modelos não poderiam ser qualquer mulher, e sim aquela que atendia aos padrões de beleza da época, o que é uma forma de exclusão e formação de estereótipos. Além disso, as mulheres não tinham acesso à educação e à escrita, podendo ser somente donas de casa e responsáveis pela criação dos filhos. A igualdade de gêneros e a desconstrução de estereótipos são processos lentos e trabalhosos, sendo enfrentados até nos dias atuais. Conclui-se que tanto homens quanto mulheres devem ter uma educação que não reforce preconceitos, que haja uma maior e mais aberta discussão sobre o assunto, ainda considerado um tabu, e que os estereótipos não se tornem tradicionais na vida das garotas, que estas possam escolher quem querem ser e o que querem fazer. Cecília Azalim de Oliveira é aluna do 1º ano do Colégio Stella Matutina, Juiz de Fora-MG.
No presente em que vivemos, a vida é uma guerra

Você luta Luta para ter voz Luta pelo que é direito Luta por até o que já devia ser lei Cai Desiste Volta Pela sua força Pela sua vontade Vontade que alcança os céus e volta Levanta Insiste Porque ficar quieto É a pior coisa que existe. João Marcelo é aluno do 1º ano do Colégio Stella Matutina, Juiz de Fora-MG.
A construção do lugar da mulher na história

Ao longo do tempo, conseguimos ter a percepção de mudanças nos estereótipos femininos. Na Idade Média, as mulheres eram caracterizadas como inferiores aos homens, sendo restritas ao lar e com desvantagens, como isenção de participação política. Atualmente, a classe feminina vem ganhando força e empoderamento a partir de movimentos sociais. Esse estereótipo deve ser totalmente desconstruído. As mulheres tinham “sua forma-padrão” como donas do lar, tratadas como objeto, submissas ao homem, consideradas incapazes de participarem de algumas situações. Nas expressões artísticas, eram totalmente idealizadas, por exemplo, nas músicas “Ai que saudades da Amélia”, de Mário Lago, e “Loira burra”, de Gabriel, O Pensador. Até mesmo na Filosofia, como podemos ver na frase “A mulher é um homem incompleto; um homem castrado”, de Aristóteles. Embora tenha crescido o número de reações contra esse contrassenso, a situação continua sendo um problema. A I Guerra Mundial possibilitou a entrada da mulher no mercado de trabalho, no entanto ainda existe uma grande disparidade entre os salários de um homem e os de uma mulher. Muitas mulheres são privadas de empregos e sonhos por se sentirem incapazes, pela imposição, além de serem extremamente julgadas por roupas e atitudes. Portanto medidas devem ser tomadas para resolver o impasse. A mídia pode contribuir com a exposição de mulheres que fizeram a diferença ao longo dos séculos, a fim de inspirar jovens a persistirem e lutarem pelo respeito ao próximo e pela conscientização dos indivíduos, para que tenhamos uma sociedade ética e democrática. Thamara Terra é aluna do 3º ano do Colégio Stella Matutina, Juiz de Fora-MG.
A busca pela cultura de paz

A paz vem sendo buscada a longo da história da humanidade. Essa procura se deu devido à ausência de paz, ocasionada pela guerra, e vem se tornando cada vez mais desafiadora. Apesar disso, ainda existem caminhos para construção de uma possível cultura de paz. A rejeição a violência é primordial para a construção de uma cultura de paz. O ser humano sempre dependeu de seu grupo para sobreviver. Contudo a convivência humana pode ser penosa, necessitando de cuidados, reciprocidade e confiança, elementos que requereram grandes lutas, durante a história, para serem conquistados. Portanto recorrer à violência seria uma forma de retrocesso da humanidade, já que significa abrir mão de tudo o que foi conquistado ao longo do processo milenar de civilização, ocasionando a regressão do ser humano à ignorância. O respeito próximo é vital para o restabelecimento da paz. Gandhi afirmou isso quando disse “Tudo que vive é teu próximo”, enquanto lutava em prol da paz. A Declaração dos Direitos Humanos impõe que todos os seres humanos nascem livres (artigo 1) e que nenhum de seus direitos pode ser negado em decorrência de qualquer que seja a situação de cada indivíduo (artigo 2). Desse modo, se não houver respeito ao próximo, a humanidade estará caminhando contra uma cultura de paz. Cada esforço em favor de promover a paz é significativo. Desde simples atitudes de caridade realizadas no cotidiano até a fundação de organizações que têm como objetivo abranger e comover diversas pessoas, a fim de auxiliar os mais necessitados e colocar a solidariedade em prática, contribuem para o estabelecimento da paz. Ao praticar o bem e deixar de lado o egocentrismo, a humanidade será capaz de construir uma cultura de paz e, consequentemente, silenciar a cultura da violência. Julia Covre é aluna do ensino médio do Colégio Espírito Santo, São Paulo-SP.