No presente em que vivemos, a vida é uma guerra

Você luta Luta para ter voz Luta pelo que é direito Luta por até o que já devia ser lei Cai Desiste Volta Pela sua força Pela sua vontade Vontade que alcança os céus e volta Levanta Insiste Porque ficar quieto É a pior coisa que existe. João Marcelo, 1º série do ensino médio do Colégio Stella Matutina, Juiz de Fora-MG
Confraternização com as crianças do CEMT

Na tarde desta quinta-feira (11), nosso Convento esteve em festa. As crianças do Centro Educacional Madre Theresia estiveram conosco para festejar o dia dedicado a elas. A alegria estava estampada no rostinho de cada uma. A equipe de educadoras e os alunos prepararam carinhosamente uma apresentação em homenagem ao Espírito Santo. Logo em seguida, foram conhecer as dependências do Convento. Os olhinhos brilhavam quando passavam em cada parte da casa. Quando chegaram ao refeitório para o almoço, foi outra festa. Muitas ficaram impressionadas com o tamanho do espaço. Outro momento forte foi no campo, onde as crianças ficaram à vontade, rolando na grama, correndo e brincando muito. À tarde, assistiram a filmes e ganharam pinturas no rosto. No lanche, os animados visitantes puderam saborear o pão de queijo preparado pela irmã Maria Percila.
Os desafios da felicidade, imortalidade e divindade para o homem contemporâneo

Os avanços na Medicina e nas ciências ocorridos desde o início da Idade Moderna marcaram, para os humanos, um estabelecimento de eras subsequentes cujo principal foco foi a manipulação da natureza e da ordem que esta determina. Tais fatores levaram ao aumento da expectativa de vida da população, além do desenvolvimento de tecnologias, principalmente no século XXI, que ultrapassam os limites humanos (algo que pode ser sintetizado pela frase “prever para prover”), como a criação de inteligências artificiais ou processos de mudança biológica, em geral. Nesse contexto, surgiu o tema da busca incessante pela felicidade, imortalidade e divindade, uma vez que, tendo amenizado os grandes problemas da humanidade (fome, peste e guerras) e percebendo a capacidade humana de modificação da realidade, a sociedade passou a perseguir desafios mais complexos a serem superados. Felicidade é um termo relativo e abrangente. O vocábulo pode ter significados distintos, dependendo da visão de mundo da pessoa que o interpreta. Em termos gerais, essa palavra exprime um estado de espírito no qual um ser se vê realizado e contente com sua situação de vida, sem qualquer tipo de frustração. O grande desafio que envolve esse tema é como os homens conseguiriam alcançá-lo e o que fariam após a conquista. Algo que permanece por muito tempo acaba se tornando rotineiro e banal, o que resultaria na falta de rumo das pessoas que se declarem “felizes”. A busca pela imortalidade pode ser relacionada com o ponto mencionado anteriormente, pois os seres humanos têm forte apego à vida e grandes dúvidas em relação à morte, algo que causa um crescente temor por esse “fenômeno” natural. Desse modo, a imortalidade seria uma solução para esse medo, trazendo a felicidade e, depois disso, a monotonia. O último dos tópicos, a divindade, mostra o pensamento antropocêntrico dos humanos, pelo qual passam a se considerar como seres superiores. Assim, as atitudes tomadas passam a ser de degradação do meio e de outras formas de vida. Porém os humanos ainda não perceberam que o avanço tecnológico pode levar à degradação da espécie. Nesse contexto, deve-se promover um acesso maior de informações para a população, auxiliando no alargamento de sua visão, já que, assim, a busca por tais temas citados seria feita com mais consciência de seus efeitos. Para isso, o governo deve investir em educação pública, incentivando as escolas a realizarem projetos que auxiliem os alunos a criarem planos de vida menos arriscados e mais realizáveis. Organizações não governamentais e outras instituições podem fazer campanhas que estimulem o respeito e a preservação da vida. Maya Chaves M. Borges, 2º ano do ensino médio Colégio Sagrado Coração de Jesus, Belo Horizonte-MG
VIII Leitura Contínua da Palavra de Deus

O mês de setembro é marcado pelo início da primavera e dedicado à Palavra de Deus. Assim como as flores transformam o mundo, dando-lhe cor e vida, a Palavra de Deus ganha força quando encontra um coração capaz de transformá-la em atitudes concretas; assim, ela floresce e se enche de cor. Por essa razão, o grupo de Crisma e a Perseverança do Colégio Espírito Santo, em São Paulo-SP, participou da VIII Leitura Contínua da Palavra de Deus, em parceria com o Arsenal da Esperança. O propósito da iniciativa é realizar uma corrente de leitura da Bíblia em vários pontos da cidade de São Paulo, promovendo momentos de vigília e leitura da Sagrada Escritura. Neste ano, os livros do Pentateuco ganharam vida na voz de cada jovem que se prepara para o sacramenta da Crisma e dos que caminham na perseverança. É a Palavra de Deus que chega aos ouvidos e que move o coração na construção de um lugar onde os valores bíblicos floresçam, colorindo o mundo.
Sociedade Consumista

Infelizmente, a maioria dos brasileiros consome exageradamente. Não é errado consumir, porém, quando esse ato é praticado excessivamente, causa muitos problemas. Isso porque, para se produzir em grande quantidade, é necessário destruir a natureza, em razão da retirada de matéria-prima para fazer muitos produtos. Na maioria das vezes, isso acarreta problemas ambientais também em outras regiões, como a seca que aconteceu em São Paulo, por causa do desmatamento na Amazônia. Além disso, as pessoas criam diversas dívidas que não conseguem pagar. São induzidas pela mídia, que cria a ilusão de que precisam daquilo para ser feliz, mas a felicidade não é algo que produtos garantam. Outro problema é que muitos indivíduos ficam viciados em comprar, e isso acaba se tornando uma doença psicológica chamada oniomania. De acordo com o site da Associação Brasileira de Psiquiatria, 3% da população brasileira tinham essa doença em 2009. Logo, é muito provável que esse percentual seja bem maior atualmente. É possível evitar esses problemas, orientando as pessoas pelas redes sociais ou promovendo campanhas que expliquem o tema e promovam uma conscientização sobre o assunto. Isabela Torres Brito é aluna do Colégio Espírito Santo, em São Paulo. Disponível em: <https://blogdoenem.com.br/geografia-consumo-consumismo/>. Acesso em: 8 nov. 2017
Preservar ou destruir? A importância do patrimônio público

Em qualquer lugar do mundo, as pessoas encontram patrimônios públicos, como escolas e praças, e é dever de toda a população mantê-los preservados, pois, mesmo que não façam parte da história de alguns, é uma questão de respeito e de responsabilidade. Quando alguém destrói esses bens, pode afetar tanto a sua história e cultura quanto a do local e a das pessoas que convivem ali, além de transmitir uma imagem negativa aos visitantes. De acordo com o canal do Youtube “Este Ambiente Oficial”, “Pela mídia, vemos todos os dias a destruição do patrimônio público. […] É preciso se conscientizar e se apropriar do que é nosso”. Dessa forma, percebe-se que a população precisa aprender o sentido de viver em coletividade, que é a essência da sociedade. Segundo Aline Passos, graduada em Direito pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), professora universitária e advogada, “[…] é inexigível que parte da população se sinta responsável por um patrimônio o qual ela não decide, não acessa, não entende e, quando entende, recusa, pois aquilo não representa a sua história, seus costumes e sua experimentação na cidade”. Assim, avalia-se o quanto o ensino e o respeito são fatores determinantes dessa questão. A cidade de Paranapiacaba, por exemplo, possui muitos patrimônios públicos que contam a história do lugar e das pessoas que ali habitam. Caso os patrimônios fossem vandalizados ou destruídos, tanto o local quanto a população perderiam parte de sua história e cultura, além de passar a impressão de ser uma cidade suja e mal organizada, como acontece em outras cidades. O governo, portanto, deveria lançar campanhas e estimular as escolas (tanto públicas quanto particulares) a ensinarem aos alunos o valor do patrimônio público e a respeitá-lo, mesmo que não faça parte da história de alguns. E, para aqueles que vandalizam, deveria aplicar, com todo rigor, a lei que já existe e puni-los severamente, pois as pessoas precisam aprender a viver em sociedade. Rafaela Lino Pires é aluna do Colégio Espírito Santo, em São Paulo. Disponível em: <http://diariodorio.com/historia-da-praca-paris/>. Acesso em: 9 nov. 2017.
Encontro Anual dos Coordenadores Missionários e Professores de Ensino Religioso da Rede de Educação das Irmãs Servas do Espírito Santo

Nos dias 23 e 24 de agosto, o Convento Santíssima Trindade, em São Paulo-SP, sediou o Encontro Anual dos Coordenadores Missionários e Professores de Ensino Religioso da Rede de Educação das Irmãs Servas do Espírito Santo. Assessorado pelo professor Ailton Dias de Melo, em parceria com a FTD Educação, o evento teve o objetivo de levar o grupo a refletir a possibilidade de um currículo atender aos parâmetros legais em conjunto com os valores e a espiritualidade. Outro desafio foi pensar novas abordagens e metodologias para o Ensino Religioso, tendo como base as competências da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Marcado por um clima de convivência, alegria, trabalho e oração, o encontro incentivou os participantes a avaliarem práticas e conteúdos, definindo estratégias e metas que deem sentido para a vida de cada pessoa que passa pelas escolas da Rede de Educação. Confira alguns momentos. Confira algumas fotos.
Junho tem São João e muita festa

O Centro Educacional Madre Theresia Messner, na Zona Leste de São Paulo, já entrou no ritmo da alegria das festas juninas celebradas com as Missionárias Servas do Espírito Santo. Neste sábado, dia 23, a creche se transformou em arraial e a criançada, junto com as famílias e as educadoras, se divertiu nas barraquinhas de brincadeiras, dançaram e comeram a vontade, porque tudo estava bem gostoso e baratinho. Com cerca de 60 crianças, o espaço ficou muito animado ao som das músicas juninas, danças e de um divertido bingo. Várias irmãs missionárias foram participar e também se divertiram. Depois de uma manhã bem diferente, os pais levaram as crianças para casa carregando as prendas que ganharam nas barraquinhas de pesca, jogo de argolas e outros. Também a equipe do Centro Educacional ficou muito feliz pelo bom êxito da festa. Festa junina nas Escolas SSpS As festas juninas são tradicionais em nossas escolas e envolvem alunos, famílias e toda a comunidade educativa. Este ano a temporada das festas juninas começou no dia 9 de junho no Colégio Stella Matutina, em Juiz de Fora-MG e no Colégio Imaculado Coração de Maria, no Rio de Janeiro-RJ. No fim de semana seguinte, dia 16, foi a vez do Colégio Sagrado Coração de Jesus, em Belo Horizonte-MG, dançar quadrilha e celebrar os santos juninos e, em São Paulo, o Colégio Espírito Santo fez sua festa que, além das danças tradicionais e brincadeiras, teve até show de música com o cantor Igor Rocha. Confira as fotos: Vamos continuar em julho! Você lembra todos os santos juninos mais festejados? A festa começa com Santo Antônio, dia 13 de junho, passa por São João no dia 24 e continua com São Pedro, no dia 29. Mas como a liturgia católica festeja São Pedro e São Paulo no mesmo dia e, por ser uma data importante, a festa foi transferida para o domingo. Assim, dia 1º de julho ainda estamos comemorando os santos juninos. E como é muita festa para um único mês, ainda mais em clima de copa do mundo, o Convento Santíssima Trindade vai fazer sua festa no começo de julho. Afinal, o importante é celebrar!
A missão de ensinar

Ensinar é um maravilhoso legado que Jesus nos deixou. Ele mesmo passou sua vida inteira ensinando aos discípulos e seguidores a amarem a Deus. Cumprindo esse legado de ensino das escrituras, temos a Pastoral Vocacional, onde o Coordenador Agostinho Travençolo trabalha com grande inspiração e afinco para ensinar as crianças e adolescentes da nossa Rede de Educação SSpS. Agostinho contou pra gente como tem sido essa missão: “Desde muito cedo, identifiquei-me com a área da educação. Lembro-me de que, nos primeiros anos da escola, gostava de ajudar alguns colegas que tinham dificuldades na aprendizagem. Então, alguns professores me pediam para exercer essa função. Com 12 anos, comecei a acompanhar grupos de perseverança, em seguida a formação de um Coral Infantil, grupo de jovens e nunca mais parei. Em 2000, quando concluí minha primeira formação, Filosofia, trabalhei como professor na Rede Pública e, logo em seguida, escolhi me dedicar às escolas Católicas, onde estou até hoje. Nessa trajetória, passei pela Filosofia, Ensino Religioso, Educação Musical e, atualmente, atuo na Coordenação Pastoral. Hoje, quando olho para a minha caminhada, fico pensando na educação como esse espaço maravilhoso de troca. Aprendemos juntos, deixamos marcas, somos marcados, alunos e educadores, sempre com o propósito maior de nos tornarmos pessoas melhores”. – Agostinho Travençolo
Irmãs abrem mais uma creche em São Paulo

No mês de março as Irmãs Missionárias Servas do Espírito Santo abriram mais um creche social no bairro de São Mateus – Zona Leste de São Paulo. Os preparativos foram muitos e a felicidade também, para mães e alunos que foram recebidos na Creche Madre Theresia, que abriu as portas para cerca de 60 crianças da comunidade carente do bairro de São Mateus. Essa é a terceira creche aberta no Brasil pela Congregação das Irmãs Missionárias Servas do Espírito Santo, sendo a primeira “Madre Josefa” no Complexo do Alemão – Rio de Janeiro e a segunda “Madre Maria Helena” localizada em Juiz de Fora – Minas Gerais. O primeiro evento da creche foi a Festa da Páscoa, onde todos os alunos participaram de brincadeiras temáticas, receberam chocolates e refletiram sobre o sentido da Páscoa. A alegria da abertura de mais uma nova obra social, reforçou o espírito missionário de amor deixado pelos fundadores da Congregação Arnaldo Janssen, Maria Helena Stollenwerk e Hendrina Stenmanns. Veja a seguir as fotos do evento: