No presente em que vivemos, a vida é uma guerra

Você luta Luta para ter voz Luta pelo que é direito Luta por até o que já devia ser lei Cai Desiste Volta Pela sua força Pela sua vontade Vontade que alcança os céus e volta Levanta Insiste Porque ficar quieto É a pior coisa que existe. João Marcelo é aluno do 1º ano do Colégio Stella Matutina, Juiz de Fora-MG.

A construção do lugar da mulher na história

Ao longo do tempo, conseguimos ter a percepção de mudanças nos estereótipos femininos. Na Idade Média, as mulheres eram caracterizadas como inferiores aos homens, sendo restritas ao lar e com desvantagens, como isenção de participação política. Atualmente, a classe feminina vem ganhando força e empoderamento a partir de movimentos sociais. Esse estereótipo deve ser totalmente desconstruído. As mulheres tinham “sua forma-padrão” como donas do lar, tratadas como objeto, submissas ao homem, consideradas incapazes de participarem de algumas situações. Nas expressões artísticas, eram totalmente idealizadas, por exemplo, nas músicas “Ai que saudades da Amélia”, de Mário Lago, e “Loira burra”, de Gabriel, O Pensador. Até mesmo na Filosofia, como podemos ver na frase “A mulher é um homem incompleto; um homem castrado”, de Aristóteles. Embora tenha crescido o número de reações contra esse contrassenso, a situação continua sendo um problema. A I Guerra Mundial possibilitou a entrada da mulher no mercado de trabalho, no entanto ainda existe uma grande disparidade entre os salários de um homem e os de uma mulher. Muitas mulheres são privadas de empregos e sonhos por se sentirem incapazes, pela imposição, além de serem extremamente julgadas por roupas e atitudes. Portanto medidas devem ser tomadas para resolver o impasse. A mídia pode contribuir com a exposição de mulheres que fizeram a diferença ao longo dos séculos, a fim de inspirar jovens a persistirem e lutarem pelo respeito ao próximo e pela conscientização dos indivíduos, para que tenhamos uma sociedade ética e democrática. Thamara Terra é aluna do 3º ano do Colégio Stella Matutina, Juiz de Fora-MG.

A busca pela cultura de paz

A paz vem sendo buscada a longo da história da humanidade. Essa procura se deu devido à ausência de paz, ocasionada pela guerra, e vem se tornando cada vez mais desafiadora. Apesar disso, ainda existem caminhos para construção de uma possível cultura de paz. A rejeição a violência é primordial para a construção de uma cultura de paz. O ser humano sempre dependeu de seu grupo para sobreviver. Contudo a convivência humana pode ser penosa, necessitando de cuidados, reciprocidade e confiança, elementos que requereram grandes lutas, durante a história, para serem conquistados. Portanto recorrer à violência seria uma forma de retrocesso da humanidade, já que significa abrir mão de tudo o que foi conquistado ao longo do processo milenar de civilização, ocasionando a regressão do ser humano à ignorância. O respeito próximo é vital para o restabelecimento da paz. Gandhi afirmou isso quando disse “Tudo que vive é teu próximo”, enquanto lutava em prol da paz. A Declaração dos Direitos Humanos impõe que todos os seres humanos nascem livres (artigo 1) e que nenhum de seus direitos pode ser negado em decorrência de qualquer que seja a situação de cada indivíduo (artigo 2). Desse modo, se não houver respeito ao próximo, a humanidade estará caminhando contra uma cultura de paz. Cada esforço em favor de promover a paz é significativo. Desde simples atitudes de caridade realizadas no cotidiano até a fundação de organizações que têm como objetivo abranger e comover diversas pessoas, a fim de auxiliar os mais necessitados e colocar a solidariedade em prática, contribuem para o estabelecimento da paz. Ao praticar o bem e deixar de lado o egocentrismo, a humanidade será capaz de construir uma cultura de paz e, consequentemente, silenciar a cultura da violência. Julia Covre é aluna do ensino médio do Colégio Espírito Santo, São Paulo-SP.

No presente em que vivemos, a vida é uma guerra

Você luta Luta para ter voz Luta pelo que é direito Luta por até o que já devia ser lei Cai Desiste Volta Pela sua força Pela sua vontade Vontade que alcança os céus e volta Levanta Insiste Porque ficar quieto É a pior coisa que existe.  João Marcelo, 1º série do ensino médio do Colégio Stella Matutina, Juiz de Fora-MG

Confraternização com as crianças do CEMT

Na tarde desta quinta-feira (11), nosso Convento esteve em festa. As crianças do Centro Educacional Madre Theresia estiveram conosco para festejar o dia dedicado a elas. A alegria estava estampada no rostinho de cada uma. A equipe de educadoras e os alunos prepararam carinhosamente uma apresentação em homenagem ao Espírito Santo. Logo em seguida, foram conhecer as dependências do Convento. Os olhinhos brilhavam quando passavam em cada parte da casa. Quando chegaram ao refeitório para o almoço, foi outra festa. Muitas ficaram impressionadas com o tamanho do espaço. Outro momento forte foi no campo, onde as crianças ficaram à vontade, rolando na grama, correndo e brincando muito. À tarde, assistiram a filmes e ganharam pinturas no rosto. No lanche, os animados visitantes puderam saborear o pão de queijo preparado pela irmã Maria Percila.

Os desafios da felicidade, imortalidade e divindade para o homem contemporâneo

Os avanços na Medicina e nas ciências ocorridos desde o início da Idade Moderna marcaram, para os humanos, um estabelecimento de eras subsequentes cujo principal foco foi a manipulação da natureza e da ordem que esta determina. Tais fatores levaram ao aumento da expectativa de vida da população, além do desenvolvimento de tecnologias, principalmente no século XXI, que ultrapassam os limites humanos (algo que pode ser sintetizado pela frase “prever para prover”), como a criação de inteligências artificiais ou processos de mudança biológica, em geral. Nesse contexto, surgiu o tema da busca incessante pela felicidade, imortalidade e divindade, uma vez que, tendo amenizado os grandes problemas da humanidade (fome, peste e guerras) e percebendo a capacidade humana de modificação da realidade, a sociedade passou a perseguir desafios mais complexos a serem superados. Felicidade é um termo relativo e abrangente. O vocábulo pode ter significados distintos, dependendo da visão de mundo da pessoa que o interpreta. Em termos gerais, essa palavra exprime um estado de espírito no qual um ser se vê realizado e contente com sua situação de vida, sem qualquer tipo de frustração. O grande desafio que envolve esse tema é como os homens conseguiriam alcançá-lo e o que fariam após a conquista. Algo que permanece por muito tempo acaba se tornando rotineiro e banal, o que resultaria na falta de rumo das pessoas que se declarem “felizes”. A busca pela imortalidade pode ser relacionada com o ponto mencionado anteriormente, pois os seres humanos têm forte apego à vida e grandes dúvidas em relação à morte, algo que causa um crescente temor por esse “fenômeno” natural. Desse modo, a imortalidade seria uma solução para esse medo, trazendo a felicidade e, depois disso, a monotonia. O último dos tópicos, a divindade, mostra o pensamento antropocêntrico dos humanos, pelo qual passam a se considerar como seres superiores. Assim, as atitudes tomadas passam a ser de degradação do meio e de outras formas de vida. Porém os humanos ainda não perceberam que o avanço tecnológico pode levar à degradação da espécie. Nesse contexto, deve-se promover um acesso maior de informações para a população, auxiliando no alargamento de sua visão, já que, assim, a busca por tais temas citados seria feita com mais consciência de seus efeitos. Para isso, o governo deve investir em educação pública, incentivando as escolas a realizarem projetos que auxiliem os alunos a criarem planos de vida menos arriscados e mais realizáveis. Organizações não governamentais e outras instituições podem fazer campanhas que estimulem o respeito e a preservação da vida. Maya Chaves M. Borges, 2º ano do ensino médio Colégio Sagrado Coração de Jesus, Belo Horizonte-MG

VIII Leitura Contínua da Palavra de Deus

O mês de setembro é marcado pelo início da primavera e dedicado à Palavra de Deus. Assim como as flores transformam o mundo, dando-lhe cor e vida, a Palavra de Deus ganha força quando encontra um coração capaz de transformá-la em atitudes concretas; assim, ela floresce e se enche de cor. Por essa razão, o grupo de Crisma e a Perseverança do Colégio Espírito Santo, em São Paulo-SP, participou da VIII Leitura Contínua da Palavra de Deus, em parceria com o Arsenal da Esperança. O propósito da iniciativa é realizar uma corrente de leitura da Bíblia em vários pontos da cidade de São Paulo, promovendo momentos de vigília e leitura da Sagrada Escritura. Neste ano, os livros do Pentateuco ganharam vida na voz de cada jovem que se prepara para o sacramenta da Crisma e dos que caminham na perseverança. É a Palavra de Deus que chega aos ouvidos e que move o coração na construção de um lugar onde os valores bíblicos floresçam, colorindo o mundo.

Sociedade Consumista

Infelizmente, a maioria dos brasileiros consome exageradamente. Não é errado consumir, porém, quando esse ato é praticado excessivamente, causa muitos problemas. Isso porque, para se produzir em grande quantidade, é necessário destruir a natureza, em razão da retirada de matéria-prima para fazer muitos produtos. Na maioria das vezes, isso acarreta problemas ambientais também em outras regiões, como a seca que aconteceu em São Paulo, por causa do desmatamento na Amazônia. Além disso, as pessoas criam diversas dívidas que não conseguem pagar. São induzidas pela mídia, que cria a ilusão de que precisam daquilo para ser feliz, mas a felicidade não é algo que produtos garantam. Outro problema é que muitos indivíduos ficam viciados em comprar, e isso acaba se tornando uma doença psicológica chamada oniomania. De acordo com o site da Associação Brasileira de Psiquiatria, 3% da população brasileira tinham essa doença em 2009. Logo, é muito provável que esse percentual seja bem maior atualmente. É possível evitar esses problemas, orientando as pessoas pelas redes sociais ou promovendo campanhas que expliquem o tema e promovam uma conscientização sobre o assunto. Isabela Torres Brito é aluna do Colégio Espírito Santo, em São Paulo. Disponível em: <https://blogdoenem.com.br/geografia-consumo-consumismo/>. Acesso em: 8 nov. 2017

Preservar ou destruir? A importância do patrimônio público

Em qualquer lugar do mundo, as pessoas encontram patrimônios públicos, como escolas e praças, e é dever de toda a população mantê-los preservados, pois, mesmo que não façam parte da história de alguns, é uma questão de respeito e de responsabilidade. Quando alguém destrói esses bens, pode afetar tanto a sua história e cultura quanto a do local e a das pessoas que convivem ali, além de transmitir uma imagem negativa aos visitantes. De acordo com o canal do Youtube “Este Ambiente Oficial”, “Pela mídia, vemos todos os dias a destruição do patrimônio público. […] É preciso se conscientizar e se apropriar do que é nosso”. Dessa forma, percebe-se que a população precisa aprender o sentido de viver em coletividade, que é a essência da sociedade. Segundo Aline Passos, graduada em Direito pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), professora universitária e advogada, “[…] é inexigível que parte da população se sinta responsável por um patrimônio o qual ela não decide, não acessa, não entende e, quando entende, recusa, pois aquilo não representa a sua história, seus costumes e sua experimentação na cidade”. Assim, avalia-se o quanto o ensino e o respeito são fatores determinantes dessa questão. A cidade de Paranapiacaba, por exemplo, possui muitos patrimônios públicos que contam a história do lugar e das pessoas que ali habitam. Caso os patrimônios fossem vandalizados ou destruídos, tanto o local quanto a população perderiam parte de sua história e cultura, além de passar a impressão de ser uma cidade suja e mal organizada, como acontece em outras cidades. O governo, portanto, deveria lançar campanhas e estimular as escolas (tanto públicas quanto particulares) a ensinarem aos alunos o valor do patrimônio público e a respeitá-lo, mesmo que não faça parte da história de alguns. E, para aqueles que vandalizam, deveria aplicar, com todo rigor, a lei que já existe e puni-los severamente, pois as pessoas precisam aprender a viver em sociedade. Rafaela Lino Pires é aluna do Colégio Espírito Santo, em São Paulo. Disponível em: <http://diariodorio.com/historia-da-praca-paris/>. Acesso em: 9 nov. 2017.

Encontro Anual dos Coordenadores Missionários e Professores de Ensino Religioso da Rede de Educação das Irmãs Servas do Espírito Santo

Nos dias 23 e 24 de agosto, o Convento Santíssima Trindade, em São Paulo-SP, sediou o Encontro Anual dos Coordenadores Missionários e Professores de Ensino Religioso da Rede de Educação das Irmãs Servas do Espírito Santo. Assessorado pelo professor Ailton Dias de Melo, em parceria com a FTD Educação, o evento teve o objetivo de levar o grupo a refletir a possibilidade de um currículo atender aos parâmetros legais em conjunto com os valores e a espiritualidade. Outro desafio foi pensar novas abordagens e metodologias para o Ensino Religioso, tendo como base as competências da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Marcado por um clima de convivência, alegria, trabalho e oração, o encontro incentivou os participantes a avaliarem práticas e conteúdos, definindo estratégias e metas que deem sentido para a vida de cada pessoa que passa pelas escolas da Rede de Educação. Confira alguns momentos. Confira algumas fotos.

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