Tríduo à Santíssima Trindade

Tríduo – 2º dia: Deus Filho, Comunicador. Comunicar é criar comunhão – tríduo em preparação à Solenidade da Santíssima Trindade, das missionárias servas do Espírito Santo. Ao iniciar o segundo dia do tríduo em preparação à Solenidade da Santíssima Trindade, vamos abrir nossos corações à presença amorosa de Deus, fazendo o sinal da cruz: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém. Oração inicial Ó Deus Uno e Trino,Pai, Filho e Espírito Santo,Vós que sois amor, compaixão e bondade,vinde em nosso socorroneste momento de intenso sofrimentopelo qual a humanidade inteira atravessa,por causa da pandemia do coronavírus. Ajudai-nos também a superar a situação de crisepolítica, econômica e social em nosso país,dando-nos a força da uniãoe transformando o nosso coração para que,por nossos pensamentos, palavras e ações,sejamos presença de paz, solidariedade e alegriapara todos os que estão a nosso redor. Somente com vossa graça, ó Trindade Santa,podemos encontrar mais vida, amor e esperançae fazer este mundo melhor. Amém. Deus Filho, Comunicador (texto do Manual de Comunicação SSpS, pág. 20) “Pela encarnação do Filho em Jesus Cristo, Deus comunicou seu mais alto compromisso com a humanidade. Para se comunicar com o ser humano, falar a mesma língua e ser entendido, Deus se torna um de nós: ‘E o Verbo se fez carne e habitou entre nós’ (Jo 1, 14). Jesus, a Palavra Divina, pela encarnação, torna-se o Comunicador do Pai-Mãe. Em sua experiência humana, Jesus estabelece a ponte de aproximação com Deus e revela que Deus é o Pai de amor, bondade e compaixão. Sua paixão pelo Pai faz dele o irmão de todas as pessoas, especialmente das mais desprezadas e privadas de sua dignidade. Para revelar o amor do Pai, cura os enfermos, dá vista aos cegos, acolhe as crianças e divide o pão. Fala em parábolas, numa linguagem que todos podem entender, usa imagens e símbolos e se entrega a si mesmo na Eucaristia. Jesus comunica quem Ele é e se entrega na totalidade de seu amor, dando sua própria vida. Assim, Jesus se torna o modelo de todo comunicador. Ele personifica, em si mesmo, a mensagem de Deus e a vive até suas últimas consequências.” Reflexão O momento atual nos chama a reinventar o modo pelo qual realizamos nossa missão. Como vivencio e anuncio o amor de Deus Filho, o Comunicador do Pai, por meio de minha vida pessoal, familiar e profissional? Preces espontâneas Pai-Nosso Oração final Deus, verdade eterna.Cremos em vós. Deus nossa força e salvação.Esperamos em vós. Deus bondade infinita.Nós vos amamos de todo o coração. Enviastes o Verbo como Salvador do mundo.Que nele sejamos todos um. Infundi-nos o Espírito do Filho.A fim de glorificarmos o vosso nome. Amém. Viva Deus Uno e Trino em nossos corações e nos corações de todas as pessoas!
Santíssima Trindade: comunicar é criar comunhão

No domingo, 7 de junho, a Igreja celebra a Solenidade da Santíssima Trindade. Infelizmente, a beleza e a profundidade dessa celebração, em geral, ficam escondidas, e não damos a ela o devido valor. Agora ainda mais, uma vez que não podemos ir à igreja e rezar junto com nossa comunidade paroquial, por causa da pandemia causada pelo coronavírus. Para nos ajudar a viver mais profundamente nossa relação com o Pai, o Filho e o Espírito Santo, compartilhamos o tríduo que vamos rezar em nossas comunidades. É uma oração simples, que pode ser celebrada individualmente ou em família, começando na quinta-feira e concluindo no sábado. Neste tríduo, partilhamos um pouco do que temos de mais profundo e precioso da nossa espiritualidade trinitária e de nosso carisma missionário. Os textos foram tirados do Manual de Comunicação e Tecnologia das Missionárias Servas do Espírito Santo (páginas 20 e 21). As orações fazem parte de nossa tradição e foram compostas por Santo Arnaldo Janssen, com exceção da oração inicial, que é um apelo à Santíssima Trindade para nos ajudar a superar o sofrimento gerado pela pandemia e a crise política, econômica e social que o Brasil está enfrentando. Qual o significado da Santíssima Trindade para você? A Santíssima Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo), conforme o Catecismo da Igreja Católica, “É o mistério central da fé e da vida cristã”. Mas o que isso significa concretamente na nossa vida, no dia a dia? De que maneira me relaciono com o Deus Uno e Trino, ou seja, o Deus único em três pessoas diferentes? Uma vez, conversando com uma professora católica, muito envolvida em um movimento de vida cristã, fiquei surpresa com a bela imagem que ela utilizou para explicar o mistério da Santíssima Trindade. Ela partiu de sua própria experiência de esposa e mãe, e dizia que a única vez que nós, seres humanos, podemos fazer a experiência concreta de “três pessoas em uma só” é no momento da concepção de uma criança. O casal, unido pelos laços do amor, entrega-se totalmente um ao outro, formando “um só corpo e uma só carne”. Nesse momento, uma nova vida é gerada. A Trindade é a fonte geradora de toda a vida. Para mim, o universo, em sua beleza e imensidão, é o transbordamento do amor infinito de Deus Pai pelo Filho, no Espírito Santo. Um amor que não poderia ficar guardado só entre eles, mas se expandiu na criação de tudo o que existe e dos seres humanos como herdeiros da vida divina. Por isso trazemos dentro de nós essa centelha eterna e somos chamados a participar da própria vida de Deus Uno e Trino. Assim entendo o ser filha, filho de Deus. Toda a nossa vida cristã está imersa no amor da Trindade. Somos batizados em nome do Pai, do Filho e do Espírito e, durante toda a nossa existência na terra, somos sustentados pela graça divina, até o momento em que voltamos para a Casa do Pai, onde Jesus nos prometeu que prepararia para nós uma morada (cf. Jo 14,3). Nós, missionárias servas do Espírito Santo (SSpS), temos uma relação muito especial com a Trindade. Ao nos consagrar como servidoras do Espírito Santo, entramos na dinâmica da comunhão com o Pai e também com o Filho. Portanto tudo o que somos e fazemos busca “Proclamar e testemunhar o amor salvífico de Deus Uno e Trino entre todos os povos” (Constituições SSpS, 501). Tríduo – 1º dia: Deus Pai-Mãe, Criador Comunicar é criar comunhão – tríduo em preparação à Solenidade da Santíssima Trindade, das missionárias servas do Espírito Santo. Iniciemos o primeiro dia do tríduo em preparação à Solenidade da Santíssima Trindade, tomando consciência do que significa fazer o sinal da cruz: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém. Oração inicial Ó Deus Uno e Trino,Pai, Filho e Espírito Santo,Vós que sois amor, compaixão e bondade,venha em nosso socorroneste momento de intenso sofrimentopelo qual a humanidade inteira atravessapor causa da pandemia do coronavírus. Ajudai-nos também a superar a situação de crisepolítica, econômica e social em nosso país,dando-nos a força da uniãoe transformando o nosso coração para que,por nossos pensamentos, palavras e ações,sejamos presença de paz, solidariedade e alegriapara todos os que estão ao nosso redor. Somente com a vossa graça, ó Trindade Santa,podemos encontrar mais vida, amor e esperançae fazer este mundo melhor. Amém. Deus Pai-Mãe, Criador (cf. Manual de Comunicação SSpS, pág. 20) “Amados pelo Pai-Mãe e criados à imagem e semelhança de Deus, somos chamados a viver em comunhão com o Deus Uno e Trino, com outras pessoas, entre nós como família, como comunidade e com toda a criação. O dom da comunicação nos ajuda a crescer nos relacionamentos e a participar do processo contínuo da criação como cuidadores da Casa Comum, o universo do qual fazemos parte. Em nossa interioridade, pela oração, podemos entrar em diálogo com Deus. Conversando com as pessoas, escrevendo, criando obras de arte, usando os meios de comunicação de massa e a mídia digital, expandimos nosso ser, compartilhando nossos pensamentos e recebendo experiências e conhecimentos de outras pessoas para o aperfeiçoamento de nossa cultura.” Reflexão O momento atual nos desafia a encontrar novas maneiras de ser missionários. Como testemunhamos o amor de Deus Pai-Mãe em nossa vida pessoal, familiar e com as outras pessoas com quem nos relacionamos? Preces espontâneas Pai-Nosso Oração final: Conhecido, amado e glorificado,Seja por todos os povos,O Deus Uno e Trino.A onipotência do Pai,A sabedoria do FilhoE o amor, o amor do Espírito Santo. Amém. Viva Deus Uno e Trino em nossos corações e nos corações de todas as pessoas!
Solenidade da Santíssima Trindade

Neste domingo, celebramos a Solenidade da Santíssima Trindade, que é o “mistério central da fé e da vida cristã”, de acordo com o Catecismo da Igreja. Para a Congregação Missionária das Servas do Espírito Santo, é o coração de toda a espiritualidade e carisma missionário. Somos convidados a refletir sobre o mistério do Deus único que não é sozinho e se manifesta em três pessoas iguais em poder, divindade e sabedoria, mas com características distintas: Pai, Filho e Espírito Santo. A Santíssima Trindade é a origem e fonte de toda vida, amor e comunhão. A Solenidade da Santíssima Trindade também é a data em que os missionários leigos de Deus Uno e Trino escolheram para celebrar sua vocação laical e consagração. A celebração ocorre sempre no domingo após a Solenidade de Pentecostes e nos convida a abraçar o jeito de ser do próprio Deus, que é diálogo e comunhão de amor. Ao contemplar o mistério da Trindade, descobrimos que Deus é amor e nos quer participantes de sua vida plena. Isso significa viver o diálogo, a partilha e a comunhão, trabalhando para que o mundo seja melhor, sem excluídos, violência nem injustiças, pois o amor do Deus Uno e Trino envolve todas as pessoas, oferecendo sua alegria e sua paz. Santo Arnaldo Janssen e as Bem-Aventuradas Madre Maria e Madre Josefa vivenciaram profundamente a espiritualidade trinitária, traduzindo em ações concretas o que contemplavam na oração. Como herança espiritual, deixaram o lema “Viva Deus Uno e Trino em nossos corações e nos corações de todas as pessoas”. Vivamos também nós esse lema, cuidando para que a dignidade dos filhos e filhas de Deus seja reconhecida e respeitada em todos os seres humanos. Oração à Santíssima Trindade Ó Deus Trindade,Pai, Filho e Espírito Santo,nós vos louvamos pela vossa comunhão. Sois o fundamento e a inspiração de nossa fraternidade.Ajudai-nos a construir uma convivência fraterna,respeitando as diferenças e sendo solidários(as) com todas as pessoas. Abençoai os missionários e as missionárias do mundo inteiroe a nós, que peregrinamos rumo ao Reino de Deus,que é comunhão total e vida eterna. Despertai vocações missionárias no campo e na cidade,para que possamos, com Maria, construir um milênio sem exclusões,na dignidade e na paz. Amém. Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
Domingo da Santíssima Trindade

Para você se preparar melhor para o domingo, já estamos publicando o vídeo que a Verbo Filmes está produzindo semanalmente com a reflexão dominical. No vídeo de hoje, o biblista Luiz Catapan aprofunda o Evangelho e fala sobre o sentido da Santíssima Trindade na vida dos cristãos. O Deus de amor, compaixão e ternura nos convida a cuidar uns dos outros e a zelar pelo bem de todos. Assista!
O que significa o sinal da cruz?

Se você é católico, certamente aprendeu com seus pais e com as pessoas da sua paróquia a fazer o sinal da cruz e, provavelmente, deve fazer sempre. Mas você sabe de verdade o que ele representa e para que serve? Será que é pra espantar mau-olhado ou pra lembrar da crucificação de Jesus? Vamos descobrir agora. Vem com a gente! Do ponto de vista histórico e teológico, a prática de fazer o sinal da cruz é feita desde a fundação da Igreja e é usada pelas pessoas da Igreja Romana e da Ortodoxa. Tudo começou com um padre chamado Tertuliano, do século III, por volta de 160 d.C. Em um de seus escritos, chamado ‘De Corona Militis’, foi encontrada essa prática descrita por ele da seguinte maneira: “Quando nos pomos a caminhar, quando saímos e entramos, quando nos vestimos, lavamo-nos e iniciamos as refeições, quando vamos nos deitar, quando nos sentamos, nessas ocasiões e em todas as nossas demais atividades, façamos o sinal da cruz na testa.” Podemos entender que, ao fazer este ato, estamos afirmando pelo menos três verdades fundamentais da nossa fé: Deus, que é Uno e Trino; a Encarnação de Jesus e Sua Morte na Cruz. Quando dizemos: “Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”, neste momento professamos a fé na Santíssima Trindade. Aprendendo a fazer o sinal da cruz É tão simples que não precisa de nenhum tutorial em vídeo para ensinar, mas é preciso lembrar que tem um jeito certo de fazer: Com sua mão direita, faça o sinal da cruz começando na cabeça, depois descendo para o estômago, logo em seguida eleve a mão para o ombro esquerdo, depois, para o direito. “Quando fazemos este gesto, a começar na cabeça e descendo ao estômago, estamos declarando nossa fé na Encarnação de Jesus por meio do ventre de Maria Santíssima e afirmando a marca de Cristo e a graça da redenção, que veio através da cruz”. (Catecismo, n.1235). Agora você sabe, sempre que passar por alguma dificuldade ou por um momento de tentação, faça o sinal da cruz e pense em na força protetora de Jesus. O simples ato de fazer o sinal da cruz, nos ajuda a fortalecer a ideia de que Jesus Cristo está conosco e a sua morte na cruz veio nos salvar e nos proteger.
85 anos do Convento Santíssima Trindade. Vamos conhecer a sua história?

Em um evento íntimo, voltado às missionárias SSpS e comunidade mais próxima, o Convento Santíssima Trindade comemorou, neste último domingo de agosto, seus 85 anos de existência. Conheça aqui um pouquinho da sua história, que faz parte da trajetória das irmãs missionárias no Brasil e no mundo. O convento O Convento Santíssima Trindade foi erguido em 1931 pelas primeiras missionárias da congregação Missionárias Servas do Espírito Santo no Brasil, vindas da Alemanha e Holanda. Construído com forte inspiração gótica das catedrais dos seus países de origem, a edificação preserva até hoje os seus traços originais. Das portas principais e suas arquivoltas às janelas compridas e finas e vitrais de rosáceas, tudo no convento lembra a quietude e paz de um tempo em que a religião tomava o centro da vida das pessoas. Aqui, nesta casa, foram acolhidas as missionárias que chegaram de outros países para trabalhar em terras brasileiras. Aqui também foram formadas as postulantes e noviças que, após os votos, foram enviadas em missão para nossas comunidades espalhadas pelo Brasil e também para outros países. Aqui foram tomadas as principais decisões que delinearam a vida e a missão de nossas irmãs, comunidades, apostolados, colégios e hospitais. 85 anos de vida a serviço da missão no Brasil e no mundo As primeiras irmãs chegaram ao Brasil em 1902 e se estabeleceram em Juiz de Fora. Em 1930 já estavam em 21 comunidades nos Estados de Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo. Isso significava longas e cansativas viagens para o Sul. Por isso, havia o desejo de uma casa em São Paulo onde as irmãs pudessem pernoitar. A Madre Geral Columba recomendou a abertura de um colégio em São Paulo, o que contou com o apoio do Arcebispo.Em janeiro de 1931 foram enviadas duas irmãs para procurar um terreno em São Paulo. Encontraram uma chácara em Santo Amaro – então a 20 minutos do Seminário SVD (Societas Verbi Divini) e a 40 minutos de bonde do centro da cidade. A partir daí foram feitos os encaminhamentos para conseguir o dinheiro e as aprovações necessárias. Em 6 de julho foi assinada a compra do Convento e, no dia 18 de julho de 1931, feita a inauguração com a celebração da missa e, pouco tempo depois, já deram início à catequese de crianças. No início de 1932, a Sede Provincial foi transferida para cá e, em agosto, vieram também as noviças. Em 1935 deram início ao Colégio Nossa Senhora Aparecida, em Moema, e em 1938, o Colégio Espírito Santo, no Tatuapé. Em maio de 1938 foi feita a bênção dos fundamentos da construção do novo convento e, em janeiro de 1939 as irmãs mudaram para a nova casa, então com aspecto de convento. Na festa da Santíssima Trindade foi feita a bênção da nova casa. Em abril de 1940 teve início a construção da nova capela do Convento. A bênção da pedra fundamental desta capela foi presidida pelo Arcebispo de São Paulo, Dom José Gaspar de Afonseca e Silva, no dia 1º de agosto, com a presença das irmãs e muitos padres e seminaristas do Verbo Divino.A inauguração da Capela do Convento Santíssima Trindade aconteceu no dia 24 de março de 1941 com a solene Consagração do Templo presidida pelo Arcebispo de São Paulo, acompanhado pelos sacerdotes e seminaristas SVD. Nos anos seguintes a Capela foi recebendo adornos e acabamento. Em 1942 recebeu o altar-mor de mármore e o tabernáculo de metal, revestido de ouro, mas ainda faltavam os bancos que só vieram no ano seguinte. A cúpula do altar, com a bela imagem da Santíssima Trindade toda esculpida em madeira, foi instalada no final de 1947 e um ano depois foi completada com os anjos que a ornamentam. No dia 04 de junho de 1949, véspera da festa de Pentecostes, com a presença de mais de 20 sacerdotes e do bispo auxiliar de São Paulo, Dom Antônio Alves Siqueira, foi feita a consagração do altar e da igreja.Recebemos da cúria as relíquias do mártir São Severiano e de Santa Casta, além das relíquias de Santa Agnes, Santo Inácio de Loyola, São Praxedes, Santa Cecília, Santa Margarida e Santa Gema Galgani, oferecidas pelas irmãs. VEJA O CONVENTO HOJE: