Confraternização de final de ano

Oração, alegria e muito entrosamento marcaram a confraternização de Natal no Convento Santíssima Trindade. Irmãs e colaboradores (as) refletiram sobre o sentido do Natal, partilharam a refeição e se divertiram com bingo e brincadeiras. Reflexão sobre o sentido da celebração do Natal Irmãs e colaboradores (as) partilham a refeição Alegria e descontração durante bingo e sorteios

Passos para Recordar… 150 anos do nascimento de Madre Theresia Messner

Em 9 de julho deste ano (2018), Madre Theresia Messner completaria 150 anos. E que melhor maneira de honrá-la em seu dia que refletir e rezar sobre sua vida em comunidade? Ela foi a sucessora de nossas madres co-fundadoras e um forte pilar para a Congregação, que estava em plena florescimento na época. Theresia Messner era uma mulher lutadora, humilde, generosa, simples, obediente, gentil, espiritual, companheira, boa professora e um grande exemplo para todas as irmãs da Congregação seguirem. Deus tinha grandes planos para ela! Desde a infância, nada havia sido fácil para ela. Sempre colocando Deus em primeiro lugar, ela ofereceu-lhe tudo e entregou sua vida ao Seu serviço. Sob a inspiração do Espírito Santo, Pe. Arnaldo guiou-a para se tornar a mulher que ela era. Ele tinha as coisas muito claras desde o começo. Mas…. Tudo no seu devido tempo!  OS PRIMEIROS PASSOS Ela nasceu em 9 de julho de 1868 em Antholz, no sul do Tirol, filha de Leonardo Messner e Gertrud Egelsbacher. Eles pensaram que ela não iria viver e então ela foi batizada três vezes no mesmo dia de seu nascimento. Os Alpes erguem-se ao norte de Antholz e, após o degelo da primavera, os vales ficam cobertos de seixos e pedras. Quando ela tinha apenas três anos, a pequena Margaretha disse: “Um dia eu vou muito longe, muito longe”. Ela gostava de ir até as áreas solitárias das montanhas para rezar. Ela carregava com ela uma cruz e abençoava o mundo com ela. Quando tomou a decisão de se tornar uma religiosa, teve que passar por lutas e provações, um tempo ao qual ela   se referiu como “de escuridão do espírito”. A causa das dificuldades interiores pode ser encontrada no medo que Margaretha sofreu em sua infância, por causa das violentas tempestades e tormentas que encheram todos os habitantes dos vales de terror. A voz interior, que ela reconheceu como a voz de Jesus, indicava que ela deveria se tornar uma irmã missionária. Isso certamente traria dificuldades, Ele disse a ela, mas não deveria ser causa de medo porque Ele lhe daria Sua força. Quando Arnaldo Janssen recebeu a carta de Margaretha pedindo admissão às Irmãs Missionárias, pareceu-lhe que esse era apenas o material do qual Deus esculpe seus santos.  STEYL, TERRA DE MISSÃO Como tirolesa, Margaretha achou a pronúncia do alemão estranha, bem como algumas das tarefas que lhe foram dadas e a comida servida em Steyl. Em sua cela à noite, sentia saudades de casa. Mais tarde ela escreveu: “Eu chorava lágrimas amargas e depois dormia.” O desejo de salvar almas deu-lhe forças para superar todas as dificuldades. Ela foi admitida no noviciado com o nome de Irmã Theresia. Sofreu por se sentir marginalizada no trabalho manual, pois era difícil para ela tricotar e bordar, pois tinha pouco talento para isso. Costumava consertar meias na sala de costura. Buscava refúgio na oração. E usou essas oportunidades para superar sua própria vontade e seu orgulho. O Espírito Santo foi seu professor e a enriqueceu com seus dons. Ele a levou a um relacionamento íntimo e confiante com Jesus. Ela se juntou ao grupo das primeiras doze Servas do Espírito Santo, que fizeram seus primeiros votos por 7 anos em 12 de maio de 1894.  SERVIÇO DE LIDERANÇA Mestra das Noviças e das Probanistas Pouco depois de fazer seus primeiros votos, o Fundador chamou-a ao parlatório para conversar com ela. Ir. Theresia foi com grande expectativa, confiante de que iria receber nomeação para uma missão estrangeira. Mas, uma vez mais ela experimentou um profundo desapontamento e humilhação. Pe. Arnaldo perguntou qual era o seu traqbalho e ela respondeu: “Cerzir meias”. Ele respondeu: “Bem, então continue a cerzir meias.” Mas alguns meses depois ele a chamou novamente, desta vez para pedir-lhe que se tornasse Mestra de Noviças. Ela foi a primeira Mestra de Noviças oficial da Congregação. Tinha 26 anos. Ensinou simplicidade, humildade e obediência. Pe. Arnaldo reconheceu as qualidades de liderança em Ir. Theresia. Ela possuía uma espiritualidade saudável, critérios claros e a prudência necessária para esse tipo de trabalho. Em 1900, ele a nomeou assistente para a Madre Josepha, bem como Mestra de Noviças. No dia 8 de setembro de 1901, as nove primeiras Irmãs, entre elas Madre Josefa e Ir. Theresia, fizeram os votos perpétuos. Em 1902, ela também recebeu a responsabilidade pela preparação das Irmãs para os votos perpétuos. Quando Madre Josefa ficou seriamente doente entre 1902 e 1903, toda a responsabilidade caiu sobre Ir. Theresia. Madre Geral Madre Josefa morreu em 1903 e Pe. Arnaldo nomeou Ir. Theresia como a nova Superiora Geral. Ela tinha 35 anos e, com esta nomeação, assumiu uma tarefa importante juntamente com uma cruz pesada. Havia 205 irmãs professas, 63 noviças e 44 postulantes. Ao ser nomeada Superiora Geral, ela estava mais consciente da responsabilidade do que do título e da dignidade de seu cargo. Em uma carta circular a todas as irmãs, escreveu: “Assumo esta grande responsabilidade com humildade, mas também com confiança em Deus”. NA ESCOLA DA CRUZ Em quase todos os estágios de sua vida religiosa, várias doenças, dores e impedimentos a afligiam. Ela sofria com o clima úmido da região da Baixa Renânia: resfriados, bronquite, angina… Quando ela era Mestra de Noviças, teve um problema com o joelho. Então surgiu uma infecção óssea na perna esquerda. O problema piorou e o médico recomendou cirurgia. Em 1906, sua perna esquerda foi amputada até o joelho. Ela recebeu uma pesada prótese de madeira feita na sapataria de Steyl. Em 1913, enquanto visitava as Filipinas,  fez uma cirurgia de mama. Então, em 1916, ela passou por outra operação. Segundo o médico, sem a cirurgia ela teria morrido dentro de 2 a 3 meses por causa de sua anemia total e do tumor interno. Sua saúde frágil influenciou seu bem-estar físico. Ela nunca recuperou seu antigo vigor. Mas a mulher interior permaneceu forte e ela amadureceu durante este período doloroso. Pe. Arnaldo conhecia e apreciava cada vez mais o templo de seu espírito, sua

Festa julina reúne famílias no Convento Santíssima Trindade

Já virou tradição o Convento Santíssima Trindade transformar-se, todo o início de julho, em arraial e abrir espaço para a confraternização entre colaboradores, suas famílias e as missionárias Servas do Espírito Santo das comunidades do Convento e Santana, em São Paulo-SP. Neste ano, não foi diferente. Durante toda a semana, as várias equipes de colaboradores e colaboradoras se organizaram para preparar variadas comidas típicas, organizar as barracas de pesca, de lançamento de bolas na boca do palhaço, bingo e sorteios. Quando chegou a hora da festa, estava tudo enfeitado com bambu e bandeirinhas. Havia mesas repletas de comidas, bebidas e doces para todos se servirem à vontade. Para iniciar, uma breve apresentação dos convidados e oração. Foram dadas as boas-vindas ao grupo de irmãs SSpS, missionários do Verbo Divino e leigos vindos de outros países e regiões do Brasil para o Curso de Bibliodrama, realizado no Centro Missionário Cultural Santíssima Trindade, que funciona na área do Convento. Para esse grupo internacional tudo era novidade. Puderam conhecer um pouquinho da cultura brasileira e saborear nossos pratos típicos juninos, como pipoca, milho assado, pamonha, canjica, curau, quentão, vinho quente, cuscuz, bolos, biscoitos e vários outros tipos de doces e salgados. O casamento caipira fez todo mundo dar risada e culminou com a divertida dança da quadrilha, na qual todos podiam entrar. A criançada também aproveitou as brincadeiras, e as famílias estavam felizes em passar juntos uma tarde alegre e ensolarada. Para ver os principais momentos da festa, assista ao vídeo e curta nosso álbum de fotos: Álbum de fotos

Missionárias realizam Formação em Interculturalidade

Em maio de 2018 as Missionárias Servas do Espírito Santo – Brasil Norte realizaram um Encontro de Formação sobre Interculturalidade, visando aprimorar seus conhecimentos para trabalhar as relações interpessoais nas diferentes realidades nas comunidades em que se encontram. O encontro aconteceu em São Paulo e Belo Horizonte e foi assessorado pela Irmã Missionária SSpS Adriana Carla Milmanda. No encontro, a Província SSpS do Brasil Norte organizou uma série de oficinas que agruparam as irmãs por idades. De acordo com a realidade de cada grupo, o workshop proporcionou uma introdução aos temas interculturais, como o atual conceito de multiculturalismo e  de cultura, compreensão das diferenças fundamentais entre culturas, estilos culturais de resolução de conflitos e espiritualidade da interculturalidade como estilo de vida e caminho de conversão permanente. Ir. Adriana nos apresenta um resumo do que ela compartilhou com as irmãs: “Em um mundo cada vez mais globalizado e interligado, mas também cada vez mais polarizado e dividido, é essencial refletir e discernir nossa atitude para com o “outro” que é diferente (cor da pele, religião ou posição teológica, idade, sócio econômico, etc). Humanamente, tememos as diferenças, os conflitos e os desafios que eles geram. No entanto, é urgente abordar essas diferenças e conflitos como oportunidades de crescimento e um chamado à conversão. Em um mundo que sobe cada vez mais paredes e leva a um abismo profundo entre os que “têm” e os que são sistematicamente excluídos e marginalizados, o multiculturalismo nos desafia para fora de nossas zonas de conforto, a atravessar intencionalmente essas barreiras tentando me colocar no lugar do outro para que eu possa me comunicar de uma maneira mais empática. Apenas o encontro profundo com o “outro” pode tocar nossos corações e nos abrir a uma transformação interior, de modo que encontramos juntos novas respostas e novas formas de inclusão, compaixão e solidariedade radical, como é proposto no Projeto do Reino que Jesus inaugurou. Multiculturalismo, não é apenas viver ou trabalhar com pessoas de diferentes culturas, mas é estabelecer relações igualitárias que promovem o enriquecimento de cada uma das partes. Interculturalismo é essencialmente encontrar formas e meios para estabelecer verdadeiras relações de reciprocidade e diálogo; para descobrir estilos de vida alternativos em um mundo cada vez mais violento, intolerante, indiferente e dividido. A chave para viver este desafio é conhecer as diferenças e aceitá-las e até mesmo desejá-las, para que elas se tornem um caminho de transformação pessoal e comunitária. O maior perigo é ignorar, minimizar ou se acostumar a simplesmente a tolerar as diferenças culturais. Como Congregação, as Missionárias Servas do Espírito Santo receberam o chamado à vida e missão intercultural como carisma e estilo de vida. Com nossas luzes e sombras, temos vivido e desenvolvido por mais de 100 anos este carisma, que hoje é uma dádiva e responsabilidade perante a Igreja e o mundo.” Sobre a palestrante Adriana Carla Milmanda é Missionária Serva do Espírito Santo na Argentina, é bacharel em Teologia e mestranda em Estudos Interculturais e Bíblia. Atualmente mora na periferia da cidade de San Carlos de Bariloche, onde leciona Teologia e coordenana o Projeto “Ser Mulher” que acompanha mulheres em situação de vulnerabilidade.

Qual é o papel da missão hoje no mundo?

A cada 6 anos, a Sede da Congregação das Missionárias Servas do Espírito Santo envia irmãs, em geral de duas a duas, para acompanhar e animar o serviço das missionárias pelo mundo. Neste ano a visitação aconteceu no primeiro semestre de 2018, na qual as Conselheiras Gerais, irmãs Mikaelin e Eleonora puderam acompanhar o trabalho de toda as comunidades e as organizações envolvidas com as irmãs da Província Brasil Norte. A Irmã Mikaelin Bupu, natural da Indonésia, 29 anos de vida religiosa, trabalhou no Departamento de Computação e Tecnologia da Congregação de Roma e foi Provincial na Indonésia. Em 2014 ela entrou para a Equipe da Direção Geral onde desenvolve diversos serviços. A Irmã Eleonora Cichon, natural da Polônia, foi para Roma estudar Pedagogia e depois trabalhou na Coreia com crianças de famílias separadas, pessoas com AIDS, naformação e na liderança das irmãs. Em 2014 ela também foi eleita para Equipe da Direção Geral, em Roma. Elas explicaram que a visitação tem um efeito altamente positivo na vida das irmãs, motivando-as a continuar a missão, que nem sempre é simples de ser realizada. “É como se fosse feito uma rede de conexões, nós trazemos notícias da Congregação e levamos as notícias daqui também, dessa forma aprendemos a ser uma com as irmãs daqui”, disse Ir. Eleonora. “Estamos aqui para animar, partilhar, conviver, escutar, avaliar e ajudar a província em suas necessidades e  reforçar a ligação entre a Sede da Congregação em Roma com a do Brasil”, acrescentou. As irmãs visitadoras disseram que a missão tem um papel muito importante e significativo nos dias de hoje e que ela é um mandato do próprio Jesus, que enviou seus discípulos a anunciar as boas novas, além disso, a missão reforça a espiritualidade, o trabalho social e o diálogo inter-religioso. A missão também promove a construção da paz e o valorização da vida, temas que são trabalhados todos os anos pela Igreja Católica através da Campanha da Fraternidade. Nesta mesma perspectiva a Congregação definiu 2018 como o “Ano da Comunhão com os Outros”. Em função disto, todas as irmãs, no mundo inteiro, tem se dedicado a construir laços com as pessoas, especialmente de outras religiões e organizações, para que possam trabalhar em prol da sociedade. Em alguns países a Congregação enfrenta um pouco de resistência para o trabalho em conjunto por parte dos grupos religiosos radicais, mas ela tem dialogado e se mostrado abertas para ampliar as relações. A visita ao Brasil trouxe às irmãs visitadoras uma percepção maior de alguns fatores que precisam ser trabalhados enquanto sociedade: a diminuição da violência e a motivação da Igreja para construir a paz e a valorização da família. Neste sentido, as missionárias têm se dedicado ao ensino pedagógico e aos princípios morais através de seus colégios, onde alunos tem aprendido sobre valores éticos e cristãos e os transmitido para suas famílias. A Congregação das Missionárias Servas do Espírito Santo da Província Brasil Norte tem realizado diversos trabalhos pelo Brasil. Ao todo são 13 comunidades em 4 estados, prestando serviços de educação, de apoio às comunidades carentes e de periferia, de reintegração de migrantes na sociedade, oferecendo cursos para leigos, aconselhamento de mulheres, entre outros. Antes de voltar à Roma, as irmãs Mikaelin e Eleonora deixaram uma mensagem de ânimo e encorajamento para todos. Veja a seguir:

Irmãs Missionárias rezam pela paz no mundo

Em meio a tantos conflitos políticos, sociais e morais que o mundo enfrenta nos dias de hoje, as Missionárias Servas do Espírito Santo se reuniram para rezar pela paz . Em poucas palavras expressaram seu desejo pela proteção de todas as pessoas em todos os lugares dos 5 continentes. A celebração aconteceu no Convento Santíssima Trindade onde as irmãs realizaram danças culturais, missa e um almoço de confraternização. Veja as fotos destes momentos:

Websérie “É Nossa História” – Ep. 8: Missão em Abreulândia

Visitar, animar e cuidar, essa é a rotina das Irmãs Missionárias na comunidade de Abreulândia-TO e nos assentamentos rurais. Em meio a desafios locais, elas incentivam jovens e famílias a se envolverem com a Igreja. Nos assentamentos, o clima de precariedade reforça ainda mais a vontade de ajudar os moradores das zonas rurais a lutarem em favor de seus direitos. Assista agora na Websérie “É Nossa História” todos os detalhes da missão das irmãs neste município.  Fique ligado no próximo episódio e inscreva-se em nosso canal para receber a notificação. Até mais!

Missionárias apoiam Conferência Mundial na Tanzânia

O Conselho Mundial de Igrejas (CMI) está realizando uma Conferência Missionária Mundial em Arusha, Tanzânia, de 8 a 13 de Março de 2018. Aproximadamente um milhão de participantes estão inscritos para a audiência. A Irmã Missionária Serva do Espírito Santo Mary John participa como representante do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos. É uma importante conferência ecumênica em nível mundial e, para toda a Congregação, uma grande oportunidade para promover a comunhão com os outros. Os participantes católicos dirigem a oração do meio dia nesta quinta-feira, 8 de março. Como uma forma de apoiar este evento, convidamos você para rezar junto conosco, durante esses dias da Conferência, a seguinte oração: Oração pela conferência Deus da vida, Nós te louvamos por Cristo nosso Salvador e pelo dom de vosso Espírito Santo. Te agradecemos pela voz de Jesus que nos chama a seguí-lo. Te oferecemos a Conferência Missionária Mundial em Arusha, Tanzânia. Pedimos tua benção por aqueles que preparam a conferência, Por aqueles que participaram e, sobretudo por vosso povo. Que avancemos no teu Espírito Santo para que sejamos discípulos transformados que transformem nosso mundo. Tudo por vossa glória, por meio de Cristo nosso Senhor. Amém!   Mais informações no link: https://www.oikoumene.org/en/mission2018 , onde você encontrará também bons materiais sobre estudos bíblicos, temas de justiça social e orações ecumênicas.

Política de Privacidade

Este site usa cookies para que possamos oferecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.

Mais informações sobre: Política de Privacidade