À luz do Evangelho Dominical

Neste 30º Domingo do Tempo Comum, a liturgia traz o Evangelho de Lucas (18,9-14), que conta a parábola do fariseu e do cobrador de impostos (chamado também de publicano). O padre Fábio Pires, missionário do Verbo Divino e especialista em Bíblia, reflete sobre o trecho. O cenário é o templo, lugar de oração. Cada personagem relaciona-se com Deus de uma maneira completamente diversa. Jesus chama a atenção daqueles que instrumentalizam a religião e a usam para afirmar a si próprios. Essas pessoas são representadas, na parábola, pelos fariseus. Do outro lado, está o publicano. Este se põe afastado, reconhece sua fraqueza e a necessidade do perdão de Deus. Quem demonstra humildade em sua relação com o Pai volta para casa justificado, atendido em sua prece. Jesus nos ensina que precisamos de uma oração tal como a dos pobres, de total confiança em Deus, conhecedor das limitações humanas. “Quem se eleva será humilhado, e quem se humilha será elevado” (v. 14). Assista ao vídeo produzido pela Verbo Filmes e saiba mais.

À luz do Evangelho Dominical

O evangelho deste 29º Domingo do Tempo Comum é uma passagem de Lucas (18,1-8). O texto valoriza a fé e a perseverança na oração. O padre Fábio Pires, missionário do Verbo Divino e especialista em Bíblia, mostra que a cidade, e não o Templo ou a sinagoga, é o cenário escolhido para a parábola de Jesus. Dois personagens representam a realidade daquele tempo e dos dias atuais: um juiz sem ética e sem moral, que não teme a Deus, e uma viúva, representação dos mais fracos. A mulher exige do magistrado um direito, mas o homem exerce seu ofício não por ser sensível à Justiça, um valor importantíssimo para os judeus e cristãos, mas para não ser importunado. E Jesus pergunta: “E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que dia e noite gritam por ele?”. Quem grita por socorro, segundo o ensinamento do Senhor, será ouvido, mas sempre no tempo de Deus. Por isso Jesus recomenda firmemente a persistência na oração. O texto finaliza destacando o valor da fé na relação com o Pai. Assista ao vídeo produzido pela Verbo Filmes e saiba mais.

À luz do Evangelho Dominical

O evangelho deste domingo, retirado de Lucas (17,11-19), começa mostrando uma dolorosa realidade no tempo de Jesus e também hoje: o drama das pessoas excluídas, representadas pelos dez leprosos, número que indica grande quantidade. O trecho relata não somente a cura dos dez enfermos, mas a entrega dessas pessoas ao convívio social. Um dos fatos curiosos é que, dos dez resgatados pelo Senhor, apenas um retornou para agradecer. Esse homem era justamente um samaritano, um povo menosprezado. Retornar para agradecer é ato de fé, é conversão, um sinal da vitória da vida sobre a morte. O padre Fábio Pires, missionário do Verbo Divino e especialista em Bíblia, explica que a passagem de Lucas também tem sentido litúrgico, como a celebração da vida e da Eucaristia: um encontro, um pedido de perdão, cantar e dar glória a Deus pela vida, retornar e agradecer: a Eucaristia. Com muita alegria, a Igreja no Brasil celebra também a canonização da Irmã Dulce; a partir de agora, a Santa Dulce dos Pobres. Veja um trecho do documentário “Mãos Carinhosas”, produzido pela Verbo Filmes. No vídeo, a própria santa conta um pouco de sua missão. Imperdível!

À luz do Evangelho dominical

O Evangelho deste domingo (Lc 15,1-32) traz três parábolas de Jesus: a ovelha perdida, a moeda perdida e o filho pródigo. Três situações em que há uma quebra da unidade e algo ou alguém se perdeu: a ovelha que se desgarrou do rebanho, a moeda que precisou ser procurada e o filho que abandonou a família e esbanjou seus bens até cair na miséria. Em todas essas situações, Jesus mostra o quanto Deus se importa com cada pessoa, mesmo com aquelas que se desviaram do caminho e fizeram coisas erradas. No vídeo, o biblista Afonso Giglio Junior explica cada uma das parábolas e, partindo da história do filho pródigo e cada um dos personagens, apresenta os cinco passos necessários para o perdão. E você, com qual dos irmãos se identifica? Assista ao vídeo e se deixe tocar pelo amor misericordioso de Deus.

À luz do Evangelho dominical

Hoje é muito fácil dizer que seguimos Jesus, que somos seus discípulos e discípulas. Mas será que estamos seguindo os critérios que o próprio Jesus nos apresenta para seu seguimento? O Evangelho deste domingo nos apresenta quais as condições para poder ser discípulo ou discípula de Cristo. São exigências que vão até a raiz mais profunda de nossa vida e de nossos afetos. Jesus exige amor absoluto, desapego total e disposição para tomar a cruz. Será que estamos dispostos? O projeto do Reino de Deus é tão importante que não dá para fazer de conta. Seguir Jesus é entregar a própria vida, como Ele mesmo fez. Para nós, isso é impossível, mas, com a graça do chamado que Jesus faz a cada pessoa, podemos colocar tudo o que somos e temos a seu serviço e da humanidade. No vídeo produzido pela Verbo Filmes, o biblista Afonso Giglio Junior fala da radicalidade do seguimento de Cristo e da resposta que o Evangelho pede de nós. Confira!

À Luz do Evangelho Dominical

No Evangelho deste domingo (Lc 12,32-48), Jesus nos adverte que onde está nosso tesouro aí está também nosso coração. Se nosso tesouro são as coisas de Deus, então nossa vida estará direcionada para Deus. Mas se colocamos nossa vida em função do dinheiro, não estamos ajuntando tesouros no céu. Assista ao vídeo e descubra o que Jesus pensava a respeito do dinheiro e como podemos nos tornar verdadeiramente ricos para Deus.

À luz do Evangelho dominical

No Evangelho deste domingo (Lc 12, 13-21), Jesus apresenta a história de um homem rico que teve uma colheita extraordinária e não sabia o que fazer com todos os seus bens. Paralelo a isso, a biblista Gisele Canário, do Centro Bíblico Verbo, apresenta a realidade de carência que viviam os pobres naquela época e também ainda hoje. Mas o rico não tinha a menor preocupação com eles e com ninguém, pensava somente em si mesmo e como aproveitar a abundância de suas riquezas. Jesus confronta o personagem em relação ao que aconteceria, pois ele morreria. Para quem ficaria tudo o que tinha? Qual o sentido das posses e riquezas diante da morte? Qual é a verdadeira riqueza e que dá sentido à vida? Confira, assistindo ao vídeo.

O pão nosso de cada dia

No Evangelho deste domingo (Lc 11,1-13), Jesus nos ensina a rezar a oração do Pai-Nosso. É uma prece que rezamos desde quando éramos crianças, mas que talvez ainda não conseguimos alcançar todo o seu significado e profundidade. Neste vídeo, Ir. Nelly Boonen aprofunda a oração do Pai-Nosso e o que significa chamar Deus de Pai, como Jesus o fazia. Trata-se de uma relação cheia ternura, respeito e carinho que nos aproxima de um Deus amoroso que dá sentido e plenitude à nossa vida. Implica, contudo, vivenciar as atitudes de confiança do ser filho, filha em relação a Deus e, ao mesmo tempo, ser irmão e irmã das outras pessoas. Rezar o Pai-Nosso expressa nossos desejos mais profundos que vão além de nossas necessidades de cada dia, que confiamos receber do Pai. Desejamos o Reino de Deus que nos trará todo o bem. Mas há uma exigência: o perdão. No Pai-Nosso, o perdão que recebemos é consequência do perdão que oferecemos. Há um compromisso e uma reciprocidade que nos torna responsáveis no construir relações de acordo com o projeto do Reino dos Céus. Que Deus Pai nos ajude a mergulhar em seu mistério de amor e perdão.

Da interioridade à hospitalidade

Neste domingo, o Evangelho apresenta duas mulheres que recebem Jesus em sua própria casa: Marta e Maria. As duas queriam acolher Jesus da melhor maneira possível. Marta arrumando a casa e preparando a comida; Maria sentando-se aos pés de Jesus e escutando-o. No vídeo, Ir. Nelly Boonen comenta o sentido da hospitalidade e da interioridade, mostrando o valor de ambas e trazendo o tema para nossa realidade cotidiana. Jesus adverte Marta por ela se preocupar com tantas coisas, quando só uma realmente é importante. E nós? Com quantas coisas nos preocupamos… Vivemos ou no passado ou no futuro e não conseguimos nos fazer presentes para acolher quem chega. Só vivendo o momento presente podemos nos encontrar de verdade com a outra pessoa. Em meio a tantas preocupações da vida atual, como abrir a porta da interioridade para estar em casa dentro de nós mesmos? Acolhendo a solidão e o silêncio interior, nós nos capacitamos para acolher de fato as outras pessoas, vivendo a hospitalidade.

À luz do Evangelho dominical

Neste domingo, o Evangelho traz alguns questionamentos sobre o modo com o qual devemos pensar e agir como cristãos. A passagem nos propõe algumas perguntas as quais pedem respostas abertas, muito além de um mero “sim” ou “não”. Entre elas está “Quem é o meu próximo?”. No vídeo deste 15º Domingo do Tempo Comum, a irmã Nelly Boonen, missionária serva do Espírito Santo e especialista em Justiça Restaurativa, conduz uma reflexão baseada na chamada “Parábola do Bom Samaritano”. Na história, Jesus narra a atitude de um samaritano que se detém para socorrer um desconhecido caído à beira do caminho e muito machucado depois de um assalto. A missionária também relata o caso de Kristin Verellen, uma belga cujo marido foi morto em 2016, numa série de atentados terroristas em Bruxelas. Em vez de propagar o ódio e a vingança, ela decidiu promover ações de incentivo ao diálogo e à fraternidade. Assista ao vídeo produzido pela Verbo Filmes.

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