Campanha Missionária 2018 – 3º dia

3º dia – Vida consagrada: testemunhas sem fronteiras O espírito missionário ad gentes, de uma Igreja em saída, hoje é testemunhado pela irmã Adilta Sobrenome, de Moçambique e atualmente morando em Rondônia, e pela irmã Telma Sobrenome, brasileira que trabalha em Moçambique.

A lição da figueira

“Aprendei, pois, a parábola da figueira. Quando o seu ramo se torna tenro e as suas folhas começam a brotar, sabeis que o verão está próximo. Da mesma forma, também vós, quando virdes essas coisas acontecerem, sabei que ele está próximo, às portas” (Mc 13,28-29). A poesia de Jesus, em continuidade com a tradição de Israel, faz uso de imagens para apresentar a presença salvadora de Deus na vida das pessoas. A figueira é referida como sinal concreto da chegada do verão. Da mesma forma, os sinais realizados por Jesus também são a prova de que o Reino de Deus está bem próximo. Essa parábola é uma das mais difíceis de compreender, e, quando interpretada, é lida em referência ao do fim do mundo. O perigo das interpretações descontextualizadas e isoladas conduz ao reducionismo ou fundamentalismo. E então a mensagem salvadora do texto corre risco de ficar oculta pelas especulações de condenação final ou servindo de falsas marcações de datas sobre a volta de Jesus. Porém a parábola da figueira aponta em outra direção e pode ser lida em paralelo com as parábolas que tratam da colheita, do vinho, da messe. Isso porque ela contém figuras de julgamento e assim introduzem o tempo da salvação. Quando os ramos se tornam tenros e as folhas começam a nascer, saberemos que o verão está próximo. “Da mesma forma, quando virdes acontecer essas coisas saiba que ele está próximo, às portas.” Quem está às portas? É o Messias. É interessante observar que, quando a figueira perde as folhas, parece como que inteiramente morta, por isso seus brotos irrompem como se a vida vencesse a morte. Não é por acaso que Jesus usa essa imagem para mostrar que o Messias tem seus prenúncios: o povo da salvação é chamado para nova vida. Mas o que podemos apreender da figueira? A lição da figueira é, para todas as pessoas e em todos os tempos, um alerta sobre o mistério da vida e da morte. Pois nem sempre estamos conscientes e, muitas vezes, ficamos alheios aos sinais da presença salvadora de Deus. As mídias nos bombardeiam com notícias sobre assassinatos, catástrofes, etc., misturadas com ofertas de produtos, viagens, comidas e vida de celebridades. É difícil digerir tanta informação e mais difícil distinguir o que é fato real e o que é #fakenews. O mais grave é que, pela rapidez das coisas, nem temos tempo para permitir-nos sentir dor e alegria, indignação e compaixão diante as realidades apresentadas. Aprendamos, pois, com a figueira o discernimento e a sensibilidade: “Sabei que ele está próximo, às portas” e, nos chama para uma vida nova! Irmã Juana Ortega, SSpS, é teóloga especializada em Bíblia. Nasceu no México, trabalhou em Moçambique e, atualmente, além de animadora vocacional, acompanha as jovens aspirantes na Comunidade Madre Josefa, em Belo Horizonte-MG.

Campanha Missionária 2018 – 2º dia

2º dia – Seminaristas assumindo o compromisso missionário A atividade missionária é um dom a ser cultivado, de maneira especial, pelos candidatos ao sacerdócio, os seminaristas. Vamos acompanhar hoje o depoimento missionário do seminarista João Luís da Silva.

Os desafios da felicidade, imortalidade e divindade para o homem contemporâneo

Os avanços na Medicina e nas ciências ocorridos desde o início da Idade Moderna marcaram, para os humanos, um estabelecimento de eras subsequentes cujo principal foco foi a manipulação da natureza e da ordem que esta determina. Tais fatores levaram ao aumento da expectativa de vida da população, além do desenvolvimento de tecnologias, principalmente no século XXI, que ultrapassam os limites humanos (algo que pode ser sintetizado pela frase “prever para prover”), como a criação de inteligências artificiais ou processos de mudança biológica, em geral. Nesse contexto, surgiu o tema da busca incessante pela felicidade, imortalidade e divindade, uma vez que, tendo amenizado os grandes problemas da humanidade (fome, peste e guerras) e percebendo a capacidade humana de modificação da realidade, a sociedade passou a perseguir desafios mais complexos a serem superados. Felicidade é um termo relativo e abrangente. O vocábulo pode ter significados distintos, dependendo da visão de mundo da pessoa que o interpreta. Em termos gerais, essa palavra exprime um estado de espírito no qual um ser se vê realizado e contente com sua situação de vida, sem qualquer tipo de frustração. O grande desafio que envolve esse tema é como os homens conseguiriam alcançá-lo e o que fariam após a conquista. Algo que permanece por muito tempo acaba se tornando rotineiro e banal, o que resultaria na falta de rumo das pessoas que se declarem “felizes”. A busca pela imortalidade pode ser relacionada com o ponto mencionado anteriormente, pois os seres humanos têm forte apego à vida e grandes dúvidas em relação à morte, algo que causa um crescente temor por esse “fenômeno” natural. Desse modo, a imortalidade seria uma solução para esse medo, trazendo a felicidade e, depois disso, a monotonia. O último dos tópicos, a divindade, mostra o pensamento antropocêntrico dos humanos, pelo qual passam a se considerar como seres superiores. Assim, as atitudes tomadas passam a ser de degradação do meio e de outras formas de vida. Porém os humanos ainda não perceberam que o avanço tecnológico pode levar à degradação da espécie. Nesse contexto, deve-se promover um acesso maior de informações para a população, auxiliando no alargamento de sua visão, já que, assim, a busca por tais temas citados seria feita com mais consciência de seus efeitos. Para isso, o governo deve investir em educação pública, incentivando as escolas a realizarem projetos que auxiliem os alunos a criarem planos de vida menos arriscados e mais realizáveis. Organizações não governamentais e outras instituições podem fazer campanhas que estimulem o respeito e a preservação da vida. Maya Chaves M. Borges, 2º ano do ensino médio Colégio Sagrado Coração de Jesus, Belo Horizonte-MG

O sal da vida cristã

Quanto mais Jesus nos mostra o amor de seu Abba (Pai) tanto mais espera nossa resposta gratuita a esse dom do amor. E esse é o sentido de ser sal em nós mesmos. Mas o amor não gera reações automáticas. Ele é mais uma disposição pessoal que se concretiza no bem comum e, por esse motivo, o discípulo deverá primeiro ser salgado no fogo. “Todos serão salgados com fogo” (cf. Mc 9,49). Segundo a lei judaica, todo sacrifício devia ser salgado antes de ser devotado a Deus no altar (Levítico 2,13). Esse sal usado para o sacrifício era considerado o sal da Aliança (cf. Números 18,19). Jesus, na Nova Aliança, não preserva do sacrifício, Ele mesmo se faz sacrifício (cf. Lc 22,19-20). Nesse contexto, compreende-se que, antes de a vida do cristão ser aceitável a Deus, deve ser tratada com fogo. No Novo Testamento, encontramos duas conexões referidas ao fogo. A primeira alude à purificação do pecado; e a segunda, à destruição. No caso, os primeiros cristãos vivenciaram a destruição na perseguição pela fé. Sob esse marco, compreende-se o ditado de Jesus (“Todos serão salgados com fogo”), no sentido de que a vida purificada pelo amor e a vida que enfrentou a perseguição por causa do Reino são agradáveis a Deus. Na Contemporaneidade, nós, cristãos, vivemos em um mundo que propaga “a sociedade do bem-estar”. Diariamente assistimos a uma variedade de ofertas prometendo-nos “bem-estar pessoal” à custa do mal-estar dos outros. Estamos invadidos de produtos que vendem saúde, beleza, qualidade de vida… Por outro lado, temos uma captura biotecnológica da vida, produtora de mais-valia e rentabilidade. A avalanche de ofertas termina convencendo-nos inclusive da felicidade, mas o que temos é uma total manipulação da vida e, no fim, vamos tornando-nos “insossos”, sem paixão e incapazes de enxergar a realidade. Nesse cenário, ressurge o dito de Jesus: “O sal é bom; mas se o sal se tornar insípido, como o retemperar?”. As características do sal são temperar e evitar a decomposição. Por isso resulta bem mais compreensível a insistência de Jesus para sermos sal, pois o cristão é enviado a viver numa sociedade corrompida, deprimida e cansada. E é nessa realidade que o cristão é enviado para dar sabor, por meio da esperança, da pureza e da partilha de nossos bens e talentos. É nesse contexto que o nosso sal deve se espalhar para evitar a decomposição social. Irmãos e irmãs em Cristo, sejamos sal, vivendo limpos do egoísmo e da corrupção, porque só a vida que está limpa e cheia de Cristo pode estar em verdadeira comunhão com os outros e com a criação! Irmã Juana Ortega, SSpS, é teóloga especializada em Bíblia. Nasceu no México, trabalhou em Moçambique e, atualmente, além de animadora vocacional, acompanha as jovens aspirantes na Comunidade Madre Josefa, em Belo Horizonte-MG.

A alegria do chamado e os escolhidos de Deus

Muitos acreditam que Deus chama apenas alguns para segui-lo mais de perto e deixa de lado os outros. Em um olhar atento ao Evangelho, encontramos Jesus convidando diferentes pessoas para tornarem-se seus discípulos (Mt 4,18; 9,9; 19,21). Essa era e continua sendo sua pedagogia. Mas será que o chamado de Deus à intimidade e ao seguimento radical de Jesus é somente para alguns? Podemos ver em João (6,37-38) que Jesus afirma: “Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim, de maneira alguma, o lançarei fora”, e, em Mateus (22,14), ainda acrescenta: “Muitos são os chamados, mas poucos os escolhidos”. Esses versículos e tantos outros que falam do povo escolhido nos dão a certeza da predileção de Deus. Todavia não podemos nos esquecer de que João também diz: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3,16). Assim como em Mateus (7,7-8), Jesus afirma: “Peçam, e será dado; busquem e encontrarão; batam, e a porta será aberta. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e àquele que bate a porta será aberta”. Através da história da salvação, coroada com a entrega de Jesus à morte por toda a humanidade (Jo 3,16), podemos ver claramente um Deus que a todos convida (Mt 28,18-20), ama e envia (Mt 24,14). O chamado assim está colocado para todos os seres humanos, mas o mandato é dado àqueles que aceitam e respondem positivamente ao convite de construir o Reino de Deus. Portanto Jesus chama todos para segui-lo mais de perto, a permanecer, de forma íntima e pessoal, no seu amor. Mas Ele respeita nossos limites e nossa resposta. Deus dá igualmente sua graça a todos os seus filhos, mas não atua de forma invasiva em nossa vida. Somos vocacionados, chamados à missão, já escolhidos para formar o corpo de Cristo, cada um desde um estado de vida específico, por exemplo, no matrimônio, na vida religiosa consagrada, como leigo, etc. Nosso caminho se faz aos poucos, na comunidade de fé – Igreja. O Espírito Santo nos inspira a descobrir, pelo discernimento, qual é o estado de vida que nos levará a viver, com alegria, nossa vocação!

Enviados para testemunhar o Evangelho da paz

Outubro é o Mês das Missões. As Pontifícias Obras Missionárias (POM) escolhem, junto com a Conferência de Bispos do Brasil (CNBB) e outros organismos que compõem o Conselho Missionário Nacional (Comina), o tema para incentivar os cristãos a refletirem e reanimarem o espírito missionário. O tema é um guia que busca sensibilizar, despertar vocações missionárias e promover a coleta no Dia Mundial das Missões, realizada no penúltimo domingo de outubro (neste ano, nos dias 20 e 21). Em 2018, o tema é “Enviados para testemunhar o Evangelho da paz”; e o lema, “Vós sois todos irmãos” (Mt 23,8). Para refletir o tema, são preparados alguns subsídios: a novena missionária, que inclui a mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial das Missões, acompanhada de um DVD com testemunhos de missionárias e missionários que anunciam o Evangelho em distintas realidades. Acompanhe os temas da novena por meio dos vídeos que serão publicados nestes dias e conheça a vida dos missionários que, com alegria e generosidade, se entregam na missão de Nosso Senhor Jesus Cristo. 1º dia – Campanha Missionária 2018 2º dia – Seminaristas assumindo o compromisso missionário 3º dia – Vida consagrada: testemunhas sem fronteiras 4º dia – Cristãos leigos e leigas, sujeitos da missão 5º dia – IAM, 175 anos fazendo discípulos missionários para o mundo 6º dia – Igreja doméstica em saída missionária 7º dia – Testemunhas de superação da violência 8º dia – Amazônia em missão 9º dia – Juventude missionária testemunhando o Evangelho da paz O material é preparado pelas Pontifícias Obras Missionárias (POM) e também se encontram disponíveis para serem baixados no endereço www.pom.org.br

VIII Leitura Contínua da Palavra de Deus

O mês de setembro é marcado pelo início da primavera e dedicado à Palavra de Deus. Assim como as flores transformam o mundo, dando-lhe cor e vida, a Palavra de Deus ganha força quando encontra um coração capaz de transformá-la em atitudes concretas; assim, ela floresce e se enche de cor. Por essa razão, o grupo de Crisma e a Perseverança do Colégio Espírito Santo, em São Paulo-SP, participou da VIII Leitura Contínua da Palavra de Deus, em parceria com o Arsenal da Esperança. O propósito da iniciativa é realizar uma corrente de leitura da Bíblia em vários pontos da cidade de São Paulo, promovendo momentos de vigília e leitura da Sagrada Escritura. Neste ano, os livros do Pentateuco ganharam vida na voz de cada jovem que se prepara para o sacramenta da Crisma e dos que caminham na perseverança. É a Palavra de Deus que chega aos ouvidos e que move o coração na construção de um lugar onde os valores bíblicos floresçam, colorindo o mundo.

A importância da doação de órgãos

“Não chamem o meu falecimento de leito da morte, mas de leito da vida. Deem minha visão ao homem que jamais viu o raiar do sol, o rosto de uma criança ou o amor nos olhos de uma mulher. Deem meu coração a uma pessoa cujo coração apenas experimentou dias infindáveis de dor.” Esse é o trecho de uma carta anônima de um doador de órgãos divulgada no site da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO). Com vinte anos de atividade, a associação luta por conscientizar a população a respeito da importância da doação de órgãos. Para ser doador, basta avisar sua família. É simples assim. Antes era possível carregar na cédula de identidade um aviso de que a pessoa era doadora de órgãos. Como isso não existe mais, é suficiente alertar os familiares sobre o seu desejo de ceder os órgãos após o falecimento. De acordo com informações da ABTO, a família é quem autoriza a doação, e isso pode ser feito em casos de morte encefálica. É normal, comum até, ter medo da morte e não querer se preocupar com esse assunto ainda em vida. Muito mais cômodo é não pensar a respeito, apesar da inevitabilidade de que, um dia, todo mundo parte. Mas há uma decisão que, se tomada por uma só pessoa durante a vida, pode ajudar a salvar ou, ao menos, melhorar a saúde de outras dezenas: a doação de órgãos e tecidos. Essa é uma determinação que pode ser definida por cada um antes de passar por alguma doença debilitante, mas acaba tendo de ser tomada pelos familiares. E, em meio ao sofrimento da perda, permitir à equipe médica que retire partes do corpo, como coração, pulmão e fígado, pode ser difícil. Por isso é importante que quem pretende ser doador pós-morte informe seu desejo aos familiares. No mundo, trabalha-se com o consentimento informado, como é aqui no Brasil, e o consentimento presumido, em que há um registro de não doadores. Mas mesmo países que adotam um sistema como o nosso poderiam se beneficiar de um registro de doadores que tenha validade. Porque, aí, a decisão passa a ser da pessoa, em vida. Não é toda morte que pode resultar em doação de órgãos. Somente quando o cérebro deixa de funcionar e o coração continua batendo com a ajuda de aparelhos, na chamada morte encefálica, é que os órgãos poderão ser transplantados para outra pessoa. Isso ocorre, por exemplo, com vítimas de traumatismo craniano (por acidente ou violência) ou acidente vascular cerebral (AVC). Já no caso dos tecidos, é diferente; mesmo após a parada cardíaca, é possível doar córneas, pele e ossos, entre outros. Cristiano Franke, coordenador da Central de Transplantes do Rio Grande do Sul, explica que, além de salvar pessoas, prolongando em muito a expectativa de vida, a doação pode melhorar a qualidade de vida de quem precisa de um transplante, permitindo que esses pacientes possam retomar as atividades normais. Aquela pessoa que recebe uma córnea vai voltar a enxergar. Quem deixar de fazer diálise vai poder voltar a trabalhar, viajar, em vez de ficar quatro horas por dia preso a uma máquina. Aquele que precisa de um coração, de um pulmão e hoje não consegue subir uma escada, tomar banho, amarrar o sapato voltará a respirar e sobreviver com o novo órgão. Isso diminui o sofrimento que muitas pessoas têm e as ajuda a superar limitações. A carência de doadores de órgãos é um grande obstáculo para os transplantes no Brasil. A quantidade ainda é pequena diante da demanda de pacientes que esperam pela cirurgia. A falta de informação, o preconceito e as propagandas mal-intencionadas sobre a venda de órgãos também acabam limitando o número de doações obtidas de pacientes com morte cerebral. Com a conscientização das pessoas, o número de doações pode aumentar. Para muitos pacientes, o transplante é a única forma de salvar suas vidas! Irmã Luciana Rzepka, SSpS

Mídias sociais fazem parte de missão SSpS

Pela primeira vez, as missionárias servas do Espírito Santo estão organizando um seminário internacional sobre mídias sociais. Serão três semanas de encontro com as coordenadoras de comunicação das províncias e regiões para aprofundar o tema, partilhar experiências e organizar o serviço de comunicação da Congregação, nos locais onde estão presentes. O seminário será em Roma, na Itália, de 1º a 21 de outubro, com o tema de inspiração bíblica, “Que sua luz brilhe diante das pessoas” (Mt 5,16). O objetivo principal é ajudar as irmãs em todo o mundo a assumirem o trabalho de comunicação como parte da missão SSpS, indispensável para o mundo atual. Além de aprofundar sobre a Comunicação a partir de seus fundamentos teológicos, da espiritualidade trinitária, das questões do mundo atual, evangelização e novas tecnologias, as participantes vão elaborar o Manual de Comunicação e Tecnologia SSpS, com orientações para as equipes de comunicação e para as irmãs em geral no que se refere ao uso das mídias sociais e demais meios de comunicação. Pesquisa nas comunidades Para preparar o seminário e o Manual de Comunicação, foi feita uma pesquisa nas comunidades SSpS, incluindo as cerca de 3 mil irmãs da Congregação. A pesquisa fez um levantamento sobre o uso de equipamentos eletrônicos e mídias sociais tanto na vida pessoal como na missão realizada pelas religiosas. O resultado mostrou que equipamentos eletrônicos como computadores, celulares, entre outros, fazem parte da vida cotidiana da maioria das irmãs e são muito utilizados na missão e na comunicação interpessoal. Elas também têm acesso e fazem uso das mídias sociais tanto no trabalho missionário como também para acessar notícias, informações e diferentes tipos de serviços no dia a dia. Um dos aspectos importantes da pesquisa foi motivar as irmãs a conversarem sobre os benefícios e os riscos das mídias sociais. Também as religiosas foram incentivadas a levantar questões como o uso consciente desses recursos, segurança na internet, privacidade e critérios para publicação de informações, entre outros. Os dados fornecidos pela pesquisa serão apresentados no manual e darão pistas para a formulação de políticas de comunicação que vão orientar as SSpS quanto à melhor maneira de utilizar os recursos do mundo digital a serviço da missão. A Província Brasil Norte participou da pesquisa e, além de marcar presença no seminário, está colaborando na sua organização, por intermédio da Ir. Ana Elídia Neves, que faz parte da Equipe de Comunicação Congregacional. Também o logotipo e o banner do seminário são uma criação do Gabriel Grecco, do nosso Departamento de Comunicação. Equipe de Comunicação Congregacional responsável pela organização do seminário em Roma: Ir. Ana Elidia Neves (Brasil), Ir. Maria de Lourdes Santos e Ir. Gini George.

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