Vivat Internacional: indígenas tenharins homenageiam irmã advogada

Seis tenharins do Amazonas foram acusados de assassinato e encarcerados injustamente. Na condução da defesa dos indígenas, esteve a irmã Michael Nolan, da Congregação da Santa Cruz (CSC), organização membro da Vivat Internacional. Uma das teses da defesa foi baseada em aspectos culturais, o que pode ser considerado um avanço. Para agradecer a absolvição dos réus, a comunidade homenageou a religiosa com um cocar, algo muito mais significativo do que um mero adorno. Saiba mais!
ONU: Vivat Internacional denuncia violência contra indígenas de Roraima

Apoiada por 16 outras organizações, a Vivat Internacional denunciou, no Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, a escalada da violência contra povos indígenas no Estado de Roraima. A região já é considerada a mais perigosa do mundo para os povos originários. O avanço irresponsável da mineração, a impunidade e a corrupção política vem provocando o assassinato de dezenas de pessoas e o aumento nos casos de estupro. Saiba mais!
Após mobilização, governo revoga decreto de privatização de rios amazônicos

O Diário Oficial da União publicou, nesta terça-feira (24 de fevereiro), a revogação do decreto que permitia a privatização das hidrovias dos rios Tocantins, Madeira e Tapajós, na Amazônia. A notícia foi acolhida com festa por centenas de manifestantes. Veículos da “grande mídia” disseram que houve vandalismo nas instalações da Cargill; religiosos que acompanhavam o movimento negam. Saiba mais!
SSpS apoiam manifesto contra decreto que privatiza rios da Amazônia

As missionárias servas do Espírito Santo (SSpS), ao lado de outras congregações que compõem a Vivat Internacional Brasil, unem-se aos povos indígenas, ribeirinhos e ambientalistas que protestam contra o Decreto n.º 12.600/2025. A medida do governo federal permite a privatização das hidrovias dos rios Tapajós, Madeira e Tocantins. A proposta beneficia o agronegócio, mas coloca em risco a sobrevivência de comunidades amazônicas. Saiba mais!
Vivat Internacional convida para webinário em preparação para a COP-30

A Vivat Internacional, entidade que reúne doze congregações religiosas, entre elas a das missionárias servas do Espírito Santo (SSpS), realiza um webinário na manhã de segunda-feira, 18 de agosto. O evento prepara para a COP-30 e alerta para a urgência da reversão da crise climática. No encontro, os religiosos e religiosas lançarão uma campanha em favor da justiça climática. Saiba como se inscrever.
Webinário marca a celebração de 25 anos da Vivat Internacional

A Vivat Internacional é uma organização fundada pelas missionárias servas do Espírito Santo e pelos missionários do Verbo Divino. Hoje participam doze congregações religiosas que articulam diversas iniciativas sobretudo na ONU. Para celebrar os 25 anos de fundação, a entidade convida para um webinário nesta terça-feira, 3 de junho, diretamente de Roma e com tradução simultânea. Saiba como participar.
Espiritualidade e ecologia integral (parte III): o cuidado com o meio ambiente

Nesta conclusão da série “Espiritualidade e ecologia integral”, a Ir. Ana Elidia Caffer Neves, missionária serva do Espírito Santo e coordenadora da Província Stella Matutina, propõe o terceiro passo para a conversão ecológica: o cuidado com o meio ambiente. Veja!
ONU, Vivat Internacional e Vivat Brasil: em defesa dos direitos humanos

O Dia das Nações Unidas, ou Dia da ONU, é comemorado em 24 de outubro, desde 1948. A data celebra o aniversário da entrada em vigor da Carta das Nações Unidas, em 1945. Segundo o documento, os objetivos da ONU são: manter a paz e a segurança em todo o mundo; mediar e promover relações amistosas entre as nações; promover cooperações na resolução de problemas internacionais; ser o centro responsável por reunir as nações em prol desses objetivos. Esses propósitos foram se ampliando e, desde 2015, a ONU promove os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Como congregação missionária, esses intuitos também orientam nossa missão. No ano de 2000, para articular melhor essas frentes, a organização Vivat foi criada como ação conjunta entre as missionárias servas do Espírito Santo e os missionários do Verbo Divino. A Vivat International tem sede em Nova Iorque, conta com 12 congregações religiosas e é reconhecida pelo Conselho Econômico e Social da ONU. A Vivat reconhece que as Nações Unidas são um foro importante para a colaboração e o trabalho em rede com outras organizações no mundo que partilham os mesmos objetivos. Além da sede em Nova Iorque, a Vivat mantém um escritório em Genebra, Suíça, pois é nessa cidade onde a ONU abriga o escritório da Coordenação de Assuntos Humanitários. Neste ano, o posto de Secretaria Executiva da Vivat foi ocupado por nossa irmã Gretta Fernandes, SSpS, que vive em Roma. Assim, a coordenação da Vivat Internacional se dá no triângulo entre Nova Iorque, Genebra e Roma. Vivat Brasil Alguns países, como Argentina, Espanha, Quênia, Indonésia e Irlanda criaram uma Vivat local. No Brasil, após muitas reflexões, optou-se por ser um movimento, um coletivo de membros de congregações, sem instituir uma entidade. Desde o início do ano de 2020, o verbita Pe. José Boeing, com quase 30 anos de missão na Região Amazônica, foi liberado para articular a Vivat Internacional no Brasil. A equipe de coordenação é composta ainda pela Ir. Michael Nolen, da Congregação das Irmãs da Santa Cruz, que, entre muitas outras atribuições, é advogada do Cimi (Conselho Indigenista Missionário); Pe. Dario Bosi, assessor da Repam (Rede Eclesial Pan-Amazônica) e do movimento Igreja e Mineração; e nossa irmã Petronella (Nelly) Boonen, que trabalha pelo Centro de Direitos Humanos e Educação Popular, com uma frente de cultura de paz, perdão e justiça restaurativa. Essa composição da equipe de coordenação no Brasil dá uma ideia dos diversos campos de missão que levaram à escolha das seguintes prioridades: erradicação da pobreza, mulher e questão de gênero; desenvolvimento sustentável e cultura de paz. Mas também são desenvolvidas ações com as temáticas boa saúde e bem-estar; educação de qualidade e redução da desigualdade (ODS/ONU). Em diálogo com a sociedade No Brasil, cerca de 1200 religiosas e religiosos, membros da Vivat Brasil, assumem a urgência da missão de efetivar a presença do Reino de Deus nas diversas realidades do mundo. Portanto, a Vivat atende ao chamado para a vida religiosa se deixar tocar pelas necessidades do povo brasileiro e intervir de forma articulada, para além dos espaços religiosos, com outras esferas privadas e públicas. Existem muitos desafios quando se olha para os objetivos. Cada membro das congregações que compõe essa rede está sendo convidado a escolher como colaborar com a missão Vivat, para que todos e todas tenham vida. Que a celebração do Dia das Nações Unidas possa nos lembrar essa convocação. Ir. Petronella Maria Boonen (Nelly) é co-fundadora da linha de Perdão e Justiça Restaurativa do CDHEP e doutora e mestra em Sociologia da Educação pela USP.)
Vivat pressiona países a defenderem meio ambiente

A Vivat Internacional, organização não governamental constituída por 12 congregações religiosas, entre as quais a Congregação das Missionárias Servas do Espírito Santo e a Sociedade do Verbo Divino, membros fundadores, atua na ONU para promover os direitos humanos, o desenvolvimento sustentável, a paz entre os povos e a defesa do meio ambiente, tendo em vista as futuras gerações. Seguindo sua missão, quer pressionar os países da América Latina e Caribe a assinarem o Acordo de Escazú, firmado na Costa Rica, em março de 2018. Mas que acordo é esse e qual a sua importância para o continente e o mundo? E o que a Vivat Internacional pretende fazer? Quem responde a essas questões é o Pe. José Boeing, verbita, membro da equipe da Vivat Brasil e que atua na Região Amazônica. Urgência de soluções para a Amazônia Os nove países pan-amazônicos estão sofrendo impactos ambientais, principalmente a Amazônia brasileira, afetada pelo desmatamento, grilagem de terras públicas, garimpos ilegais nas terras indígenas, impactos das hidrelétricas e mineradoras. Os povos indígenas e comunidades tradicionais são vítimas do sistema capitalista de exploração e depredação do meio ambiente. Por isso é urgente a necessidade de ratificar o Acordo de Escazú, que garante o direito de todos a um meio ambiente limpo e saudável, além de proteger aqueles que lutam para defender a ecologia. Como o prazo termina no dia 26 de setembro de 2020, a Vivat Internacional apoia a iniciativa da ONU e também reforça a carta da CLAR (Confederação Latino-Americana e Caribenha de Religiosas e Religiosos) para pressionar os congressos nacionais a fim de que pelo menos 11 dos 33 países da América Latina e do Caribe ratifiquem o tratado, de modo a levar o acordo a entrar em vigor (veja abaixo a íntegra da carta). Até o momento, 9 países ratificaram o documento (Antígua e Barbuda, Bolívia, Guiana, Nicarágua, Panamá, São Cristóvão e Nevis, São Vicente e Granadinas, Equador e Uruguai). Precisamos pressionar para que ao menos mais dois países ratifiquem o Acordo de Escazú. Por isso, a Vivat Internacional solicita que os cidadãos dos países enviem cartas, e-mails, ofícios para o Congresso Nacional de cada país, manifestando o interesse e a importância da ratificação do Acordo Escazú para a defesa da vida, dos direitos Humanos e do meio ambiente. Conheça o Acordo de Escazú O tratado histórico visa a garantir a implantação plena e eficaz, na América Latina e no Caribe, dos direitos de acesso à informação ambiental, participação do público na escolha de decisões ambientais e o acesso à Justiça em questões ambientais. O Acordo Escazú foi adotado em 4 de março de 2018, na cidade de Escazú, Costa Rica. Esse tratado fortalece o vínculo entre direitos humanos e defesa ambiental, impondo obrigações aos Estados partes sobre a proteção dos defensores dos direitos humanos ambientais. Assim, o Acordo de Escazú promove um modelo de quatro pilares da democracia ambiental. 1 – Acesso à informação O artigo 5 define as obrigações de os países que fazem parte garantirem o acesso à informação pública sobre o meio ambiente. De acordo com esse artigo, qualquer cidadão tem o direito de, sem a necessidade de apresentar demais justificativas, solicitar informações ambientais e recebê-las dentro de 30 dias. O artigo 6 define as maneiras pelas quais os países que fazem parte devem produzir e divulgar dados sobre o meio ambiente. As informações que devem estar disponíveis ao público incluem, entre outros, textos sobre tratados e acordos internacionais bem como leis ambientais, relatórios sobre o estado do meio ambiente, lista de áreas contaminadas, informações sobre o uso e conservação de recursos naturais e serviços ecossistêmicos, dados sobre processos de avaliação de impacto ambiental e sobre outros instrumentos de gestão ambiental. Além destes, informação sobre os riscos ambientais que possa afetar o meio ambiente e a saúde. 2 – Acesso à participação na tomada de decisões ambientais As comunidades afetadas pelos grandes projetos devem ser consultadas, como afirma a Convenção OIT 169. Qualquer empreendimento que causará impacto ambiental deverá antes passar por audiências e consultas aos povos originários. 3 – Acesso à justiça em questões ambientais O artigo 8 estabelece obrigações em relação ao direito de acessar mecanismos judiciais ou administrativos, de apelar e contestar decisões relativas ao acesso a informações ambientais ou à participação em processos de tomada de decisões ambientais. Isso é essencial para a plena implantação dos outros direitos. Da mesma forma, os países devem garantir a existência de entidades estatais competentes, com acesso a conhecimentos especializados em questões ambientais. Esses órgãos devem ser capazes de fornecer medidas preventivas para evitar danos ao meio ambiente e fornecer compensação e soluções eficazes para as vítimas dos danos ao meio ambiente. 4 – Proteção para os defensores ambientais Propõe prevenir, investigar e punir todos os ataques contra defensores de direitos ambientais. É o primeiro tratado internacional que contempla medidas específicas para protegê-los. Quatro pontos importantes do acordo Escazú 1 – Teve a participação significativa do público e o apoio da CEPAL (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe), como secretaria técnica. 2 – É o único tratado que surgiu da Rio + 20 e o primeiro sobre questões ambientais na América Latina e no Caribe. 3 – Gerações futuras: o tratado reconhece o direito a um ambiente saudável para as gerações presente e futuras. 4 – Direitos humanos e meio ambiente: é o único instrumento internacional vinculativo com disposições específicas para a promoção e proteção dos direitos humanos em questões ambientais. Pe. José Boeing, SVDCoordenador da equipe executiva da Vivat Brasil. Desde 1991, atua na Amazônia como religioso missionário do Verbo Divino. Como advogado da CPT e pastorais sociais, sempre atuou junto com várias entidades em apoio aos defensores dos direitos humanos e do meio ambiente. ______ Assista ao vídeo produzido para a Vivat Internacional Íntegra da carta da CLAR A Confederação Caribenha e Latino-Americana de Religiosas e Religiosos (CLAR) solicita aos Congressos Nacionais a ratificação do Acordo de Escazú Bogotá, 4 de setembro de 2020. Em sintonia com a inspiração do Papa
Vida e meio ambiente são prioridades das congregações Vivat Brasil

Certas de sua missão em defesa da integridade da Criação e testemunhas do reino da vida plena, 13 congregações religiosas associaram-se à Vivat Internacional, organização não governamental (ONG) reconhecida pelo Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ONU). O nome Vivat expressa o profundo desejo de que tudo o que existe possa viver; que todos, todas vivam e deixem viver toda a Criação. Com essa esperança, as congregações instalaram a Vivat Brasil, que conta com aproximadamente 1.200 religiosos e religiosas. Estes assumem os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS/ONU) e priorizam: • a erradicação da pobreza;• a mulher e a questão de gênero;• o desenvolvimento sustentável; e• a cultura de paz. Abraçam também outras temáticas, como boa saúde e bem-estar, educação de qualidade e redução da desigualdade (ODS/ONU). Todos esses objetivos se transformam em ações sociopolíticas que reverberam o bem comum, em todo o território nacional, com destaque à preservação do meio ambiente, ao compromisso com os direitos humanos e democráticos. A luta diária desses religiosos e religiosas e o que fazem são apresentados no Relatório Vivat Brasil 2020, o qual estamos disponibilizando para download. Se você quiser conhecer e ajudar a fortalecer o trabalho da Vivat Brasil, compartilhe em suas mídias sociais: __________________________________________ Conheça as congregações-membros da Vivat • Sociedade do Verbo Divino (verbitas)• Missionárias Servas do Espírito Santo• Congregação das Irmãs da Santa Cruz• Missionários Combonianos do Coração de Jesus• Irmãs Missionárias Combonianas• Irmãs Missionárias de São Carlos Borromeo (scalabrinianas)• Missionários Oblatos de Maria Imaculada• Congregação das Irmãzinhas da Assunção• Irmãs Adoradoras do Sangue de Cristo• Congregação dos Sacerdotes do Sagrado Coração de Jesus (dehonianos)• Irmãs Missionárias do Santo Rosário• Irmãs Missionárias do Espírito Santo (espiritanas)• Congregação do Espírito Santo (espiritanos)• Congregação das Irmãs de Jesus Bom Pastor (pastorinhas) – convidada Em defesa do meio ambiente Iniciando a Semana do Meio Ambiente, o comboniano padre Dario Bossi, membro da Vivat Brasil, faz uma análise da atual realidade e afirma que “nunca ficou tão evidente a ameaça que está sendo posta ao meio ambiente no Brasil. Podemos escutar, pelas próprias palavras do ministro responsável por essa pasta, que há um desenho deliberado de desmonte e de entrega do patrimônio ambiental brasileiro para outros interesses”. Segundo padre Bossi, que atua diretamente com ações de proteção ao ecossistema, esses interesses “são para o extrativismo predatório, que, por sinal, tem sido um modelo econômico imposto nas regiões latino-americanas desde a época da colônia, e nunca muda”. Se, atualmente, é impossível contar com o Poder Público, na defesa do meio ambiente, então a quem recorrer? Para o padre comboniano, quem pode ajudar a resgatar outras formas de relação com o ecossistema são exatamente aqueles que habitam nele. “Por habitar nos territórios, nas diversas regiões e biomas, as pessoas têm no coração o valor profundo do cuidado, o valor das raízes, da espiritualidade que as vinculam a um território. Também, pelas suas memórias, pelo vínculo com os antepassados, ou como dizem nossos povos quilombolas ou indígenas, ‘pelos encantados que vivem nestes territórios’”, defende. Com a atenção da mídia totalmente voltada para o covid-19, precisamos ficar atentos para que medidas contrárias à proteção do meio ambiente não sejam aprovadas às escondidas e que as pautas relacionadas ao Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho) não sejam ignoradas. Há 48 anos, quando foi instituído o Dia Mundial do Meio Ambiente, a Organização das Nações Unidas já afirmava: “Chegamos a um ponto na História em que devemos moldar nossas ações em todo o mundo, com maior atenção para as consequências ambientais. Através da ignorância ou da indiferença, podemos causar danos maciços e irreversíveis ao meio ambiente, do qual nossa vida e bem-estar dependem”.1 Será que alguma coisa mudou, aqui no Brasil, nestes 48 anos? Que compromissos foram assumidos e colocados em prática em prol da preservação da vida, do meio ambiente, do ecossistema? A Constituição Brasileira diz que “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações” (artigo 225 da Constituição Federal de 1988). Ao lermos esse artigo da Constituição, já notamos uma profunda lacuna entre as legislações governamentais e sua prática. Se o meio ambiente é um fator primordial para a vida, principalmente para a espécie humana, então por que são tão poucas as ações para defendê-lo? Será que ainda precisaremos registrar outros mártires da Ecologia em nosso País? Miriam Bernardete de Souza é especialista em Linguística eComunicação Social, Educadora Social; facilitadora em Fundamentosem Justiça Restaurativa e Formação Cristã para a Cidadania. ________ [1] Trechos da Declaração da Conferência da ONU sobre o Meio Ambiente (Estocolmo, 1972). Disponível em: https://nacoesunidas.org/acao/meio-ambiente/. Acesso em 29 maio 2020.