“Disponibilidade e alegria de servir”: conheça a Comunidade Sagrado Coração de Jesus

A Comunidade Sagrado Coração de Jesus, em Belo Horizonte-MG, reúne missionárias servas do Espírito Santo que desenvolvem ações bem diversificadas, conforme explica a irmã Heloíse Mattos. Justamente pela variedade, há um cuidado das irmãs de sempre trocarem experiências e estarem em comunhão. No vídeo, as religiosas partilham um pouco de seu trabalho missionário com os enfermos, com os evangelizadores leigos, com as crianças. Todas têm consciência de que, dentro ou fora da comunidade, cada uma ajuda a contribuir para o anúncio de Jesus, a Boa Notícia. “O povo ainda confia em nosso trabalho, em nossa oração”, conta a Ir. Ana Maria de Souza. A produção traz ainda o testemunho da irmã Arnhild Lahrkamp, falecida em 27 de junho de 2019, e que dedicou 64 anos de sua vida missionária ao cuidado com os enfermos na Santa Casa de Misericórdia, na capital mineira. “A disponibilidade e a alegria de servir, penso que são as características desta comunidade”, resume Ir. Heloíse. Assista ao vídeo e veja mais.

À Luz do Evangelho Dominical

Continuamos a celebrar as alegrias do Natal. Na oitava desta importantíssima solenidade, festejamos a Sagrada Família, que acolheu Jesus e é referência de muitas outras famílias, em todos os tempos. Segundo o Evangelho de Mateus (2,13-15.19-23), José assume a missão de defender o pequeno Jesus da ação do Império, que queria eliminar o Salvador. Um anjo é que ajuda José a defender a própria família. Segundo o padre Arlindo Dias, missionário do Verbo Divino, o personagem aparece outras duas vezes em Mateus: no anúncio do nascimento de Jesus e na ressurreição do Senhor. Para salvar o Menino, José é obrigado a levar Jesus e Maria para o Egito. A Terra Prometida torna-se agora o lugar da escravidão. O Egito, outrora país das correntes, passa a ser o lugar do refúgio. O evento tem uma impressionante relação com a passagem da libertação do antigo povo, liderado por Moisés. Como acolhemos quem busca refúgio? Essa é uma das questões que hoje nos são propostas. Assista ao vídeo da Verbo Filmes e saiba mais.

À Luz do Evangelho Dominical

Chegamos ao último domingo do Advento, um tempo de expectativa pelo encontro com o Senhor que veio, vem e virá. A Palavra de Deus na liturgia de hoje destaca o Evangelho de Mateus (1,18-25), que tem uma preocupação em confirmar a fé das comunidades, sobretudo as da Palestina e Síria. Reforça que Jesus é o verdadeiro Ungido que devia vir para resgatar o povo e anunciar um novo tempo. O missionário do Verbo Divino, Pe. Arlindo Dias, medita sobre como foi o anúncio do nascimento de Jesus na visão de Mateus. O texto começa destacando que a gravidez de Maria foi por obra do Espírito Santo e não de um homem. Aos olhos da sociedade da época e conforme a lei de Moisés, Maria merecia a pena de morte. Mas José, com sua grandeza e senso de justiça, decide salvar a vida da noiva e de Jesus. Em sonho, um anjo ajuda José, personagem de destaque em Mateus, a compreender o projeto de Deus. O Cristo recebe dois nomes: Jesus (Deus nos Salva) e Emanuel (Deus Conosco), mostrando que Deus não abandona seu povo. Os nomes cumprem e superam a esperança do povo. As figuras de Maria e José nos remetem aos pais e mãe que cobrem seus filhos com o manto do amor, mesmo em situações adversas. Assista ao vídeo da Verbo Filmes e veja mais.

À Luz do Evangelho Dominical

Já estamos no terceiro domingo do Advento, chamado “Gaudete”. A liturgia ganha um tom de alegria, dando uma amostra de como será o encontro com o Senhor, que já está perto. O Evangelho de Mateus (11,2-11) coloca próximos Jesus e João Batista, precursor de Cristo e, segundo o Mestre, o maior entre os que já nasceram, mas ínfimo diante do menor no Reino dos Céus. Padre Arlindo Dias, missionário do Verbo Divino, reflete que João teve a missão de anunciar o Cristo que viria libertar o povo. Diante das ações de Jesus, que comunicava paz, vida e esperança aos marginalizados, em vez de um motim, o Precursor parece confuso e busca saber se o ilustre primo era realmente o Ungido que libertaria Israel da opressão. Como resposta, Jesus baseia-se na profecia de Isaías e descreve um pouco de suas ações de resgate da dignidade do ser humano e evangelização dos pobres. “Feliz aquele que não se escandaliza por causa de mim” (Mt 11,6). O espanto que Jesus provoca é o da misericórdia, bem diferente de um “vingador” esperado pelo povo, pelas autoridades e mesmo pelo Batista e discípulos. Assista à produção da Verbo Filmes e saiba mais.

À Luz do Evangelho Dominical

Neste segundo domingo do Advento, a Igreja celebra a Solenidade da Imaculada Conceição de Maria. A liturgia destaca o Evangelho de Lucas (1,26-38), que narra o anúncio de dois nascimentos: o de Jesus e o de João Batista, cumprindo as profecias. Padre Arlindo Dias, missionário do Verbo Divino, explica que a mensagem é dada pelo Anjo Gabriel, que significa “A Força de Deus”. No pequeno povoado de Nazaré, Deus encontra Maria e a chama “Cheia de Graça”. O evento é marcado por algumas transgressões às normas religiosas daquele tempo e um alerta contra aquilo que, em nome de Deus, é usado para marginalizar, oprimir. Ao responder “Eu sou a serva do Senhor”, a Mãe de Jesus se identifica com todo o povo que punha em Deus a confiança. Quais situações de hoje pequem que nos tornemos servos, servas do Senhor? Assista à produção da Verbo Filmes e saiba mais.

À Luz do Evangelho Dominical

Iniciamos o Tempo do Advento, época de uma alegre e sábia expectativa. Quando aguardamos a chegada de alguém que amamos, essa espera é sempre marcada pelo júbilo. O padre Arlindo Dias, missionário do Verbo Divino, ajuda-nos a refletir sobre a mensagem do Evangelho deste domingo, retirada de Mateus (24,37-44). O trecho afirma que o Filho do Homem virá numa hora a qual não sabemos. Jesus fala sobre a destruição do Templo de Jerusalém pelos romanos, ocorrida por volta do ano 70 d.C. Para Cristo, o evento não era necessariamente uma tragédia, mas o fim de um tempo em que se pensava que o Reino de Deus era apenas prerrogativa do povo de Israel e não de toda a humanidade. Deus não é propriedade de um povo, de uma religião. Jesus nos chama a atenção para o risco de nos perdemos em nossos afazeres cotidianos, esquecendo-nos de nos preparar para um novo tempo. Quem sente que o Senhor está às portas, busca a conversão e ajusta a própria vida conforme o desejo de Deus, em ações concretas e não somente em palavras. Este é o espírito deste tempo: viver a justiça, a solidariedade com os mais sofredores, o contato próximo com o Pai e com o irmão e irmã. Como está nossa preparação para o encontro com o Senhor? Assista ao vídeo produzido pela Verbo Filmes e veja mais.

À Luz do Evangelho Dominical

Chegamos ao último domingo do ano litúrgico, ocasião em que a Igreja celebra a Solenidade de Cristo, Rei do Universo. O Pe. Raimundo da Silva, CRL, da equipe do Centro Bíblico Verbo, comenta o Evangelho de Lucas (23,35-43), proclamado nesta liturgia. O texto narra a passagem em que Jesus, já crucificado, é escarnecido por aqueles que não o consideravam o rei esperado. Na cena, os presentes pedem ao Senhor um sinal de sua realeza, numa ligação com a passagem das tentações (Lc 4,1-23). Pelo poder, violência e mentira, respectivamente, os chefes, os soldados e um dos bandidos dão sinais de que assimilaram o espírito do diabo. O Reino anunciado por Jesus, contudo, é de misericórdia, e assim Ele o demonstra ao perdoar o outro malfeitor, este arrependido. Com o gesto, Cristo confirma que veio buscar e salvar o que estava perdido (Lc 19,10). O bandido, ao contar com o perdão do Senhor, é o único a reconhecer que o reinado de Deus não é deste mundo. E, segundo Pe. Raimundo, a salvação é para agora, refutando um futurismo incerto, utópico. Os pecadores, os pobres, os sofredores têm a capacidade de reconhecer a verdadeira majestade de Jesus, exercida do trono da Cruz e não em realismos triunfalistas. Assista à produção da Verbo Filmes e veja mais.

À luz do Evangelho Dominical

A Igreja dedica este domingo à Solenidade de Todos os Santos, transferida, no Brasil, do dia 1º de novembro. O Evangelho proclamado na liturgia é a versão de Mateus (5,1-12a) sobre as “Bem-Aventuranças”. O padre Raimundo da Silva, CRL, explica que o texto apresenta o ideal de santidade. A primeira bem-aventurança, “Feliz os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu” (v. 3), é a principal, inspirada na profecia de Sofonias (3,11-13), falando do resto de Israel que busca refúgio no nome do Senhor. As outras, segundo o Pe. Raimundo, derivam desta. Não basta ser pobre, é preciso humildade para entrar na dinâmica do Reino. Os aflitos, mencionados por Jesus, representam os sofredores, os injustiçados, os que choram o mal causado a si e a outros. Jesus lhes dá esperança, dizendo que serão consolados. Já no contexto do Salmo 37, a palavra “manso” refere-se ao impotente, ao humilhado. Essas pessoas são exortadas a confiar em Deus e a não fazer justiça com as próprias mãos. As bem-aventuranças ainda falam daqueles que têm fome e sede de justiça, dos que praticam a misericórdia, de quem é puro de coração, dos promotores da paz e dos perseguidos por seguir o Senhor. Em hebraico, “bem-aventurança” significa “colocar-se em movimento”. A infelicidade é estar imobilizado, parado no tempo, estático diante das injustiças. Por isso, segundo Pe. Raimundo, o trecho bíblico é um convite a colocar-se em marcha. Assista ao vídeo produzido pela Verbo Filmes e veja o conteúdo completo.

À luz do Evangelho Dominical

Neste 30º Domingo do Tempo Comum, a liturgia traz o Evangelho de Lucas (18,9-14), que conta a parábola do fariseu e do cobrador de impostos (chamado também de publicano). O padre Fábio Pires, missionário do Verbo Divino e especialista em Bíblia, reflete sobre o trecho. O cenário é o templo, lugar de oração. Cada personagem relaciona-se com Deus de uma maneira completamente diversa. Jesus chama a atenção daqueles que instrumentalizam a religião e a usam para afirmar a si próprios. Essas pessoas são representadas, na parábola, pelos fariseus. Do outro lado, está o publicano. Este se põe afastado, reconhece sua fraqueza e a necessidade do perdão de Deus. Quem demonstra humildade em sua relação com o Pai volta para casa justificado, atendido em sua prece. Jesus nos ensina que precisamos de uma oração tal como a dos pobres, de total confiança em Deus, conhecedor das limitações humanas. “Quem se eleva será humilhado, e quem se humilha será elevado” (v. 14). Assista ao vídeo produzido pela Verbo Filmes e saiba mais.

À luz do Evangelho Dominical

O evangelho deste 29º Domingo do Tempo Comum é uma passagem de Lucas (18,1-8). O texto valoriza a fé e a perseverança na oração. O padre Fábio Pires, missionário do Verbo Divino e especialista em Bíblia, mostra que a cidade, e não o Templo ou a sinagoga, é o cenário escolhido para a parábola de Jesus. Dois personagens representam a realidade daquele tempo e dos dias atuais: um juiz sem ética e sem moral, que não teme a Deus, e uma viúva, representação dos mais fracos. A mulher exige do magistrado um direito, mas o homem exerce seu ofício não por ser sensível à Justiça, um valor importantíssimo para os judeus e cristãos, mas para não ser importunado. E Jesus pergunta: “E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que dia e noite gritam por ele?”. Quem grita por socorro, segundo o ensinamento do Senhor, será ouvido, mas sempre no tempo de Deus. Por isso Jesus recomenda firmemente a persistência na oração. O texto finaliza destacando o valor da fé na relação com o Pai. Assista ao vídeo produzido pela Verbo Filmes e saiba mais.

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