São José de Nazaré, sua disponibilidade nos inspira!

São José de Nazaré, sua disponibilidade nos inspira! Veja a reflexão elaborada pelo jesuíta padre Adroaldo Palaoro, comentando o Evangelho proclamado na liturgia deste 4º Domingo do Advento. A passagem está em Mateus 1,18-24.

Tempo de Advento: o despertar dos sentidos

Tempo de Advento: o despertar dos sentidos. Veja a reflexão elaborada pelo jesuíta padre Adroaldo Palaoro, comentando o Evangelho proclamado na liturgia deste 3º Domingo do Advento, o Domingo da Alegria. A passagem está em Mateus 11,2-11.

Advento: novo tempo para escutar novas vozes

Advento: novo tempo para escutar novas vozes. Veja a reflexão elaborada pelo jesuíta padre Adroaldo Palaoro, comentando o Evangelho proclamado na liturgia deste 2º Domingo do Advento. A passagem está em Mateus 3,1-12.

Desatai o futuro!

Desatai o futuro. O 1º Domingo do Advento abre o novo ano litúrgico e o ciclo do Natal. Veja a reflexão elaborada pelo jesuíta padre Adroaldo Palaoro, comentando o Evangelho proclamado na liturgia desse dia. A passagem está em Mateus 24,37-44.

Coração-manjedoura: alegria e esperança

Tempo, tempo, tempo, tempo… O tempo humano, chronos, é entendido como finito, destrutivo… Nós, cristãos, vemos o tempo como kairós, o tempo de Deus, como tempo de salvação, favorável à graça de Deus, especialmente em dezembro. Tempo de olhar para trás e agradecer a Deus por mais um ano combatendo o bom combate e guardando a fé (cf. 2Tm 4,7) diante de uma pandemia que parou o mundo. Como diz a música:¹ “Te agradeço por tudo que tens feito,Por tudo que vais fazer,Por tuas promessas e tudo que és.Eu quero te agradecer com todo meu ser.” É tempo de olhar para frente, Tempo do Advento, tempo de piedosa e alegre expectativa pelo nascimento de Jesus, o Salvador. E para esse tempo de kairós ser bem vivido, com abertura à graça de Deus, precisa de preparação para esperar Jesus que veio, vem e virá. No Tempo do Advento, começamos a trilhar o caminho de um novo ano litúrgico na vida da Igreja, caminho espiritual para viver e celebrar o mistério da esperança, vigilância e preparação dos corações. Mas essa espera não é passiva, estática, inerte. É uma espera ativa, de conversão, reflexão e preparação do coração para receber o Menino Jesus que deve nascer e habitar em nós. Quando Jesus nasce e faz morada em nosso coração-manjedoura, Ele cuida, faz novas todas as coisas, cura, dá novo sentido… Como está nosso coração? Talvez não esteja preparado, talvez esteja confuso, ansioso, adoecido… Não importa como está o coração. Permita que Cristo nasça e faça morada, liberte, restaure… Aproveite bem este tempo de espera ativa até o Natal, procure preparar-se por meio do sacramento da reconciliação, mudança de vida, perdão, caridade, oração… Quem reza é sempre conduzido pelo céu e para o céu. Nossa Senhora, Mãe do Menino Deus, nos dá um conselho constante em Medjugorje: “Queridos filhos, rezem, rezem e rezem”. O Catecismo da Igreja Católica (cân. 524) nos diz que, “Ao celebrar em cada ano a liturgia do Advento, a Igreja atualiza esta espera do Messias: comungando com a longa preparação da primeira vinda do Salvador, os fiéis renovam o ardente desejo de sua Segunda Vinda. Pela celebração da natividade e do martírio do Precursor, a Igreja se une a seu desejo: ‘É preciso que ele cresça e que eu diminua’ (Jo 3,30)”. Como a diz a música:² “Ouço uma voz vindo da montanha,Ouço cada dia melhor.Ouço uma voz vindo da montanha,E eis uma voz a clamar.Preparai o caminho.Preparai o caminho do senhor.” De acordo com as Normas Universais do Ano Litúrgico e Calendário Romano Geral, “O Tempo do Advento possui dupla característica: sendo um tempo de preparação para as solenidades do Natal, em que se comemora a primeira vinda do Filho de Deus entre os homens, é também um tempo em que, por meio desta lembrança, voltam-se os corações para a expectativa da segunda vinda do Cristo no fim dos tempos. Por este duplo motivo, o Tempo do Advento se apresenta como um tempo de piedosa e alegre expectativa” (cân. 39). Que todos encontrem o Menino Deus em nosso coração-manjedoura, que possamos irradiar sua luz com pensamentos, palavras e ações: “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue nunca andará em trevas, mas terá a luz da vida” (Jo 8,12). Nesse caminho de esperança e vida nova, com a Mãe Santíssima, possamos juntos cantar:³ “Cristãos, vinde todos com alegres cantos.Oh! Vinde. Oh! Vinde até Belém.Vede, nascido, vosso rei eternoOh! Vinde, adoremos!Oh! Vinde, adoremos!Oh! Vinde, adoremos o salvador!” Maria Cristina MaiaMissionária leiga de Deus Uno e Trino, membro da Equipe de Espiritualidade SSpS BRN e da Equipe Nacional de Espiritualidade SSpS e SVD. Referências¹ Música “Te agradeço”. Autora Ana Paula Valadão. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=oX21nw-Vv6M. Acesso em: 4 nov. 2021. ² Música “Preparai o caminho”. Autor Monsenhor Jonas Abib. Disponível em: https://www.letras.mus.br/padre-jonas/291066/. Acesso em: 4 nov. 2021. ³ “Cristãos, vinde todos” (Adeste fideles). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=jc4_w2yIUqc. Acesso em: 4 nov. 2021.

4º Domingo do Advento

“Faça-se em mim segundo a tua palavra”Lc 1,26-38 Maria de Nazaré é a terceira figura importante nas leituras do Tempo do Advento. O texto de hoje é riquíssimo e mereceria um tratamento muito mais pormenorizado. É essencial para entendermos a figura de Maria tal como apresentada nas Escrituras. No esquema de Lucas, a anunciação à Maria se contrapõe àquela feita a Zacarias (Lc 1,5-22). Naquele relato, é feita a um sacerdote, idoso, no Templo. No texto de hoje, a uma moça, jovem, no dia a dia de um lugarejo, Nazaré. O sacerdote não acredita e fica mudo, simbolizando que os ritos do Templo não têm mais nada a dizer. Maria acredita e é proclamada “bendita entre as mulheres” (1,42). Infelizmente, muitas vezes, este trecho é interpretado de maneira a nos apresentar uma Maria totalmente passiva, sem expressão. Ideologicamente, foi usado para insistir que as mulheres, no mundo e na Igreja, deveriam ficar passivas e sem expressão. Tal interpretação distorce totalmente o que Lucas quer nos dizer. Maria, embora não entenda plenamente (Lc 1,29; 2,19; 2,50ss), aceita não somente ser instrumento da vontade de Deus, mas ser protagonista da realização desse plano divino. A frase “faça-se em mim” não deve ser interpretada de uma maneira passiva, mas como o grito de entusiasmo de quem quer ser colaboradora na realização da visão que Deus tem para o mundo. Não se refere somente ao fato de engravidar (isso seria muito pouco), mas à grande visão de Deus para os seus filhos e filhas. Um pouco adiante Lucas vai mostrar o alcance dessa frase, quando, na boca de Maria, ele coloca o grande canto de libertação, que é o Magnificat. Não é possível entender a profundidade da frase de Maria, na Anunciação, sem ler também o Magnificat (1,46-55). O que Maria quer quando ela pede que seja feita nela a vontade de Deus? Ela quer a realização da viravolta no mundo, que é o advento do Reino de Deus, quando Deus vai “dispersar os homens de pensamento orgulhoso; precipitar os poderosos dos seus tronos e exaltar os humildes; cobrir de bens os famintos e despedir os ricos de mãos vazias” (1,51-53). Em um mundo onde a realidade é a prepotência e a violência dos poderosos contra pobres e indefesos, e onde as mulheres, muitas vezes, estão na liderança da resistência, Lucas nos apresenta Maria como protagonista da concretização do Reino. Como ela, quem realmente quer receber o Salvador no Natal deve comprometer-se, de uma maneira concreta, na construção de um mundo novo, de justiça e fraternidade, tão contrário ao que vivemos hoje, em tantos lugares, e que Maria canta no primeiro capítulo de Lucas. Padre Tomaz Hughes, SVD, biblista e assessor da CRB e do Cebi. Dedicou-se a cursos e retiros bíblicos em todo o Brasil. Publicou diversos artigos e o livro “Paulo de Tarso: discípulo-missionário de Jesus”. Faleceu em 15 de maio de 2017. Suas reflexões bíblicas são muito atuais.

Advento: preparar-se para a chegada do noivo

Com o Tempo do Advento, que começa quatro domingos antes do Natal, iniciamos um novo ano litúrgico. Nessa espiral do calendário, vamos celebrando as ações de Deus (chamadas “mistérios”) na vida de seus filhos. A palavra “advento”, originária do latim, referia-se à espera da visita de um imperador. Como ocorreu com outros termos, o conceito foi apropriado pelos cristãos, aqui significando, desde o início, a expectativa pela volta de Jesus, no fim dos tempos (Mt 24,27). O correspondente grego é a palavra parusia (a forma sem acento é a mais usada no Brasil) ou parúsia. Nós, latino-americanos, normalmente somos muito calorosos e acolhedores, por isso nos é fácil entender o espírito desta época. O Advento equivale ao que sentimos quando recebemos a notícia de que uma pessoa muito querida, e a qual não vemos há muito, virá nos fazer uma visita. Quanta alegria! Limpamos a casa, trocamos os lençóis e as toalhas, preparamos deliciosos quitutes. É muito limitado dizer que este período é uma preparação para o Natal. Nestas quatro semanas, de fato, celebramos as três possibilidades do encontro com o Senhor, segundo São Bernardo de Claraval: o primeiro, o intermediário e o último. O primeiro é o da encarnação do Senhor no seio de Maria e nascido como um pobre, num estábulo. Deus, em Jesus, tornou-se um de nós, portanto divinizando nossa condição humana. É o Deus que se fez pobre e rei (este não como pensa o mundo, diga-se!). Não é uma mera lembrança, mas um memorial solenemente celebrado no Tempo do Natal, que começa ao anoitecer do dia 24 de dezembro e vai até a Festa do Batismo de Jesus. São dias em que, pela sagrada liturgia, colocamo-nos diante da manjedoura e testemunhamos a manifestação (epifania) do Messias à humanidade. O encontro intermediário é aquele que ocorre a qualquer hora, a depender de nossa disposição em se deixar abraçar por Deus. O Senhor vem a nosso encontro no Pão da Palavra, nos sacramentos, na oração, nos irmãos e irmãs, em especial nos mais fracos e excluídos. A vinda futura de Jesus é o foco maior do Advento, pelo menos esse foi o intento dos cristãos dos primeiros séculos, ainda antes de uma formulação litúrgica deste período. Nos Evangelhos, o Senhor nos alerta para a necessidade de estarmos acordados para o encontro definitivo com Aquele que, sem qualquer aviso, vem a nós. Diferentemente de certos pensamentos ingênuos e ultrapassados, esse dia terá o tom da alegria, pois a Igreja (a grande comunidade dos batizados), a noiva, será beijada com muito carinho pelo Amado, que virá correndo a seu encontro. Essa linda noiva deve estar bem preparada para esse dia: vestida de justiça, adornada pelas joias da oração e do cuidado com os mais necessitados, trazendo o anel da misericórdia e o ramalhete do amor. Serenidade na liturgia O Tempo do Advento tem algumas particularidades interessantes quanto à liturgia. As leituras envolvem personagens admiráveis, com destaque a três figuras: o profeta Isaías, alimentando-nos com magníficos textos sobre a esperança (nunca precisamos tanto dela como agora!); São João Batista, que veio preparar os caminhos do Senhor; e a Virgem Maria, com seu “sim” ao projeto de Deus, mulher corajosa e modelo para todos nós. Os hinos, costumeiramente muito bonitos quando os ministros do canto seguem o espírito da celebração, levam-nos ao recolhimento e nos chamam à conversão (volta ao caminho seguro). Não se canta o “Glória”, exceto nas solenidades e festas que caem nesse período. O chamado “Hino Angélico” é entoado com toda a alegria a partir da celebração da noite de 24 de dezembro (já no Natal). Ao contrário do que ocorre na Quaresma, a expressão “aleluia” pode ser entoada. Os ornamentos são sóbrios, mas não com a austeridade quaresmal. A cor roxa nos recorda que a casa de nosso coração está sendo preparada para a festa do encontro. No meio do Advento, no terceiro domingo, os paramentos róseos anunciam que a hora da grande alegria está chegando. Esse domingo é chamado Gaudete (alegrai-vos), devido à antífona de entrada: “Alegrai-vos sempre no Senhor. De novo eu vos digo: alegrai-vos! O Senhor está perto!” (cf. Fl 4,4s). O ideal é que os enfeites natalinos sejam expostos do dia 24 até o fim do ciclo do Natal (que, reforço, não se encerra em 6 de janeiro). Desde o primeiro domingo, as igrejas são adornadas com a coroa do Advento. Esse costume pagão foi ressignificado pelos seguidores de Jesus. A ideia é mostrar que, a cada vela acesa conforme avançam os quatro domingos, a luz do Senhor vai vencendo as trevas. É importante que o nascer dessas chamas seja visto por toda a comunidade, mesmo num momento de silêncio. A partir de 17 de dezembro até o entardecer do dia 24, temos o que alguns chamam de “Semana Santa do Natal”. As leituras enfocam mais a primeira vinda do Salvador e insistem nas profecias sobre o cuidado de Deus para com seu povo. É impossível falar desses dias sem mencionar as dulcíssimas “Antífonas do Ó”. São breves versos cristológicos entoados sobretudo nas orações das Vésperas, na Liturgia das Horas, cuja beleza todo o povo é convidado a conhecer. As manifestações populares de fé também têm vez nestes dias, a depender da cultura de cada lugar. A mais famosa em nosso país é a “novena de Natal”, um tesouro que tem produzido abundantes frutos espirituais em nosso povo. Ocasião indispensável para reunir a família, vizinhos e amigos em torno da Palavra e em espírito de fraternidade. É muito louvável que as crianças participem dessa prática. Qualidade do Advento e do Natal Há de se lamentar que um tempo tão frutuoso para nossa caminhada seja ofuscado pela correria às lojas, pela má preparação das liturgias ou mesmo pela ignorância a respeito do que se celebra. Nos dias em que “arrumamos a casa” para uma visita tão preciosa, ganhamos mais um convite de Deus a abandonarmos velhos costumes, caminhos tortuosos e voltarmos à estrada segura de Cristo. Concluo com um trecho do saudoso verbita

Advento: tempo de atenção

Na liturgia dominical de 1º de dezembro, entramos no ciclo natalino, o memorial de uma das bases de nossa fé: o encontro, ou melhor, os encontros com o Senhor que vem até nós. Este período é aberto com o Tempo do Advento, indicando a alegre e amorosa expectativa pela vinda de Cristo. Em muitas comunidades, dá-se um grande destaque à Solenidade do Natal que se aproxima. Este tempo, contudo, é bem mais do que arrumar a casa para “recordar” o nascimento de Jesus. É uma oportunidade forte de repensar a vida, de preparar-nos com vigilância também para o encontro definitivo com o Senhor, que virá gloriosamente. É um chamado a refletir se estamos atentos às diversas vezes em que Jesus vem a nós nos eventos do cotidiano. A Palavra de Deus nos convida a pensar como será a chegada do “noivo” que surge na alta noite, do “patrão” que cobra resultados, do “rei” que prepara um lugar em sua casa, do “pastor” que separa as ovelhas dos cabritos, daquele que chega sem avisar, como um “ladrão”. Alegorias usadas pelo Evangelho para nos dizer que devemos sempre estar prevenidos para um compromisso que não tem hora marcada. Este é um momento precioso para avaliar como vivemos o lava-pés da Eucaristia. Demos de comer e de beber, acolhemos os “peregrinos”, vestimos os nus, visitamos os enfermos e os encarcerados? Ou apenas paramos para ouvi-lo piedosamente nas praças, sem transformar em prática essa escuta? Se nossa vida for pedida de volta pelo Senhor, como a devolveremos a ele? Esses são alguns dos questionamentos que nos interpelam sobre o encontro com o Cristo que veio, vem e virá. O roxo dos paramentos, a delicadeza dos adornos e a doce discrição dos instrumentos musicais são um convite à conversão, à volta ao caminho pavimentado e seguro que é o próprio Cristo. Os alertas de Isaías e de João precisam ecoar em nosso coração para fazê-lo reluzir mais que os ansiosos adornos ostentados na faminta e descartável “liturgia” do comércio. A luz do Senhor que vem sobre a terra deve resplandecer como em Maria, a Mãe sempre à disposição a servir o Reino e a louvar o Deus que eleva os humildes. A expectativa desta época não pode ser experimentada com o mesmo afobamento que a vida urbana nos impõe. Essa espera é alegre, corajosa e não nos permite cochilar. Que nós, a Igreja, possamos testemunhar, em palavras e ações, que estamos “doentes de amor” à espera do Amado, cuja boca é cheia de doçura e de quem tudo é encanto (cf. Ct 5,8.16). Sinal admirável No primeiro domingo do Advento, o Papa Francisco visitou Greccio, Itália, onde, em 1223, São Francisco de Assis apresentou o presépio pela primeira vez. Para demonstrar apoio à prática, seja na família, seja em locais públicos, o Pontífice publicou a Carta Apostólica Admirabile Signum (O Sinal Admirável). O desejo do Papa é que a mensagem ajude nas reflexões em preparação para o Natal. Como não poderia ser diferente quando se refere ao nascimento de Jesus, o texto é marcado pela espiritualidade que convoca ao olhar para Deus e para o ser humano. Como o Pobrezinho de Assis, o Papa se detém diante da tocante pobreza daquele rei que vem se fazer um de nós, sofrer nossas dores e alegrar-se conosco. Um Deus no meio do povo e não “acima de tudo”, como ainda insistem alguns. “Pensemos nas vezes sem conta que a noite envolve a nossa vida. Pois bem, mesmo em tais momentos, Deus não nos deixa sozinhos, mas se faz presente para dar resposta às questões decisivas sobre o sentido da nossa existência”, diz Francisco. O Bispo de Roma também recorda que a vinda do Senhor é primeiro para os pobres, na figura dos pastores. “Os pobres são os privilegiados deste mistério e, muitas vezes, aqueles que melhor conseguem reconhecer a presença de Deus no meio de nós”, diz o texto. O Filho de Deus também se encarna para todos os povos, representados pelos Magos, que partem de longe para chegar a Cristo: “À vista do Menino Rei, invade-os uma grande alegria. Não se deixam escandalizar pela pobreza do ambiente; não hesitam em pôr-se de joelhos e adorá-lo”. Veja, a seguir, o texto completo da Carta Apostólica Admirabile Signum. Diácono Alessandro Faleiro MarquesDiácono permanente na Arquidiocese de Belo Horizonte, professor de Língua Portuguesa de aspirantes e verbitas estrangeiros na Província Brasil Norte, revisor de textos para as irmãs servas do Espírito Santo.

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