Medianeira (PR): Hospital Nossa Senhora da Luz inaugura nova cozinha

Uma cerimônia na manhã de terça-feira (5 de maio) marcou a inauguração e bênção da nova cozinha do Hospital e Maternidade Nossa Senhora da Luz. A instituição, localizada em Medianeira (PR), é administrada pelas irmãs missionárias servas do Espírito Santo (SSpS). O ato contou com a presença de autoridades municipais e do bispo de Foz do Iguaçu, Dom Sérgio de Deus Borges, que abençoou as novas instalações. Saiba mais!

Juntos pela saúde: espiritualidade & ciência

O Dia Mundial da Saúde é celebrado em 7 de abril. A saúde é um tema que merece constante atenção, movimento e investimento educacional. Os conceitos e iniciativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) foram a referência para a professora Marli Teresinha Everling tratar sobre o assunto. Confira!

Como envelhecer com saúde

“Debaixo dos caracóis dos seus cabelos /Uma história pra contar de um mundo tão distante /Debaixo dos caracóis dos seus cabelos /Um soluço e a vontade de ficar mais um instante…”(Erasmo Carlos e Roberto Carlos) Saudades? O tempo está passando, os filhos vão crescendo, os amigos vão se distanciando, lembranças dos lugares da infância e da juventude voltam à memória. Após anos trabalhando, o corpo não é mais o mesmo. O cansaço vai chegando… Aposentar ou não? Eis a questão. O que está acontecendo? Pode ser o tempo do envelhecer chegando. Estudos do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), publicados em 2023, revelam que existem mais de 33 milhões de pessoas idosas no Brasil. A pesquisa também mostra que, com o avanço da medicina, aumentou o número de pessoas de idade acima de 60 anos. Envelhecer (sênior) não é cair na melancolia nem procurar clínica de estética para tirar rugas (risos). Cuidar-se bem é o segredo da longevidade! Fazer o check-up anual para que a saúde fique em dia. Tomar as vacinas nos prazos certos, alimentar-se de modo saudável. Praticar atividade física é necessário. Ler faz bem para a mente, mexe com a imaginação e, ou, enriquece o conhecimento adquirido ao longo dos anos. Para que trabalhar tanto? Para pagar a faculdade daquela filha, daquele filho que mais tarde sairá de casa e nem terá tempo para visitar você? Sem falar naqueles pais que, quando chegam a uma idade, passam o nome do imóvel (doam) para os filhos e depois sentem o desagradável sentimento da ingratidão quando são abandonados por eles. Ou vira babá de netos? Muitas pessoas idosas, por causa da frustração, têm praticado o suicídio, infelizmente. Então, como envelhecer com saúde e dignidade? As dicas são: manter a interação social, aprender coisas novas e praticar atividades físicas. Estimular a cognição afasta depressão e demências. Como diz a canção: “As luzes e o colorido que você vê agora / Nas ruas por onde anda, na casa onde mora / Você olha tudo e nada lhe faz ficar contente / Você só deseja agora voltar pra sua gente”. Sobre a interação social, participe de eventos sociais, culturais e religiosos, não pare de encontrar com os amigos, visite algum conhecido ou doente, trabalhe como voluntário em alguma instituição, conheça lugares novos, faça parte de algum grupo, seja de estudo ou de excursão, pratique uma religião. O importante é não se sentir só, pois os pais falecem, filhos crescem e se vão pelo mundo, ter amigos de bocha ou de chá, de baralho ou de bazar, você não verá o tempo passar. Outra dica é aprender sempre coisas novas. Faça cursos de idiomas, toque um instrumento, dance, cante, aprenda informática, escreva um poema, um artigo, um livro. Cora Carolina começou a escrever seus poemas quando tinha 70 anos. Isso significa que nunca é tarde para começar. Gosta de jardinagem? Aproveite e procure cultivar plantas, flores, crie um jardim. Há vários cursos na internet. Faça palavras-cruzadas, caça-palavras. Aprenda sobre primeiros socorros. Tudo que for bom para estimular a mente é importante. A terceira dica é praticar atividades físicas. Caminhada, natação, Pilates, musculação, aeróbica, hidroginástica, alongamento, subir e descer escadas; enfim, movimente-se! Não deixe os joelhos e as pernas ficarem sem circulação; procure sempre uma atividade adequada à sua saúde. Para isso, é necessário primeiramente uma avaliação médica. Há os alpinistas, os ciclistas, os surfistas, os que gostam de trilhas. Não permita que a ostopenia ou a artrose atrofie a vontade de recuperar os movimentos. Se for cadeirante, não desanime. Uma orientação fisioterapêutica faz muito bem. O importante é não ficar parado, parada. Ah! Não se esqueça de ler o Estatuto do Idoso e demais leis, pois somos sujeitos de direitos. Que todos sejam respeitados, colocando-nos no lugar do outro. Afinal, todos um dia vão envelhecer. Maria Terezinha CorrêaMestranda em Filosofia e mestra em Antropologia, especialista em Ensino de Filosofia, filiada à ABA, à Apeoesp, à SBPC, à Aproffib e Sintram; membro da Comissão de Prevenção e Combate à Tortura (ALESC), voluntária na Pastoral da Pessoa Idosa, ligada à Arquidiocese de Florianópolis.

O aumento das desigualdades no universo da saúde pública

Quem procura atendimento médico em uma unidade básica de saúde (UBS), conhecida como “posto de saúde”, passa por muitos percalços até chegar à consulta. Geralmente, a fila é grande ou falta o profissional especializado para determinada enfermidade. E quando este existe, levam-se semanas ou meses para chegar o dia do agendamento, o que obriga algumas pessoas a buscarem hospitais particulares. Dependendo da gravidade, a pessoa vai a óbito. O Sistema Único de Saúde (SUS) foi criado para atender todos da população brasileira, tendo em vista que é um direito estabelecido pela Constituição Federal de 1988, conforme o Capítulo II – Dos Direitos Sociais – Art. 6º: “São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição”. Desde 1994, houve uma estruturação da saúde da família, com equipes multidisciplinares atuando nas UBS e outros atendimentos específicos para a população em geral, como o Disque Saúde, o combate à dengue. A partir de 1998, agentes de saúde passaram a visitar os domicílios, e o Ministério da Saúde começou a fazer campanha de conscientização em relação à prevenção. Em 1999, foi criada a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para fiscalização de medicamentos e alimentos, após denúncias e verificação de casos de produtos vencidos e causadores de problemas sérios na saúde do povo. Na mesma época, surgiram os medicamentos genéricos, com o intuito de baixar o custo. A bioética, que tem preocupação com a saúde pública, passou a alertar sobre certas indústrias alimentícias e farmacêuticas, para proteção e diminuição dos danos à saúde. A partir de 2001, a Lei 10.216/01 passou a amparar pessoas com doenças mentais. Em 2002, esse direito ampliou-se para as pessoas com deficiências, para o atendimento a indígenas e para a redução da morbimortalidade por acidentes e violências. Em 2003, foi criado o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, conhecido como SAMU. Muitas campanhas em prol da saúde têm sido feitas como política nacional, por exemplo, sobre o uso abusivo do álcool (2007), a saúde do homem (2009), estudos para a produção de células-troncos, enfrentamento a diversas doenças crônicas não transmissíveis, a regularização do Cartão Nacional de Saúde (2011). Embora muitos avanços ocorreram na área da saúde, pelo Ministério da Saúde, infelizmente, muita verba foi desviada e outras políticas públicas deixaram de contemplar prioridades para a população. Como vimos durante a pandemia, respiradores, kits necessários para os profissionais da saúde e até vacina foram superfaturados por empresas mercenárias. As vacinas têm sido grandes aliadas para salvar muitas vidas. A saúde pública tem combatido a diversidade de vírus e suas mutações graças aos cientistas da área epidemiológica e de infecção, que estão constantemente em busca de novas fórmulas para deter os micro-organismos nocivos ao ser humano. E para a camada da população que tem plano de saúde? Com promessas de resolverem o problema de falta de atendimento nos postos públicos, muitas pessoas fazem plano de saúde, pelos quais pagam uma quantia por mês para terem o direito de serem atendidas com mais rapidez. Todavia os planos buscam cobrar, além das mensalidades, cada exame que tiver de ser feito. As mensalidades aumentam conforme a idade do cliente, o que tem levado muitos a abandonarem o sistema privado e serem atendidos pelo SUS. Essa realidade tem aumentado mais ainda o problema das filas e a demora no agendamento para as especialidades médicas. O que fazer, então? Como diz a Constituição Federal de 1988, a saúde é para todos os brasileiros, por isso é necessário que todos os postos de saúde tenham mais médicos e enfermeiros. Daí o Programa Mais Médicos, idealizado pelo Ministério da Saúde. O Ministério da Educação deveria incentivar que, no início da carreira, os novos médicos e médicas atendessem as populações menos favorecidas. Infelizmente, encontramos consultórios particulares cobrando 400 ou 500 reais por uns minutos de orientação ou pedidos de exames que, também, serão cobrados à parte. A população brasileira anda muito doente, pois não tem uma alimentação adequada, muitos já têm a idade avançada, sem falar nas localidades distantes, nas quais não chega profissional especializado, por causa da falta de condições para atendimento. Muitos lugares no Brasil carecem de qualquer assistência médica, ficando por conta das benzedeiras locais o paliativo de cura. Cuidemos do corpo e da saúde mental diante de tanta desigualdade e falta de cuidado com a população. Temos esperança de que dias melhores virão, mas, para isso, exige-se união de todos em cobrar dos representantes do povo e da Nação (deputados, senadores, vereadores) melhorias no quesito saúde pública. Maria Terezinha CorrêaMestra em Antropologia, especialista em Ensino de Filosofia, graduada em Filosofia e Pedagogia, cursou Teologia pelo Mater Ecclesiae, filiada à ABA, APEOESP, SBPC, Sintran e membro da APROFFIB. Atualmente, é professora de Filosofia na Prefeitura de São José-SC, voluntária na Comissão de Prevenção e Combate à Tortura (ALESC) e na Pastoral da Pessoa Idosa, ligada à Arquidiocese de Florianópolis e, recentemente, da Associação de Voluntários de Combate ao Câncer (AVCC), de Jales-SP.

Saúde e nutrição começam na infância

O cuidado com o corpo e uma boa alimentação devem ser ensinados às crianças desde cedo. Com uma abordagem lúdica, é possível mostrar a importância do cuidado com o corpo, tornando a vida mais saudável e aumenta nossa autoestima. Corpo e mente sã. Na educação infantil, valorizamos, por meio do campo de experiência “corpo, gestos e movimentos”, a vivência e a interação das crianças com o meio e o outro. As atividades ampliam seus conhecimentos, fazendo com que reconheçam as sensações e funções do seu corpo e seus limites. Com isso, elas desenvolvem, ao mesmo tempo, a consciência sobre o que é seguro e o que oferece risco à sua integridade física, comunicando-se e aprendendo mais sobre si e seu universo social e cultural. Como ressalta a BNCC (Base Nacional Comum Curricular), é possível formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento para as crianças pequenas, os quais nos permitem, como educadores, fazer com que a aprendizagem ocorra de forma significativa, pois assumimos a função de mediador, ao disponibilizar atividades que despertem a alegria no experimentar e no descobrir. Consideramos, assim, seus saberes, experiências, desejos, interesses, curiosidades, necessidades e ritmos de desenvolvimento em contextos que favoreçam brincadeiras, interações, investigações e explorações. Com as atividades desenvolvidas baseadas nos objetivos desse campo, entrelaçamos corpo, emoções e linguagem. É durante a fase da educação infantil que a criança está construindo sua identidade. A criança utiliza o corpo como instrumento relacional com o mundo. Esse é um processo natural que deve ser estimulado e incentivado desde a primeira infância. Esse movimento corporal saudável é uma prática que deveria ser mantida e incentivada por toda a vida escolar. Você sabia que cuidar do corpo é um ato de amor? E que, quando colocamos em prática hábitos que contribuirão decisivamente no cuidado com o corpo, de uma forma lúdica, tudo fica ainda mais divertido e prazeroso? Com uma simples brincadeira de “faz de conta”, foi criado um cenário no qual as crianças puderam vivenciar um dia no posto de saúde, dramatizando experiências como vacinação, atendimento, medicação… Verdadeiros doutores e doutoras mirins. E o que vimos foi uma turma interessada, curiosa, desfrutando de cada minuto da atividade proposta. Atividades educativas e divertidas tornam crianças mais participativas e felizes, fazendo com que coloquem em prática, com mais naturalidade, esses hábitos que as ajudam a viver melhor. Passam também a compreender que nosso corpo merece um carinho especial e que ir ao pediatra, por exemplo, é um momento que proporcionará descobertas e benefícios. Aquela tão famosa e “assustadora” injeção, aquele “geladinho” do termômetro, o curativo, o remédio que arde, entre outras ferramentas utilizadas por médicos e enfermeiros, passam a ser vistos pelas crianças com um pouco mais de leveza. Quem sabe sem medo, sem choro. Só sorrisos! Com esse olhar cuidadoso e a liberdade do brincar, a criança vai valorizando e adotando cada vez mais hábitos saudáveis. Esse é, sem dúvida, um dos aspectos mais importantes para se ter uma qualidade de vida, assumindo responsabilidades com seu corpo e sua saúde, tanto de forma individual como coletiva. Márcia Zochio, Suzi Gomes e Beatriz Floresta Professoras do Pré I no Colégio Imaculado Coração de Maria, no Rio de Janeiro-RJ.

Direitos humanos: uma opção pela justiça e pelo bem comum

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) propõe, anualmente, no tempo quaresmal, a Campanha da Fraternidade. O objetivo é colaborar para que a sociedade reflita acerca das dificuldades enfrentadas pela população e sobre a necessidade de conversão. Com isso, o tema escolhido para este ano é “Fraternidade e Políticas Públicas”, com o lema “Serás libertado pelo direito e pela justiça”. Segundo o coordenador da Dimensão Missionária, Agostinho Travençolo Júnior, o tema das políticas públicas está sendo refletido nas escolas da Rede de Educação Missionárias Servas do Espírito Santo e na sociedade como um todo. “O desejo da CF é ajudar a população a pensar na importância das políticas de Estado como meio de assegurar condições para que as pessoas possam viver com dignidade”, explica. Mas o que são políticas públicas? Segundo Agostinho, “Educação, saúde, trabalho, lazer, assistência social, meio ambiente, cultura, moradia, transporte, entre outros, são alguns exemplos de direitos que deveriam ser garantidos aos cidadãos”. Para ele, “O principal objetivo da CF é estimular a participação de todos, à luz da Palavra de Deus, na busca do fortalecimento da cidadania e do bem comum, como sinais de fraternidade”. Agostinho conta que a Equipe Missionária da Rede de Educação e os educadores dos colégios Stella, Sagrado Coração de Maria, Sagrado Coração de Jesus e Espírito Santo se inspiraram na CF 2019 ao escolheram o tema transversal “Direitos humanos: uma opção pela justiça e pelo bem comum”, que permeará todo o trabalho pedagógico da Rede de Educação durante este ano. Pensando na pertinência do tema para o contexto social, Agostinho afirma: “Somos chamados a garantir e colocar em prática direitos que ajudem nosso povo a ser mais feliz”. Tema transversal no Sagrado Cada um dos colégios está colocando em prática o tema transversal e busca viver a CF 2019. Para Simone Fortunato Nunes, coordenadora da Pastoral Missionária do Colégio Sagrado Coração de Jesus, em Belo Horizonte-MG, “A importância de se ter um tema norteador para todas as atividades acadêmicas é a oportunidade de motivar os alunos a perceber que os direitos humanos são o caminho para que a sociedade chegue à justiça e ao bem comum”. “As políticas públicas se tornam necessárias como forma de redistribuição dos bens não ofertados plenamente e suficientemente pelo Estado, principalmente como forma de suprir as demandas existentes, a fim de se evitar que a sociedade corra algum tipo de risco”, explica. Assim, segundo Simone, “O Estado busca garantir a segurança, a ordem e o bem-estar social, almejando, a partir de funções associadas, distributivas e estabilizadoras, as demandas coletivas”. Para a coordenadora, a escola é um desdobramento da garantia de um bem público obrigatoriamente fornecido pelo Estado, que é a educação. E ela define essa área como “um espaço de educação e convívio social, com um papel fundamental na formação de cidadãos críticos, justos e solidários”. Por isso, ela considera imprescindível para as escolas católicas acolher a proposta de reflexão e conversão lançadas pela CNBB. Simone afirma que, “como escola católica, que tem sua filosofia baseada no exemplo do Cristo, torna-se impossível ignorar o desafio social” e explica que “a justiça social é uma das implicações do evangelho”. Por isso, “acreditar, promover e lutar por ela é um testemunho cristão”. “Num mundo afligido por tantas situações que atentam contra a vida, a dignidade e o bem-estar dos seres humanos, é mister que os cristãos reforcem seu compromisso pessoal e social, perguntando-se acerca de sua responsabilidade pelo bem comum, partindo da experiência individual e ampliando para a vivência comunitária, dando vida às palavras do Mestre: ‘Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados!’ (Mateus 5,6)”, conclui. Veja as fotos da abertura da CF – 2019 no Colégio Sagrado Coração de Jesus

Quaresma: O jejum que fortalece a alma – e o corpo!

“Ao jejuar, arrume o cabelo e lave o rosto, para que não pareça aos outros que você está jejuando, mas apenas a seu Pai, que vê em secreto. E seu Pai, que vê em secreto, o recompensará.” Mateus 6:16-18. A Quaresma é o período espiritual de preparação para a Páscoa, data da morte e ressurreição de Jesus Cristo. Ela dura 40 dias e começa hoje, quarta feira de cinzas, e termina no sábado de Aleluia em 29/03. Este é um período privilegiado que nos leva a penetrar fundo no sentido da nossa condição de filhos e filhas de Deus. Um tempo especial que nos recorda e convida a sermos misericordioso com o nosso próximo, enquanto cristãos, de sermos misericordiosos com o nosso próximo. A caridade, a oração e o jejum são práticas que nos ajudam a viver bem e nos proporcionam bom relacionamento com os outros e com Deus. Porém, você sabia que o jejum não é apenas uma prática que faz bem ao espírito, mas também ao corpo? Seja inteligente: faça jejum O jejum, ao contrário do que acreditamos e até sentimos, faz bem. E isso não fomos nós que dissemos, mas o cientista Yoshinori Ohsumi, Nobel de Medicina de 2016, graças às suas descobertas sobre autofagia, um processo de reciclagem celular. Então, mais motivad@ a jejuar? Não deixe de participar e nos contar como foi este período.A autofagia acontece quando nos privamos de alimentos. Não é dieta e nem regime, é um período curto sem comida. Esse período sem alimentação faz com que seu corpo ative mecanismos de autodefesa que fazem as próprias células ‘se comerem’. Esse processo promove uma autolimpeza, dando fim às células ruins e mal formadas de seu corpo, trazendo mais saúde e longevidade pra sua vida.

Ir. Anastasia: A saúde precisa é de ouvidos

As terapias complementares vêm conquistado cada vez mais pessoas que buscam por melhor qualidade de vida e saúde. Ir. Anastasia sabe o quanto isso é verdade. Ela já perdeu a conta do número de pessoas que procuram pelos seus “remedinhos milagrosos” durante os muitos anos que trabalha como voluntária na comunidade de Juquitiba, interior de São Paulo e na Paróquia Nossa Senhora – Núcleo Madre Teresa de Calcutá, em São Lourenço. Ir. Anastasia tem muitas histórias para contar sobre essas pessoas que foram curadas através de seus chás, tinturas e pomadas. Esses remédios são feitos à base das plantas de seu próprio jardim e são preparados por ela mesma a fim de ajudar todos que chegam até ela, muitos encaminhados pelos postos de saúde e hospitais da região. Porém, a experiência trouxe à irmã a sabedoria de notar que a maioria dos problemas que ela trata é de fundo emocional e depende mesmo é que se saiba ouvir a pessoa assistida. Assim, além do remédio, ela também oferece seu ouvido para uma conversa amiga: “Isto ajuda muito” – comenta Ir. Anastasia. No final do tratamento essas pessoas saem curadas e, não raro, amigas da irmã. Já fez ou conhece os tratamentos da Ir. Anastasia? Limpeza: De ouvido, feito com cone. Pomadas: Antibióticas, anti-inflamatórias, para úlceras, feridas, machucados, cortes e melhorar o aspecto da pele. Chás calmantes: De calêndula e valeriana, com propriedades que relaxam todo o corpo. Tintura de alho: Para a pressão alta e colesterol alto. Florais de Bach: Para desequilíbrio emocional que causa diversas doenças. Se você conhece o seu trabalho, conte para nós nos comentários.

Faça parte da caixinha de remédios de alguém

Ontem foi o Dia Internacional da Medicina Integrativa – que, aliás, curtimos muitíssimo por aqui. Esta medicina faz uma abordagem orientada para um sentido mais amplo de cura, que visa tratar a pessoa em seu todo: corpo, mente e espírito. E foi pensando nela que lembramos deste texto, que compartilhamos com você. Curta conosco e reflita: será que você faz parte da caixinha de remédios de alguém? Faça parte da caixinha de remédios de alguém Uma mulher que trabalhava num banco havia muitos anos, caiu em desespero. Estava depressiva, com esgotamento nervoso. Seu médico, buscando um diagnóstico, lhe perguntou: – Como se chama a jovem que trabalha ao seu lado no banco? – Cíntia, respondeu ela, sem entender. – Cíntia do quê? – Eu não sei. – Sabe onde ela mora? – Não. – O que ela faz? – Também não sei. O médico entendeu que o egoísmo estava roubando a alegria daquela pobre mulher. – Posso ajudá-la, mas você tem que prometer que fará o que eu lhe pedir. – Farei qualquer coisa! Afirmou ela. – Em primeiro lugar, faça amizade com Cíntia. Convide-a para jantar em sua casa. Descubra o que ela está almejando na vida, e faça alguma coisa para ajudá-la. Em segundo lugar, faça amizade com seu jornaleiro e a família dele, e veja se pode fazer alguma coisa para ajudá-los e, em terceiro, faça amizade com o zelador de seu prédio e descubra qual é o sonho da vida dele. Em dois meses, volte para me ver. Ao fim de dois meses, ela não voltou, mas escreveu uma carta sem sinal de melancolia ou tristeza. Era só alegria! Havia ajudado Cíntia a passar no vestibular. Ajudou a cuidar de uma filha doente do jornaleiro. Ensinou o zelador a ler e escrever, pois era analfabeto. “Nunca imaginei que pudesse sentir alegria desta maneira!”, escreveu ela. Moral da história: os que vivem apenas para si mesmos, nunca encontrarão a paz e a alegria, pois somos chamados por Deus para ser benção na vida dos outros. Você já conhecia este segredo? “Muitas vezes nesta vida, nós somos o remédio da vida de outras pessoas!” Quantas vezes você já curou uma pessoa com o seu abraço, uma visita inesperada, um sorriso, uma palavra, um carinho ou até mesmo, um e-mail enviado? Sua presença alegra a vida das pessoas, é um poderoso remédio contra a tristeza, a depressão, a dor e os sofrimentos da alma. Estar presente, na vida das pessoas que amamos é milagre poderoso, que pode transformar-se em processos de cura absoluta.” Faça parte da caixinha de remédios de alguém!

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