Esperar na esperança

Hoje é dia de silêncio, de espera. A esperança não morreu. Deus continua trabalhando, mesmo no silêncio. Irmã Albersia Hope, SSpS, conduz a meditação deste Sábado Santo. Assista!
Sábado Santo: um frio sepulcro nos interpela

O Sábado Santo é marcado pelo silêncio e pela expectativa da vitória de Jesus sobre a morte. Na série Semana Santa Orante, o jesuíta padre Adroaldo Palaoro propõe uma reflexão sobre um trecho do Evangelho de São João que nos ilumina nessa experiência.
Sábado Santo da espera e da esperança

Série Semana Santa Orante: o jesuíta padre Adroaldo Palaoro propõe uma reflexão sobre trechos do Evangelho, para nos ajudar na experiência deste Sábado Santo, em que seguidores e seguidoras de Jesus vivem, no silêncio e na oração, a espera e a esperança da vitória de Jesus sobre a morte.
Refletindo o Sábado Santo

Veja a reflexão bíblica elaborada por Adroaldo Palaoro, padre jesuíta, comentando o Evangelho proposto para meditação neste Sábado Santo. A passagem está em Marcos 15,42-47.
Sábado Santo: o Crucificado é depositado no ventre da Mãe-Terra

“José de Arimateia, tomando o corpo de Jesus, envolveu-o num lençol limpo e o colocou num túmulo novo, que mandara escavar na rocha. Em seguida, rolou uma grande pedra na entrada do túmulo e retirou-se” (Mt 27,59-60) Normalmente o Sábado Santo não merece maior atenção de nossa parte; acabada a vivência litúrgica da Sexta-feira Santa, já pensamos no Domingo da Ressurreição. No entanto, o Sábado Santo reivindica uma reflexão e um lugar na nossa vida espiritual. O Sábado Santo é um dia de penumbra: entre a sombra da Sexta-Feira e a luz do Domingo. É o dia da ambiguidade, do luto e da possível boa notícia, da espera e da esperança. É o dia dedicado à solidão de Maria, o “dia não litúrgico”. É o dia em que Jesus “desce” à morada dos mortos, na obscuridade mais absoluta. Ali não há visão de Deus; por isso, a Escritura a chama “inferno”. É o dia do ocultamento de Deus, do silêncio de Deus Pai, da grande solidão de Jesus, do Filho perdido na obscuridade, na “terra de ninguém”. Jesus no túmulo simboliza o silêncio, a volta ao mais íntimo de si mesmo, abraçando a solidão sem se sentir solitário. Sábado Santo é o dia da impotência, da injustiça, da desolação, da solidão; dia em que nos situamos diante da morte injusta imposta pelos “podres poderes”; dia precedido por traições, fugas, gritaria ameaçante, linchamento cruel e mentiroso; dia das esperanças rompidas, do medo que paralisa, do fechar de portas mentais e emocionais; dia incompreensível do silêncio, da “ausência” de Deus. Sábado Santo é também um dia obscuro onde nos custa ver saídas ou futuro, um dia ameaçante carregado de dor e morte; dia das perguntas sem resposta: “por que isso? Como pode estar acontecendo isto? Onde está Deus? Portanto, dia de uma crise radical porque afeta e põe em questão nossas falsas esperanças, nossa onipotência e prepotência, nosso individualismo independente… Podemos expressar três atitudes no Sábado Santo: a) Jerusalém volta à normalidade, nada mudou; b) permanecer no “por quê” isso aconteceu?; c) despertar o “para quê” isso aconteceu? É tempo de deixar-nos abalar pelas perguntas que não suportam respostas fáceis. “O Sábado Santo é aquele intervalo único e irrepetível na história da humanidade e do universo em que Deus, em Jesus Cristo, compartilhou não só nosso morrer, mas também nosso permanecer na morte. Trata-se da solidariedade mais radical” (Bento XVI). A virtude teologal da esperança nos convida a mergulhar no sentido profundo do Sábado Santo: foi o dia do silêncio de Deus Pai e o dia da descida de Jesus, morto e sepultado, “aos infernos da condição humana”. Foi o dia do Espírito Santo que não tinha “onde repousar” e fica como sem alento. O inferno ao qual Jesus desceu é, em primeiro lugar, a morte eterna, a destruição sem saída, o frio cósmico… Mas é, em segundo lugar, a morte histórica que tende a dominar tudo, a morte que vem da injustiça, da indiferença, da prepotência e violência de muitos. Essa morte aparece mais claramente nos ambientes dominados pela cultura do ódio, da intolerância, do preconceito; faz-se visível nos traficantes da vida, na miséria e nos rostos famintos, vítimas de uma estrutura social e política injusta. É a morte dos fabricantes de armas, dos violadores e assassinos…; a morte nos cárceres, nas casas sem pão, nos caminhos sem saída, nos hospitais… O “inferno” está em todos os lugares onde a vida é massacrada pelos prepotentes, onde a Terra é destruída pela ganância de alguns, onde a “lei do mercado” se alimenta do sangue dos mais pobres… Sem a “descida” de Jesus aos infernos da história humana, não existe redenção cristã, não se pode falar de autêntica páscoa. Se não nos comprometemos com os “condenados ao inferno” de nosso mundo, não poderemos entender o mistério do Sábado Santo. Ao longo de toda sua vida, e de um modo especial através de sua morte na Cruz (solidário com os expulsos e condenados da humanidade), Jesus “desceu aos infernos” da pobreza, da exclusão, da violência… Neste “dia de silêncio”, o Crucificado se faz solidário universal; nenhuma situação humana, por mais extrema que seja, ficou excluída dessa presença compassiva. Indo mais além, a vivência do Sábado Santo também nos move a “descer” aos nossos “infernos interiores”, carregados de feridas, sentimentos negativos, traumas, fracassos… e experimentar a redenção no mais profundo de nosso ser. “Nossa época se converteu sempre mais em um Sábado Santo: a obscuridade deste dia interpela a todos aqueles que se perguntam pelo sentido da vida, e de maneira especial nos interpela a nós que cremos. Também a nós nos afeta esta obscuridade” (Bento XVI). O Sábado Santo parece um sábado vazio: cala a liturgia, cala a Igreja, calam os corações. O vazio provocado pela morte de Jesus nos deixa sem alento; sua ausência nos deixa sem palavras. Quando Aquele que é Palavra está ausente, que podem nos dizer as palavras? Mas há um silêncio que está vivo; é o silêncio de quem nos criou no silêncio. Um silêncio entendido como outra forma de presença de Deus. Deus se revela não só na Palavra, também em seu Silêncio, em seu ocultamento. Quando Deus cala e faz calar, fecham-se os lábios, entra-se no mistério, na mística. O silêncio do Senhor nos move a procurar, a escutar, a enxergar… O silêncio de Deus deve ser respeitado, pois a Deus lhe dói a morte de seus fiéis (Sl 116,15): o Pai não estará fazendo luto por seu Filho e por suas criaturas? * Não será que o silêncio do Sábado Santo supõe o direito de Deus se calar? * Que Deus não tem direito de guardar silêncio? * Quem somos nós para exigir de Deus que nos esteja falando continuamente? Além disso, através da passagem do Sábado Santo, realiza-se uma transformação radical de nossa imagem de Deus: não como um Ser Onipotente insensível, que desconhece a dor, senão como Amor vulnerável e vulnerado, que assume como Seu o sofrimento da humanidade. Para que haja uma
Por que esta semana é santa?

A Semana Santa é um tempo de vivência profunda da fé, no qual acompanhamos de maneira intensa o mistério da paixão, morte e ressurreição de Jesus, especialmente na Sexta-Feira Santa, no Sábado Santo e no Domingo de Páscoa. Este ano, no entanto, a Semana Santa será completamente diferente dos outros anos. Com a pandemia provocada pelo coronavírus, não poderemos participar das celebrações nas igrejas… Não haverá a missa do Lava-pés na Quinta-Feira Santa… Não haverá a adoração da cruz nem a celebração da paixão de Jesus na Sexta-Feira Santa… Tampouco haverá a Vigília Pascal com a bênção do fogo e a entrada triunfante do círio pascal. Também não teremos a missa do Domingo de Páscoa… Então, como esta semana será santa? Como vamos viver a nossa fé e celebrar o ponto culminante da vida cristã que é a Páscoa? Talvez, este momento de sofrimento que atinge todos os países, seja uma oportunidade de participar do mistério da paixão de Jesus, oferecendo nossa dor, nossas incertezas e perdas, a solidão do isolamento, o medo e a angústia que sentimos, unindo-nos ao sofrimento de Jesus para o resgate de toda a humanidade. Viver esta Semana Santa na fé é um grande desafio, mas somos convidados a fazer de nossa casa uma Igreja doméstica, a reunir nossa família e acompanhar pelas TVs católicas as celebrações das missas. Em comunhão espiritual, podemos nos unir a Jesus no dom de sua entrega total e rezar por todos os que estão sofrendo nos hospitais, e também por tantas pessoas que, a exemplo de Jesus, estão colocando a própria vida em risco para cuidar dos doentes ou prestar serviços essenciais. O que celebramos na Semana Santa é justamente o mistério da vida de Jesus e seu amor infinito, que se doa até o fim. É o esvaziamento do Deus que veio ao mundo como criança, ensinou o mandamento do amor e mostrou que é possível, em nossa humanidade, aproximar-nos do Pai e nos acolher como irmãos e irmãs, por que, em Deus, somos todos um. Mas talvez esta realidade ficou esquecida e foi necessário que um vírus invisível viesse nos mostrar que de fato somos um e o que acontece com os demais também nos atinge. A ressurreição de Jesus é a confirmação de tudo quanto Ele fez e ensinou. É o cumprimento da promessa da salvação de Deus que, em Jesus, liberta-nos da morte e nos convida a participar da vida plena. Mas, para chegar à ressurreição, Jesus enfrentou o sofrimento e a morte na Cruz. Nós também superaremos esta crise! Que Deus nos ajude a aprender de tudo o que estamos passando. Que Jesus nos dê a força da solidariedade para viver também o mistério da paixão, morte e ressurreição de toda a humanidade. Quinta-feira Santa Na verdade, o Tríduo Pascal começa na noite da quinta-feira, quando a Igreja recorda a última ceia de Jesus com os seus discípulos. Nessa missa, há o rito do lava-pés, em que Jesus revelou o caminho do serviço e do cuidado com o próximo. Conforme narra o Evangelho de São João, durante a refeição, Jesus pôs um avental, pegou uma toalha e lavou os pés dos seus discípulos. Depois os convidou a fazer o mesmo. Também lembramos a instituição da Eucaristia, quando Jesus, durante a ceia, tomou o pão e o vinho, e os deu aos discípulos, dizendo que eram o seu corpo e o seu sangue. Em todas as missas, fazemos a memória de Jesus, quando o padre consagra o pão e o vinho, que se tornam o corpo e o sangue de Cristo. Após a ceia, Jesus foi ao Monte das Oliveiras, ou Getsêmani, e, sabendo o que estava para acontecer, colocou-se em oração diante do Pai e pediu que afastasse o cálice da dor e da morte, mas se entregou totalmente, dizendo “Faça-se a tua vontade e não a minha”. Naquela mesma noite, Jesus foi preso, humilhado, maltratado… Nas igrejas, no fim da missa dessa noite, o Santíssimo Sacramento é retirado do sacrário e levado para outro local, onde a comunidade fica em adoração. Sexta-feira da Paixão Recordando a paixão e a morte de Jesus, que ocorreram na sexta-feira, os católicos fazem um dia de jejum e oração. Acompanhamos a Via-Sacra de Jesus, desde seu julgamento injusto e condenação à morte, sua flagelação e o caminho até o calvário, carregando a cruz de todas as maldades humanas. A Sexta-Feira da Paixão está muito presente na religiosidade popular, pois, diante de todas as dificuldades que o povo enfrenta para sobreviver, identifica-se com Jesus sofredor. No Senhor, encontra forças e esperança para suportar os desafios da vida. Nas igrejas de todo o mundo, os católicos se reúnem pelas três da tarde para rezar na mesma hora em que Jesus morreu na cruz. É o único dia do ano em que não se celebra a missa. Não se tocam instrumentos musicais e até o altar fica completamente despojado. É feita a narração da paixão de Jesus e se reza por todas as situações do mundo. Na adoração da Cruz, os fiéis se aproximam e beijam o crucifixo. É costume também haver a meditação da Via-Sacra pelas ruas, muitas vezes com encenações, acompanhando os passos de Jesus até o calvário. Na Via-Sacra, rezamos também por todas as pessoas que sofrem injustamente ou são perseguidas, pela superação das forças da morte que oprimem a humanidade, como a fome, o desemprego, a falta de sentido, a falta de saúde, de moradia e tudo o que destrói a dignidade humana, como o abuso sexual, as drogas e tantos outros. Também recordamos Maria, a mãe de Jesus, que o acompanhou em todos esses momentos, entregando-o a Deus. Em seu sofrimento, ela foi corredentora. Em muitas comunidades, há a tradição de rezar as sete dores de Maria. Sábado Santo No Sábado Santo, nós lembramos Jesus na sepultura. É um dia de silêncio e reflexão. Somos convidados a experimentar o vazio e refletir sobre tudo o que Jesus fez e significa em nossa vida. Na
Por que esta semana é santa?

A celebração da Páscoa é o ponto culminante da fé cristã. A ressurreição de Jesus é a confirmação de tudo quanto Ele fez e ensinou. É o cumprimento da promessa da salvação de Deus que, em Jesus, liberta-nos da morte e nos convida a participar da vida plena. Mas, para chegar à ressurreição, Jesus enfrentou o sofrimento e a morte na Cruz. O que celebramos na Semana Santa é justamente o mistério da vida de Jesus e seu amor infinito, que se doa até o fim. É o esvaziamento do Deus que veio ao mundo como criança, ensinou o mandamento do amor e mostrou que é possível, em nossa humanidade, aproximar-nos do Pai e nos acolher como irmãos e irmãs, por que, em Deus, somos todos um. A Semana Santa concentra os principais fatos relacionados à paixão, morte e ressurreição de Jesus, especialmente durante o Tríduo Pascal. Mas o que é o Tríduo Pascal? Como o nome diz, são os três dias de vivência intensa do mistério pascal: a Sexta-Feira Santa, o Sábado Santo e o Domingo de Páscoa. Quinta-feira Santa Na verdade, o Tríduo Pascal começa na noite da quinta-feira, quando a Igreja recorda a última ceia de Jesus com os seus discípulos. Nessa missa, há o rito do lava-pés, em que Jesus revelou o caminho do serviço e do cuidado com o próximo. Conforme narra o Evangelho de São João, durante a refeição, Jesus pôs um avental, pegou uma toalha e lavou os pés dos seus discípulos. Depois os convidou a fazer o mesmo. Também lembramos a instituição da Eucaristia, quando Jesus, durante a ceia, tomou o pão e o vinho, e os deu aos discípulos, dizendo que eram o seu corpo e o seu sangue. Em todas as missas, fazemos a memória de Jesus, quando o padre consagra o pão e o vinho, que se tornam o corpo e o sangue de Cristo. Após a ceia, Jesus foi ao Monte das Oliveiras, ou Getsêmani, e, sabendo o que estava para acontecer, colocou-se em oração diante do Pai e pediu que afastasse o cálice da dor e da morte, mas se entregou totalmente, dizendo “Faça-se a tua vontade e não a minha”. Naquela mesma noite, Jesus foi preso, humilhado, maltratado… Nas igrejas, no fim da missa dessa noite, o Santíssimo Sacramento é retirado do sacrário e levado para outro local, onde a comunidade fica em adoração. Sexta-feira da Paixão Recordando a paixão e a morte de Jesus, que ocorreram na sexta-feira, os católicos fazem um dia de jejum e oração. Acompanhamos a Via-Sacra de Jesus, desde seu julgamento injusto e condenação à morte, sua flagelação e o caminho até o calvário, carregando a cruz de todas as maldades humanas. A Sexta-Feira da Paixão está muito presente na religiosidade popular, pois, diante de todas as dificuldades que o povo enfrenta para sobreviver, identifica-se com Jesus sofredor. No Senhor, encontra forças e esperança para suportar os desafios da vida. Nas igrejas de todo o mundo, os católicos se reúnem pelas três da tarde para rezar na mesma hora em que Jesus morreu na cruz. É o único dia do ano em que não se celebra a missa. Não se tocam instrumentos musicais e até o altar fica completamente despojado. É feita a narração da paixão de Jesus e se reza por todas as situações do mundo. Na adoração da Cruz, os fiéis se aproximam e beijam o crucifixo. É costume também haver a meditação da Via-Sacra pelas ruas, muitas vezes com encenações, acompanhando os passos de Jesus até o calvário. Na Via-Sacra, rezamos também por todas as pessoas que sofrem injustamente ou são perseguidas, pela superação das forças da morte que oprimem a humanidade, como a fome, o desemprego, a falta de sentido, a falta de saúde, de moradia e tudo o que destrói a dignidade humana, como o abuso sexual, as drogas e tantos outros. Também recordamos Maria, a mãe de Jesus, que o acompanhou em todos esses momentos, entregando-o a Deus. Em seu sofrimento, ela foi corredentora. Em muitas comunidades, há a tradição de rezar as sete dores de Maria. Sábado Santo No Sábado Santo, nós lembramos Jesus na sepultura. É um dia de silêncio e reflexão. Somos convidados a experimentar o vazio e refletir sobre tudo o que Jesus fez e significa em nossa vida. Na tradição da Igreja, esse é o dia em que Jesus desce à região dos mortos e resgata Adão e toda a humanidade com ele. Mas, quando chega à noite, toda a tristeza transforma-se em alegria, durante a Vigília Pascal. Está é a mais bela e a mais longa de todas as celebrações. Começa do lado de fora da igreja, ao redor de uma fogueira. O fogo é abençoado e, com ele, acende-se o círio pascal, uma grande vela que é sinal da luz de Cristo ressuscitado. Depois, todo o povo, com velas na mão, entra na igreja ainda escura. O diácono ou o sacerdote entra carregando o círio e anuncia três vezes: “Eis a luz de Cristo!”, e o povo responde: “Demos graças a Deus!”. Da chama do círio pascal, todos acendem a sua vela, iluminando toda a igreja. Então com cantos, leituras e orações, recorda-se a história da salvação desde a criação do mundo até a ressurreição de Cristo. Na Igreja primitiva, a Vigília Pascal terminava ao amanhecer. Atualmente a celebração pode durar de duas a três horas. Além do anúncio da Páscoa, dos cantos alegres e animados, há também a celebração do batismo de adultos e a renovação das promessas batismais. Domingo de Páscoa Domingo é o Dia do Senhor por causa da Ressurreição de Jesus. De manhã bem cedo, as mulheres foram ao túmulo de Jesus e encontraram removida a pedra que o fechava e vazio o lugar. Um anjo anunciou-lhes que Jesus havia ressuscitado, e elas correram, cheias de alegria, anunciar aos apóstolos que Jesus estava vivo. Páscoa é a festa da vida que vence a morte. Por isso é cheia de símbolos que falam de