Aos mestres e mestras, com carinho

Sempre agiu feito regente. Uma regência que juntava vozes dissonantes e desafinadas para realizar uma ópera. Fez entoar suas preces silenciosas quando parecia que não havia saídas. Mas você sempre encontrou uma saída; você sempre a encontra.” Na poesia de Maria José Brant (Deka), nossa homenagem a todos os professores e professoras!
“Nosso Deus sempre vem a nós em festa”

Veja a reflexão bíblica elaborada por Adroaldo Palaoro, padre jesuíta, comentando o Evangelho deste 28º Domingo do Tempo Comum, narrado em Mateus 22,1-14.
A missão do professor em uma escola católica

É nítido perceber que o papel do professor está sendo ampliado, cada vez mais, ao longo do tempo. Mas será que essa missão, embora tão sublime, ocorre de maneira satisfatória dentro das escolas católicas? No TBT de hoje, reapresentamos o artigo da professora Lariana de Oliveira Castro Simões.
Não desperdiçar alimentos: um compromisso com a fraternidade e a sustentabilidade

Não desperdiçar alimentos é um ato de amor ao próximo, à natureza e às futuras gerações. Também é um gesto de solidariedade em favor das pessoas mais vulneráveis. Veja o artigo do professor Alisson Baraúna, do Colégio Espírito Santo, em São Paulo – SP.
Brindar a vida com o melhor vinho: Jesus

A vida constitui uma grande festa que o Senhor nos concede todos os dias. Porém essa festa só tem sentido se desfrutamos o melhor vinho: Jesus, seu amor e sua misericórdia. Veja o artigo da Ir. Maria de Fátima Kapp, SSpS.
Que fizemos com a vinha do Senhor?

Veja a reflexão bíblica elaborada por Adroaldo Palaoro, padre jesuíta, comentando o Evangelho deste 27º Domingo do Tempo Comum, narrado em Mateus 21,33-43.
Que “trabalheira” ser criança e adolescente.

Crescer é complexo e delicado, e envolve muito trabalho. É um esforço infinito e árduo dar conta de entender o mundo. A infância e a adolescência é o nosso ensaio equilibrista. Nosso TBT hoje revisita o texto de Maria José Brant (Deka). Confira!
Recordando a canonização de Santo Arnaldo Janssen: amor e gratidão

Há 20 anos, nosso Fundador era reconhecido como santo da Igreja. Ao celebrar a canonização de Santo Arnaldo Janssen, em 5 de outubro de 2003, o Papa São João Paulo II o definiu como a imagem profética da Nova Jerusalém, que difunde a luz divina sobre todos os povos. Veja o artigo elaborado por Maria Cristina Maia, da Equipe de Espiritualidade SSpS da Província Brasil Norte.
Igreja envia missionária leiga para Guiné-Bissau

A consciência de que todas as pessoas batizadas são chamadas a ser evangelizadoras pôde ser celebrada no dia 17 de setembro, quando a comunidade católica da Paróquia São Roque, Diocese de Ponta Grossa-PR, realizou a celebração de envio da missionária Luciane da Luz Bracisiewrcz para a Missão São Paulo VI, na Guiné-Bissau, país localizado na costa oeste da África. A missa foi presidida por Dom Sérgio Arthur Braschi, bispo diocesano, com a presença de clérigos concelebrantes e o povo que, ativa e alegremente, participaram do momento. Desde criança, Luciane participa da vida da Paróquia São Roque. Nos últimos anos, atuou na comunidade como ministra da Liturgia, do Apostolado da Oração, Legião de Maria, Pastoral da Criança e Catequese. Agora, aos 51 anos, ela vive uma nova experiência: o desafio da missão em outro continente. O despertar para esse chamado ocorreu quando ouviu o testemunho do diácono Pedro e a esposa Salete, sobre a Missão São Paulo VI, na Guiné-Bissau. Ao agradecer a oportunidade da vivência, a missionária Luciane afirmou: “Esse foi um momento de alegria por viver a pertença à Igreja missionária, que dá segurança de que não estou indo sozinha em missão, ou por acaso, mas que é Deus quem escolhe, é Jesus quem chama, a Igreja que envia, Nossa Senhora acompanha e o Espírito Santo conduz. Foi com essa certeza e alegria que vivi esse momento de envio”. Na missa, D. Sérgio destacou a importância de enviar missionários da Igreja Local para outras terras: “É a Igreja que envia. A comunidade é que envia. E esse envio é o apoio dado ao missionário”. Após a homilia, Luciane foi chamada, e D. Sérgio, estendendo as mãos, rezou a oração de envio missionário e abençoou a cruz e o Novo Testamento na língua crioula. Em seguida, entregou os objetos à missionária, como símbolos que vão acompanhá-la. “Nós ficamos muito felizes, como Diocese de Ponta Grossa, ao enviar mais uma missionária leiga de nossa Diocese”, disse Dom Sérgio. Padre Adevilson Dias de Lara, pároco, falou sobre o impulso missionário e a alegria na comunidade: “O envio de nossa paroquiana vem somar com o que já temos buscado: sermos uma Igreja missionária em nossa realidade local. Esse envio vem fortificar e dar mais clareza para a comunidade de que todos nós somos missionários”, afirmou. Assista, a seguir, ao vídeo com o depoimento da missionária Luciane da Luz Bracisiewrcz que embarcou para a Guiné-Bissau, na África, no dia 25 de setembro de 2023. Ela vai integrar a comunidade da Missão São Paulo VI, mantida pela Igreja do Paraná na cidade de Quebo. Irmã Hermelinda Maria Ruschel, SSpS, e Marcos Vinícius Merker
Missão: fazer-se discípula, discípulo de Jesus

Missão: na perspectiva de envio O conceito da missionariedade tem mudado de forma significativa nas últimas décadas. As Sagradas Escrituras constituem a fonte e a inspiração dessa mudança, em conexão com a realidade dos povos, a escuta do clamor dos pobres e da Mãe Terra. O sentido bíblico da missão situa-se na perspectiva de envio. Jesus tem consciência de que é enviado de Deus Mãe-Pai. Ele dá continuidade à sua missão, enviando discípulos e discípulas. No Evangelho de São João (20,21-22), encontramos uma das formas de envio. “Jesus disse de novo para eles: ‘A paz esteja com vocês. Assim como o Pai me enviou, eu também envio vocês’. Tendo falado isso, Jesus soprou sobre eles, dizendo: recebam o Espírito Santo’”. Esse é um texto pascal. Para o evangelista João, a Páscoa e o Pentecostes acontecem no mesmo dia. Trata-se do nascimento da Igreja Missionária, a realização da promessa de Jesus: “Mas o Espírito Santo descerá sobre vocês, e dele receberão a força para serem minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria, até os extremos da terra” (Atos dos Apóstolos 1,8). Jesus reveste os seus seguidores e seguidoras da força do alto, o Espírito Santo, e os envia em missão. “Mas o Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, ensinar-vos-á todas as coisas, e vos recordará tudo o que vos tenho dito” (João 14,26). O Espírito Santo é a memória viva de Jesus. Ele revela, no rosto de Jesus ressuscitado, os traços de Deus Mãe-Pai de amor e misericórdia. O Espírito Santo nos capacita para contemplar no rosto dos irmãos e irmãs, desfigurados pelo sofrimento, pela fome, pela injustiça, o rosto de Jesus. Fazer discípulas e discípulos de Jesus Outro texto relevante de envio: “Jesus se aproximou e falou: ‘Toda autoridade me foi dada nos céus e sobre a terra. Portanto, vão e façam com que todos os povos se tornem meus discípulos, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo […].’” (Mateus 28,18-20). A preocupação de Jesus, revelada no Evangelho de São Mateus, é fazer discípulos: “Vão e façam com que todos os povos se tornem meus discípulos”. O termo discípulo aparece trinta e sete vezes nesse Evangelho. Para Mateus, a missão é essencialmente “fazer discípulos”. O verbo grego “mathetéuein” (“fazer discípulos”) é usado quatro vezes no Novo Testamento, três das quais no Evangelho de São Mateus (13,52; 27,57; 28,19). O verbo é usado no imperativo “vão e façam discípulos…”. O núcleo central é “fazer com que todos os povos se tornem discípulos”. O coração da missão, para Mateus, é fazer e fazer-se discípulos, discípulas de Jesus, num processo vivencial e contínuo e, assim, o evangelho é anunciado. Somos interpeladas, interpelados a fazermo-nos discípulas e discípulos de Jesus, todos os dias, nas mais diversas realidades e contextos. Nota O livro de Atos dos Apóstolos apresenta Pentecostes um tempo depois da Páscoa. Em At 1,2-8 relata como Jesus ensina, orienta e confere instrução aos seus apóstolos até ser elevado aos céus. Seus dos apóstolos permanecem em oração, com Maria, até a vinda do Espírito Santo (At 1,4-8; At 2,1-13). Irmã Maria de Fátima Kapp, SSpS Integra a Comunidade do Colégio Santos Anjos, em Porto União-SC, na qual atua como coordenadora. Colabora como conselheira provincial e acompanha as irmãs junioristas. Fez graduação em Teologia, mestrado em Teologia Bíblica e especialização em Relação de Ajuda.