Nunca é tarde para a fé: colaboradoras de colégio das SSpS iniciam caminhada na catequese de crisma

Três colaboradoras do Colégio Espírito Santo, em Canoas (RS), partilham a experiência de retomar a caminhada de fé. Com dedicação, elas se preparam para receber o sacramento da crisma. A catequese com adultos é uma das prioridades da Igreja, recordando que sempre é hora de começar a seguir os passos de Jesus. Veja mais!
Lar São José: celebrando a sabedoria acumulada

Conheça o Lar São José, entidade administrada pelas irmãs missionárias servas do Espírito Santo (SSpS) no Município de Três Passos (RS). A casa atende 65 idosos e procura oferecer atenção especial a cada um. A irmã Olmira Bernadete Dassoler conta como é realizada a missão entre aqueles que têm muita história para contar. Veja!
Festa Julina do Colégio Santa Maria: tradição, cultura e integração

A Festa Julina do Colégio Santa Maria já é uma tradição em Cascavel (PR). É um momento de encontro entre famílias, alunos, educadores, amigos e outros moradores da cidade. A atividade mobiliza a comunidade escolar e muitos voluntários, sendo uma oportunidade de valorização da partilha, da alegria e do espírito de serviço. Saiba mais!
SSpS do Brasil emitem nota em repúdio a conflitos e reforçam opção pela paz

As irmãs missionárias servas do Espírito Santo (SSpS) do Brasil emitem uma nota em repúdio ao aumento dos conflitos em todo o mundo, o maior número desde a Segunda Guerra Mundial, e reafirmam a opção pela busca da paz, da concórdia e da defesa da Casa Comum. “Não podemos permanecer indiferentes diante do sofrimento de tantas pessoas”, diz a mensagem. Veja a íntegra do documento.
O olhar da “Lei Maria da Penha” sobre as crianças e adolescentes

No dia 7 de agosto de 2022, a “Lei Maria da Penha” (Lei nº 11.340/2006) completa 16 anos. A norma é um marco importante e histórico para nós, brasileiras e brasileiros. Até sua instituição, em 2006, o Brasil não dispunha de uma legislação específica que coibisse a violência doméstica. As ocorrências eram encaminhadas para o famigerado “Juizado de Pequenas Causas”, local não apropriado para a reconhecida gravidade de muitos episódios, além da falta de um tratamento humanizado e específico para a questão. A lei é fruto de uma denúncia feita contra o Brasil nos órgãos internacionais: OEA (Organização dos Estados Americanos) e, depois, no CIDH (Comissão Interamericana de Direitos Humanos), com base no descaso, “omissão, negligência e tolerância” aos fatos sofridos contra a farmacêutica Maria da Penha Maia Fernandes. A mulher, que sofreu mais de 20 anos de violência doméstica e tentativa de homicídio, deu nome à lei. Infelizmente, ela é uma entre as muitas vítimas brasileiras. Após a condenação do Brasil nos órgãos internacionais, e tão somente após esta, foi organizada uma comissão interministerial pelo governo federal. Várias audiências ocorreram nas cinco regiões do País e analisaram o projeto que criaria uma legislação específica sobre o assunto. Após mais de um ano de discussões, a lei foi aprovada, tendo como objetivo precípuo a “criação de mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher”, promovendo a alteração das leis penais e propondo a criação de um órgão específico para o tratamento dos casos. É importante perceber que se trata de uma lei de gênero, ou seja, a norma busca proteger a mulher. No tocante aos adolescentes e às crianças, que, muitas vezes, são o elo ainda mais frágil desses problemas e transtornos domésticos e, ou, familiares, a lei é bem sucinta. Os artigos 29 e 30, contudo, deixam claro que os atendimentos serão feitos por profissionais especializados nas áreas psicossocial, jurídica e da saúde, de forma que a abordagem seja multidisciplinar e sanadas as demandas. Além disso, nos casos envolvendo violência doméstica e familiar, normalmente se estabelece uma “rede de apoio” que envolve as polícias civil, militar e o braço PDV (patrulha da violência doméstica), que realiza visitas apaziguadoras e acompanhamento de alguns casos específicos. Também estão nessa rede o Conselho Tutelar, o CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social), o CRAS (Centro de Referência de Assistência Social), a Defensoria Pública, o Ministério Público e o Poder Judiciário. A verdade é que a “Lei Maria da Penha” apenas tangencia quando o assunto é crianças e mulheres adolescentes. Essa não é uma lei voltada para elas especificamente, mas isso não quer dizer que não haja aporte legal para as demandas das crianças, mas estas são geralmente supridas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei nº 8.069/1990) ou mesmo pelo Código Penal (Decreto-Lei nº 2.848/1940). No caso dos adolescentes, o mesmo se verifica, mas em relação às mulheres adolescentes vítimas de violência física, sexual, patrimonial, moral, etc., haverá respaldo legal em razão do gênero mulher e não pelo fato de serem adolescentes. Todos os esforços são feitos para tentar minimizar um processo dolorido e traumático que é “colocar a colher em relação de marido e mulher” e relações afetivas, incorporadas de múltiplos vínculos. A lei é, de certa forma, recente, mas esperamos que haja o amadurecimento da população e o fortalecimento, a cada dia, da legislação para que os seus objetivos sejam cada vez mais efetivados. Tânia Cecília Cardoso de Oliveira MarquesBacharela em Direito e servidora no Ministério Público de Minas Gerais.
“Vocação: graça e missão”

A 58ª Assembleia-Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por unanimidade, aprovou a realização do terceiro Ano Vocacional da Igreja no Brasil, que deverá ser celebrado de 20 de novembro de 2022 a 26 de novembro de 2023, com a temática “Vocação: graça e missão”. A ideia é celebrar os 40 anos do primeiro ano dedicado à reflexão, oração e promoção das vocações no Brasil. O objetivo é promover a cultura vocacional em todas as instâncias, isto é, nas comunidades eclesiais, nas famílias e na sociedade, para que sejam ambientes favoráveis ao despertar das vocações, como graça e missão, a serviço do Reino de Deus. O texto-base do Ano Vocacional intui aprofundar o tema e o lema, respectivamente, “Vocação: graça e missão”, “Corações ardentes, pés a caminho” (Lc 24,32-33). É uma motivação para cada pessoa acolher o chamado de Jesus Cristo como graça, para que, assim, mais corações ardentes e pés se coloquem a caminho, assumindo e se comprometendo com a missionariedade na Igreja, que vive esse processo contínuo de “estar em saída”. A iniciativa almeja refletir que toda a comunidade cristã é responsável pela animação, cultivo e formações das vocações. Ressaltando os inúmeros esforços e frutos que surgiram com a dinamização dos serviços de animação vocacional, da Pastoral Vocacional e produção de subsídios. Também evidencia o forte anseio de uma Igreja sinodal, missionária, mais próxima e fraterna das realidades em seu entorno. Deus continua a passar pelos diversos caminhos e realidades, e chama, pelo nome, à vocação pessoal e de ser Igreja, vivendo uma vida de fé atuante e comprometida com o projeto salvífico de seu Filho. Nesse sentido, a “vocação: graça e missão” se fundamenta na afirmação de que “a vocação aparece realmente como um dom de graça e de aliança, como o mais belo e precioso segredo de nossa liberdade”, conforme o Documento Final de nº 78. Jesus chamou e enviou os que Ele mesmo quis (cf. Mc 3,13-19), portanto esta é a centralidade e a meta de toda a vocação e missão: a pessoa de Jesus Cristo. Queremos fazer memória aqui dos principais eventos vocacionais da Igreja do Brasil e do continente, para que nos inspire e nos motive neste momento histórico e celebrativo: – 1983: 1º Ano Vocacional do Brasil, com o tema e lema “Vem e segue-me” (Mt 19,21; Mc 10,21; Lc 18,22).– 1994: 1º Congresso Continental Latino-Americano de Vocações (Brasil), com o tema “A Pastoral Vocacional no Continente da Esperança”.– 1999: 1º Congresso Vocacional do Brasil, com o tema “Vocações e ministérios para o Novo Milênio”, e o lema “Coragem! Levanta-te, Ele te chama” (Mc 10,49b).– 2003: 2º Ano Vocacional do Brasil, com o tema “Batismo, fonte de todas as vocações” e o lema “Avancem para águas mais profundas” (Lc 5,4).– 2005: 2º Congresso Vocacional do Brasil, com o tema “Igreja, Povo de Deus a serviço da vida” e o lema “Ide também vós para a minha vinha” (Mt 20,4).– 2010: 3º Congresso Vocacional do Brasil, com o tema “Discípulos missionários a serviço das vocações” e o lema “Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações” (Mt 28,19).– 2011: 2º Congresso Continental Latino-Americano e Caribenho de Vocações (Costa Rica), com o tema “Chamados a lançar as redes para alcançar a vida plena em Cristo” e o lema “Mestre, em teu nome lançarei as redes” (Lc 5,5).– 2014: Simpósio Vocacional do Brasil, com o tema “Ide e anunciai! Vocações diversas para uma grande missão”.– 2019: 4º Congresso Vocacional do Brasil, com o tema “Vocação e Discernimento” e o lema “Mostra-me, Senhor, os teus caminhos” (Sl 25,4). Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/igreja/news/2021-07/ano-vocacional-brasil-cnbb.html Concluímos nossa reflexão convencidas de que este Ano Vocacional será um grande momento de acender e reacender o ardor da entrega vocacional de cada cristão católico em nosso País. Convidamos você, que lê esta postagem, para participar dos eventos deste 3º Ano Vocacional, que serão promovidos, ao longo do ano, pelas redes sociais da CNBB. A seguir, confira algumas datas já estabelecidas:– lançamento do hino, em 31 de agosto de 2022, por meio de uma live promovida pela CNBB;– a abertura nacional do Ano Vocacional será em 19 de novembro de 2022, na missa das 18h, no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida;– o encerramento nacional acontecerá em 23 de novembro de 2023. Irmã Adriana Regina da Silva e Irmã Crislaine M. Lopes PereiraServiço de Animação Vocacional, SSpS
“A vida é tão rara!”

“A vida não consiste na abundância de bens”Lucas 12,13-21 Na sua itinerância, Jesus se depara com situações inesperadas e que não têm nada a ver com o sentido de sua missão. Mas, como bom pedagogo, Ele aproveita de todas elas para mover as pessoas na direção do verdadeiro sentido da existência. Como sabemos, as heranças sempre suscitam problemas e conflitos. E alguém, que devia se sentir prejudicado, pede a mediação de Jesus para conseguir uma melhor partilha dos bens. Na sua resposta, destaca-se a liberdade de Jesus frente a esse tipo de questões, não só porque corta a petição pela raiz, mas pela parábola que narra a seguir. Nem Ele se considera “árbitro” em questões de herança, nem está preso pela cobiça. O que escutamos dele é o ensinamento de um mestre livre que quer mostrar o caminho da verdadeira “riqueza”. Todos temos experiência da perene e escorregadia tentação – uma mentira perigosa que aparece como verdade – de solucionar as inseguranças e medos de nosso eu através dos impulsos à cobiça que se aninham em nosso coração. Para Jesus Cristo, a primeira e maior tentação do coração humano é a “cobiça de riqueza”.Uma vez presos à cobiça, caminhamos, irremediavelmente, para a solidão, para o autocentramento e desprezo dos outros. Na parábola de hoje, o rico fazendeiro, em seu monólogo, revela o seu ideal de vida: acumular, ter vida longa, vida assegurada… Em seu horizonte de vida, há uma terrível solidão: parece não ter esposa, filhos ou amigos. Não pensa nos camponeses que trabalham em suas terras. Seus verbos preferidos: acumular, armazenar e aumentar seu bem-estar material. Só se preocupa em “amassar riquezas para si”; todo o relato insiste no uso dos pronomes possessivos: minha colheita, meus celeiros, meus bens, minha vida… Ele não se dá conta de que vive fechado em si mesmo, prisioneiro de uma lógica que o desumaniza, esvaziando-o de toda dignidade. Aumenta seus celeiros, mas não sabe ampliar o horizonte de sua vida. Aumenta sua riqueza, mas diminui e empobrece sua vida. Acumula bens, mas não conhece a amizade, o amor generoso, a alegria e a solidariedade. Não sabe compartilhar, só monopolizar. Que há de humano nesse tipo de vida? A vida desse rico é um fracasso e uma insensatez, pois sua falsa segurança na posse dos bens vem abaixo. Quem vive centrado em si mesmo perde a vida; quem vive para o eu não é rico diante de Deus. No percurso da vida humana, surgem oportunidades em que a pessoa abre os olhos e se diz a si mesma, com enorme espanto: “na realidade, não fiz outra coisa que viver para mim mesmo”. Com as riquezas, com os saberes, com os próprios recursos ou o que for, ela se dá conta de que viveu “entesourando para si” e, de repente, essa forma de viver se revela como infecunda e sem sentido. É um momento privilegiado que pode ser muito duro e, ao mesmo tempo, muito fecundo, quando consegue sair dessa “situação viscosa” e centrar sua segurança em deixar-se conduzir pela mão providente de Deus (“ser rico para Deus”). Sentirá a experiência de que foi tirada de sua “pasta egoica” pela mão de Deus e brotará em sua vida uma nova melodia de saída de si em direção à fraternidade, à partilha, ao encontro com o outro… A eterna tentação da cobiça esconde uma necessidade, mais ou menos doentia, de segurança. Dado que o ser humano não pode renunciar à segurança, a questão é saber onde ele coloca sua segurança. Ao longo de nossa existência, é provável que o “lugar” onde a situamos vai se modificando: os pais, os amigos, os grupos, a profissão, a saúde, o dinheiro, as posses, as crenças, o prestígio… O problema não se enraíza no fato de sentir necessidade de segurança, mas na ignorância à hora de querer afirmá-la. Colocar a segurança em qualquer realidade passageira é garantir a decepção, a frustração e o sofrimento. Essa é a primeira ignorância, porque nos faz tomar como “seguro” o que é transitório. No Evangelho deste domingo, Jesus usa a palavra “néscio” para referir-se a quem atua assim. Tal termo vem do verbo latino “nescio”, que significa literalmente “não sei”. “Néscio” é quem confunde o ter com o ser. “Néscio” é aquele que não sabe o que faz, aquele que vive perdido e ofuscado na ignorância e, em último termo, na inconsciência. Isso é viver identificado com o “ego”, na falsa ilusão de que essa é sua verdadeira identidade. Agimos mal, a partir da cobiça, dos apegos a coisas e bens, da segurança em acumular… porque desconhecemos nossa riqueza interior, nossos recursos mais nobres, nossos dons mais originais… Perdemos o caminho do coração e “ajuntamos tesouros aqui na terra, onde a traça e a ferrugem destroem…”. No fundo, o Evangelho deste domingo nos situa diante do grande dilema do “sentido de nossa existência”: para que vivemos? Sobre que valores queremos construir nossa vida?… O ser humano não é só um “animal racional”,ou um “animal afetivo”,mas é também um “animal de sentido”,o que é uma definição muito mais profunda. Ele precisa de um “sentido” para viver. E precisa disso tanto ou mais que os bens materiais necessários para sua vida. Sem sentido, sua vida se torna simplesmente sofrível, insuportável. Uma pessoa espiritualmente anêmica enche sua existência com coisas e posses, mas isso não faz mais que aumentar sua sensação de vazio existencial. De fato, para viver uma existência verdadeiramente humana, é preciso cumulá-la de sentido,evitando que ela caia no vazio ou no absurdo. O ser humano tem necessidade de uma causa pela qual viver, de canalizar todas as suas forças, seus desejos, energias, impulsos vitais e recursos internos e externos em direção a um horizonte de sentido, no qual acredita intensamente (“ser rico para Deus”), e nele investir tudo o que é e possui, com intensa paixão. Aqueles que são movidos por uma forte paixão, apostam que o ser humano tem potencial criador e foi feito para voar alto, para tentar, mil e uma vezes, alcançar cumes distantes. Todo o percurso dos Evangelhos visa a despertar em nós o “espírito de
SSpS do Brasil alertam para situação da Amazônia

Com base na Encíclica Laudato si’, publicada pelo Papa Francisco, e no Sínodo da Amazônia, as irmãs missionárias servas do Espírito Santo (SSpS) no Brasil assumiram o compromisso de defender a Casa Comum. Assim, elas denunciam as violações ao meio ambiente e alertam para o caso específico da Floresta Amazônica. No manifesto Todos pela Amazônia, as irmãs alertam que a questão amazônica deve interessar ao mundo inteiro, não apenas às comunidades locais. Para as SSpS, o coração do planeta está ameaçado. “Não importa se você mora longe ou perto da floresta: a vida como é hoje só é possível por causa dela. E a Amazônia precisa de você. É hora de fazer escolhas”. As missionárias justificam que a Amazônia é o coração pulsante do planeta, que regula o sistema climático global e espalha chuva para outras regiões do Brasil, em nuvens que funcionam como veias, bombeando sangue para o restante do corpo. Elas recordam que o bioma tem uma incrível variedade de plantas, animais e é a casa de diversos de povos, entre eles indígenas e populações tradicionais, um legítimo tesouro humano. As comunidades se destacam pelas cores, saberes, cantos e mistérios. “Um lugar regido pela imensidão e força da natureza; um lugar único, diverso e plural.” Ataque à maior floresta tropical o planeta As irmãs servas do Espírito Santo denunciam o plano do governo Jair Bolsonaro de abrir a Amazônia para exploração, entregando o patrimônio ambiental de todos os brasileiros para empresas de mineração, de energia e para o agronegócio. Para elas, é um ataque final à maior floresta tropical do mundo. Só em 2020, a cada minuto, uma área maior do que dois campos de futebol foi desmatada ilegalmente. “Mais de mil árvores derrubadas a cada minuto! Isso mesmo: mil árvores por minuto!”, alertam. Para as missionárias, se a agenda de destruição for em frente, todo o delicado tecido de vida guardada pela floresta pode se desfazer para sempre. “A Amazônia não guarda apenas um tesouro; ela guarda nosso futuro comum. Sem ela, o planeta não é capaz de sustentar a vida”, afirmam. A ameaça, segundo as SSpS, não é apenas à Amazônia e ao povo brasileiro. “Este é um golpe fatal na esperança de um futuro possível para toda a humanidade, uma batalha que não podemos perder.” Assim, elas convocam para uma mobilização mundial em defesa da natureza e dos povos amazônicos. “Para cada voz de brasileiro ou brasileira que se erguer, milhares de outras se somarão até nos transformarmos em uma ampla rede de proteção ao redor da Amazônia e seus povos. Estamos aqui. E somos todos um.”Para incentivar a mobilização, as missionárias prepararam um vídeo. A produção apresenta depoimentos de pessoas que acompanham de perto a vida de um dos biomas mais importantes do mundo. Assista! #TodosPelaAmazônia Veja também Irmãs renovam compromisso de proteger a Casa Comumhttps://blog.ssps.org.br/irmas-renovam-compromisso-de-proteger-a-casa-comum