À Luz do Evangelho Dominical

Continuamos a celebrar as alegrias do Natal. Na oitava desta importantíssima solenidade, festejamos a Sagrada Família, que acolheu Jesus e é referência de muitas outras famílias, em todos os tempos. Segundo o Evangelho de Mateus (2,13-15.19-23), José assume a missão de defender o pequeno Jesus da ação do Império, que queria eliminar o Salvador. Um anjo é que ajuda José a defender a própria família. Segundo o padre Arlindo Dias, missionário do Verbo Divino, o personagem aparece outras duas vezes em Mateus: no anúncio do nascimento de Jesus e na ressurreição do Senhor. Para salvar o Menino, José é obrigado a levar Jesus e Maria para o Egito. A Terra Prometida torna-se agora o lugar da escravidão. O Egito, outrora país das correntes, passa a ser o lugar do refúgio. O evento tem uma impressionante relação com a passagem da libertação do antigo povo, liderado por Moisés. Como acolhemos quem busca refúgio? Essa é uma das questões que hoje nos são propostas. Assista ao vídeo da Verbo Filmes e saiba mais.

À Luz do Evangelho Dominical

Chegamos ao último domingo do Advento, um tempo de expectativa pelo encontro com o Senhor que veio, vem e virá. A Palavra de Deus na liturgia de hoje destaca o Evangelho de Mateus (1,18-25), que tem uma preocupação em confirmar a fé das comunidades, sobretudo as da Palestina e Síria. Reforça que Jesus é o verdadeiro Ungido que devia vir para resgatar o povo e anunciar um novo tempo. O missionário do Verbo Divino, Pe. Arlindo Dias, medita sobre como foi o anúncio do nascimento de Jesus na visão de Mateus. O texto começa destacando que a gravidez de Maria foi por obra do Espírito Santo e não de um homem. Aos olhos da sociedade da época e conforme a lei de Moisés, Maria merecia a pena de morte. Mas José, com sua grandeza e senso de justiça, decide salvar a vida da noiva e de Jesus. Em sonho, um anjo ajuda José, personagem de destaque em Mateus, a compreender o projeto de Deus. O Cristo recebe dois nomes: Jesus (Deus nos Salva) e Emanuel (Deus Conosco), mostrando que Deus não abandona seu povo. Os nomes cumprem e superam a esperança do povo. As figuras de Maria e José nos remetem aos pais e mãe que cobrem seus filhos com o manto do amor, mesmo em situações adversas. Assista ao vídeo da Verbo Filmes e veja mais.

À Luz do Evangelho Dominical

Já estamos no terceiro domingo do Advento, chamado “Gaudete”. A liturgia ganha um tom de alegria, dando uma amostra de como será o encontro com o Senhor, que já está perto. O Evangelho de Mateus (11,2-11) coloca próximos Jesus e João Batista, precursor de Cristo e, segundo o Mestre, o maior entre os que já nasceram, mas ínfimo diante do menor no Reino dos Céus. Padre Arlindo Dias, missionário do Verbo Divino, reflete que João teve a missão de anunciar o Cristo que viria libertar o povo. Diante das ações de Jesus, que comunicava paz, vida e esperança aos marginalizados, em vez de um motim, o Precursor parece confuso e busca saber se o ilustre primo era realmente o Ungido que libertaria Israel da opressão. Como resposta, Jesus baseia-se na profecia de Isaías e descreve um pouco de suas ações de resgate da dignidade do ser humano e evangelização dos pobres. “Feliz aquele que não se escandaliza por causa de mim” (Mt 11,6). O espanto que Jesus provoca é o da misericórdia, bem diferente de um “vingador” esperado pelo povo, pelas autoridades e mesmo pelo Batista e discípulos. Assista à produção da Verbo Filmes e saiba mais.

À Luz do Evangelho Dominical

Neste segundo domingo do Advento, a Igreja celebra a Solenidade da Imaculada Conceição de Maria. A liturgia destaca o Evangelho de Lucas (1,26-38), que narra o anúncio de dois nascimentos: o de Jesus e o de João Batista, cumprindo as profecias. Padre Arlindo Dias, missionário do Verbo Divino, explica que a mensagem é dada pelo Anjo Gabriel, que significa “A Força de Deus”. No pequeno povoado de Nazaré, Deus encontra Maria e a chama “Cheia de Graça”. O evento é marcado por algumas transgressões às normas religiosas daquele tempo e um alerta contra aquilo que, em nome de Deus, é usado para marginalizar, oprimir. Ao responder “Eu sou a serva do Senhor”, a Mãe de Jesus se identifica com todo o povo que punha em Deus a confiança. Quais situações de hoje pequem que nos tornemos servos, servas do Senhor? Assista à produção da Verbo Filmes e saiba mais.

Política de Privacidade

Este site usa cookies para que possamos oferecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.

Mais informações sobre: Política de Privacidade