Como honrar a Deus com o seu trabalho?

O trabalho é uma benção. Por meio dele o homem tem a possibilidade de usar seus dons e talentos, superar desafios e contribuir de forma significativa para a vida de outras pessoas, seja por meio da partilha do conhecimento ou por oferecer um serviço ético e impecável. Um trabalho realizado com cuidado é um meio de glorificarmos a Deus e testemunharmos ao mundo um estilo de vida pautado pela ética e responsabilidade. O resultado de uma atuação zelosa é exposto na Bíblia em Provérbios 22.29: “Você conhece alguém que faz seu trabalho com cuidado e perfeição? Em pouco tempo seu valor será reconhecido e ele será chamado para trabalhar para o rei.” É bom quando reconhecemos que nossas atividades diárias possam ser um contínuo ato de louvor a Deus, uma expressão dos valores que permeiam sua vida, uma forma de ser “sal e luz” independentemente do local onde esteja, seja na igreja ou no escritório. Aqui, cabe nos fazermos algumas perguntas: >  Como está o meu trabalho? > Mesmo quando a situação é desfavorável, eu continuo tendo Cristo como o destinatário de meus esforços ou tento burlar o sistema e entregar um serviço “meia-boca”? > Eu acredito que Deus elogiaria a minha atuação profissional? Mais importante que o elogio do chefe, o reconhecimento da parte de Deus é o que realmente conta. Lembre-se disso: Você está trabalhando para Deus. Por isso, faça o seu melhor!   Fonte: Mundo Cristão

Mensagem do Papa: “Colocar-se no lugar do outro e sentir o seu coração”

O XXXVII Encontro da Amizade entre os Povos, evento promovido pelo Movimento ‘Comunhão e Libertação’ em Rimini, nordeste da Itália, foi presenteado nesta última sexta-feira com uma mensagem do Papa Francisco. Ouça: O encontro deste ano tem o título “Tu és um bem para mim”, que o Pontífice define ‘corajoso’. “Diante das ameaças à paz e da insegurança dos povos e nações, afirma, teríamos que tomar consciência de que a insegurança existencial nos faz ter medo do outro, como se ele fosse um antagonista que nos roubasse espaço e invadisse os confins que construímos. Mas nestes tempos que mudam, quem pode pensar em se salvar sozinho, com suas únicas forças?”, questiona Francisco. Diálogo, a palavra-chave “Entretanto, ressalva ainda o Papa, existe uma palavra que não devemos nunca cansar de repetir e principalmente, de testemunhar: diálogo. Abrir-se aos outros não empobrece nosso olhar, mas nos enriquece, porque nos faz identificar a verdade do outro e a importância de sua experiência, mesmo que escondam escolhas e comportamentos com os quais não concordamos”. Para o Pontífice, “o verdadeiro encontro implica a clareza da própria identidade, mas ao mesmo tempo, a disponibilidade em se colocar no lugar do outro para sentir aquilo que agita seu coração. Este é o desafio diante do qual se encontram todos os homens de boa vontade”. Como responder a este desafio? O Papa, concluindo, avança a sua proposta: “Nosso dever, como discípulos de Jesus, coincide com a missão a que fomos chamados: o anúncio do Evangelho, que se traduz hoje em ir ao encontro das feridas do homem, levando a presença forte e simples de Jesus, sua misericórdia consoladora e encorajadora”. Estes são os votos de Francisco aos membros do Movimento: “Continuem em seu compromisso de solidariedade com os outros, servindo-os com alegria, segundo o ensinamento de seu inspirador, Pe. Luigi Giussani.   Fonte: http://www.news.va/

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