À luz do Evangelho Dominical

O Evangelho de Jesus sempre é muito concreto. Neste domingo, o tema é o uso do dinheiro (Lc 16,1-13), assunto que incomoda muita gente, especialmente quando toca o bolso… O tema continua atual, pois grande parte dos problemas que enfrentamos estão relacionados ao mau uso do dinheiro. Jesus conta a parábola do administrador infiel e, no fim, elogia sua esperteza. Não que ele aprove as coisas erradas que o administrador fez, mas aponta sua criatividade para corrigir o mal realizado e revertê-lo a seu favor. No tempo de Jesus como nos dias de hoje, para muita gente, o dinheiro é um ídolo, uma meta que para ser alcançada. Para isso, vale tudo: explorar os pobres, enganar, roubar… Mas isso destrói o ser humano e nos afasta do Reino de Deus. Por isso continua atual o alerta de Jesus: “Não é possível servir a Deus e ao dinheiro”.

À luz do Evangelho dominical

O Evangelho deste domingo (Lc 15,1-32) traz três parábolas de Jesus: a ovelha perdida, a moeda perdida e o filho pródigo. Três situações em que há uma quebra da unidade e algo ou alguém se perdeu: a ovelha que se desgarrou do rebanho, a moeda que precisou ser procurada e o filho que abandonou a família e esbanjou seus bens até cair na miséria. Em todas essas situações, Jesus mostra o quanto Deus se importa com cada pessoa, mesmo com aquelas que se desviaram do caminho e fizeram coisas erradas. No vídeo, o biblista Afonso Giglio Junior explica cada uma das parábolas e, partindo da história do filho pródigo e cada um dos personagens, apresenta os cinco passos necessários para o perdão. E você, com qual dos irmãos se identifica? Assista ao vídeo e se deixe tocar pelo amor misericordioso de Deus.

À luz do Evangelho dominical

Hoje é muito fácil dizer que seguimos Jesus, que somos seus discípulos e discípulas. Mas será que estamos seguindo os critérios que o próprio Jesus nos apresenta para seu seguimento? O Evangelho deste domingo nos apresenta quais as condições para poder ser discípulo ou discípula de Cristo. São exigências que vão até a raiz mais profunda de nossa vida e de nossos afetos. Jesus exige amor absoluto, desapego total e disposição para tomar a cruz. Será que estamos dispostos? O projeto do Reino de Deus é tão importante que não dá para fazer de conta. Seguir Jesus é entregar a própria vida, como Ele mesmo fez. Para nós, isso é impossível, mas, com a graça do chamado que Jesus faz a cada pessoa, podemos colocar tudo o que somos e temos a seu serviço e da humanidade. No vídeo produzido pela Verbo Filmes, o biblista Afonso Giglio Junior fala da radicalidade do seguimento de Cristo e da resposta que o Evangelho pede de nós. Confira!

Quem se humilha será exaltado

No Evangelho deste domingo, Jesus toma refeição na casa de um fariseu. Conhecendo bem sua maneira de pensar e de agir, Jesus propõe uma nova visão, uma nova atitude. Os fariseus eram pessoas piedosas e observavam a lei fielmente, e ao pé da letra. Por isso eram considerados justos, achavam-se melhores que as outras pessoas e merecedores dos lugares mais importantes.  Jesus desarma os esquemas farisaicos e nos convida a sermos humildes, a deixarmos para os outros os melhores lugares. Jesus mostra que é preferível ser chamado à frente do que passar a vergonha de ter de ceder o lugar a alguém mais importante, pois quem se exalta corre o risco de ser humilhado… Quem ocupa o primeiro lugar no coração de Deus? O Evangelho de Lucas deixa claro que são os pobres, os enfermos, aqueles que não têm qualquer prestígio e nem como retribuir. E no nosso coração, quem ocupa o primeiro lugar? No vídeo de hoje, o biblista Ademir Guedes Azevedo, do Centro Bíblico Verbo, mostra como as atitudes de Jesus apontam para uma nova lógica de ser e para os verdadeiros valores do Reino de Deus. A humildade e a gratuidade estão em sintonia com o coração de Deus.

À Luz do Evangelho Dominical

Jesus, ao ser interrogado se são poucos os que se salvam, fala que devemos nos esforçar para entrar pela porta estreita… Que porta é essa? Por que é difícil passar por ela? Por que muitos não conseguem entrar? O que faz a porta se fechar? O simbolismo da porta se refere à salvação, e todos nós a buscamos. No tempo de Jesus, havia os fariseus que observavam a lei nos mínimos detalhes e, por isso, consideravam-se salvos e melhores que os outros. Por isso Jesus fala que os primeiros serão os últimos e que os últimos serão os primeiros. Assista ao vídeo, descubra o significado dessa passagem e o que ela tem a dizer para nossa vida.

À Luz do Evangelho Dominical

Neste trecho do Evangelho (Lc 12,49-53), Jesus fala de fogo, divisão e transformação. O projeto do Reino de Deus consome seu coração e todas as suas energias. É uma verdadeira paixão! Um fogo que arde em seu coração e quer levar a transformação ao mundo. Mas transformar a realidade traz conflitos. O projeto de Jesus, o Reino de Deus, supõe mudanças, e estas geram resistências. O importante é entender que, muitas vezes, o amor encontra barreiras e divisões, mas quem é movido por uma verdadeira paixão pelo Reino de Deus é capaz de superar os desafios e ir em frente. Confira a bela mensagem que a biblista Gisele Canário, do Centro Bíblico Verbo, apresenta e como ela fala do fogo que arde no coração de Jesus. Deixe-se contagiar por sua paixão pelo Pai e por seus irmãos. Só quem é tocado por Jesus consegue transformar a realidade a seu redor.

À Luz do Evangelho Dominical

No Evangelho deste domingo (Lc 12,32-48), Jesus nos adverte que onde está nosso tesouro aí está também nosso coração. Se nosso tesouro são as coisas de Deus, então nossa vida estará direcionada para Deus. Mas se colocamos nossa vida em função do dinheiro, não estamos ajuntando tesouros no céu. Assista ao vídeo e descubra o que Jesus pensava a respeito do dinheiro e como podemos nos tornar verdadeiramente ricos para Deus.

À luz do Evangelho dominical

No Evangelho deste domingo (Lc 12, 13-21), Jesus apresenta a história de um homem rico que teve uma colheita extraordinária e não sabia o que fazer com todos os seus bens. Paralelo a isso, a biblista Gisele Canário, do Centro Bíblico Verbo, apresenta a realidade de carência que viviam os pobres naquela época e também ainda hoje. Mas o rico não tinha a menor preocupação com eles e com ninguém, pensava somente em si mesmo e como aproveitar a abundância de suas riquezas. Jesus confronta o personagem em relação ao que aconteceria, pois ele morreria. Para quem ficaria tudo o que tinha? Qual o sentido das posses e riquezas diante da morte? Qual é a verdadeira riqueza e que dá sentido à vida? Confira, assistindo ao vídeo.

O pão nosso de cada dia

No Evangelho deste domingo (Lc 11,1-13), Jesus nos ensina a rezar a oração do Pai-Nosso. É uma prece que rezamos desde quando éramos crianças, mas que talvez ainda não conseguimos alcançar todo o seu significado e profundidade. Neste vídeo, Ir. Nelly Boonen aprofunda a oração do Pai-Nosso e o que significa chamar Deus de Pai, como Jesus o fazia. Trata-se de uma relação cheia ternura, respeito e carinho que nos aproxima de um Deus amoroso que dá sentido e plenitude à nossa vida. Implica, contudo, vivenciar as atitudes de confiança do ser filho, filha em relação a Deus e, ao mesmo tempo, ser irmão e irmã das outras pessoas. Rezar o Pai-Nosso expressa nossos desejos mais profundos que vão além de nossas necessidades de cada dia, que confiamos receber do Pai. Desejamos o Reino de Deus que nos trará todo o bem. Mas há uma exigência: o perdão. No Pai-Nosso, o perdão que recebemos é consequência do perdão que oferecemos. Há um compromisso e uma reciprocidade que nos torna responsáveis no construir relações de acordo com o projeto do Reino dos Céus. Que Deus Pai nos ajude a mergulhar em seu mistério de amor e perdão.

Da interioridade à hospitalidade

Neste domingo, o Evangelho apresenta duas mulheres que recebem Jesus em sua própria casa: Marta e Maria. As duas queriam acolher Jesus da melhor maneira possível. Marta arrumando a casa e preparando a comida; Maria sentando-se aos pés de Jesus e escutando-o. No vídeo, Ir. Nelly Boonen comenta o sentido da hospitalidade e da interioridade, mostrando o valor de ambas e trazendo o tema para nossa realidade cotidiana. Jesus adverte Marta por ela se preocupar com tantas coisas, quando só uma realmente é importante. E nós? Com quantas coisas nos preocupamos… Vivemos ou no passado ou no futuro e não conseguimos nos fazer presentes para acolher quem chega. Só vivendo o momento presente podemos nos encontrar de verdade com a outra pessoa. Em meio a tantas preocupações da vida atual, como abrir a porta da interioridade para estar em casa dentro de nós mesmos? Acolhendo a solidão e o silêncio interior, nós nos capacitamos para acolher de fato as outras pessoas, vivendo a hospitalidade.

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