Anel de Tucum – Você sabe o que ele representa?

O anel de coco, como é conhecido, é um famoso anel usado por adolescentes e adultos e, em geral, é associado à amizade. Mas será que ele realmente significa isto? Na verdade, este anel representa a luta com a causa indígena e causas populares. E nem de coco ele é! O anel é feito de uma palmeira cheia de espinhos chamada Tucum nativa das áreas de nascentes dos Cerrados, Sul da Bahia, Minas Gerais, Goiás, Rio Grande do sul e do Rio Uruguai e na Amazônia. Sabia disto!? A Origem O anel nasceu no tempo do Império do Brasil. Enquanto a realeza usava joias de ouro e metais, os escravos e índios, por não terem recursos para comprar este tipo de material, criaram o anel de tucum. Ele foi um símbolo de amizade entre si, de pactos matrimoniais, de resistência e da luta pela libertação. Nós e o Anel de Tucum Se você pensa que nós usamos este anel, você está acerto! Como ele representa a luta pelo povo e as causas sociais, seu significado é importante para nós. Este costume começou nos anos 60, no início da Teologia da Libertação. Esta é uma corrente teológica cristã que surgiu na América Latina, depois do Concílio Vaticano II e parte da premissa de que o Evangelho exige a opção preferencial pelos pobres. Muitos movimentos sociais se inspiraram nesta teologia. Desde então, religiosos e leigos que defendem o protagonismo e a inclusão dos mais vulneráveis da sociedade, passaram a usar o anel de Tucum como sinal de seu compromisso com a causa dos pobres. Para você entender tudinho sobre a origem dele, assista o filme “O anel de Tucum” que foi feito exatamente para explicar a história de seu surgimento:

Quiz: Você conhece mesmo a Bíblia?

Será que você manja de Bíblia? Teste seus conhecimentos através deste Quiz que preparamos especialmente para o mês da Bíblia. Depois nos conte nos comentários a sua pontuação.  Não se esqueça de compartilhar este Quiz com os seus amigos!  

8 Curiosidades que você precisa saber sobre a Bíblia

A Bíblia é considerada o livro mais lido, traduzido e distribuído de todos os tempos, podendo ser encontrado em mais de 2.000 línguas e dialetos diferentes, dos 3.000 falados no mundo. A lista com os livros mais vendidos da história colocam a Bíblia no primeiro lugar com quase 6 bilhões de cópias vendidas (número estimado), uma quantidade sete vezes maior que o número de cópias do 2º colocado da lista dos livros mais vendidos. No Brasil, 11 milhões de Bíblias são vendidas por ano. Porém, por maior que seja a sua influência e popularidade no mundo, há fatos sobre a Bíblia que talvez você não conheça. Separamos aqui alguns deles. Será que você já sabe de tudo isto? Reconhecida como obra de inspiração divina, a Bíblia foi escrita por mais de 40 autores, entre Escribas, Sacerdotes, Reis, Profetas e Poetas (2Tm 3.16; 2Pe 1.20,21) que a escreveram num período aproximado de 1.500 anos. As partes mais antigas das Escrituras encontradas são um pergaminho de Isaías em hebraico do segundo século aC, descoberto em 1947 nas cavernas do Mar Morto e um pequeno papiro contendo parte do Livro de João 18.31-33,37,38 datados do segundo século dC. O termo Bíblia tem origem no grego “Biblos” (“rolo” ou “livro “) e somente foi usado a partir do ano 200 dC pelos cristãos. A Bíblia em sua forma original é desprovida das divisões de capítulos e versículos. Para facilitar sua leitura e localização de “citações” o Prof. Stephen Langton, no ano de 1227 dC a dividiu em capítulos. Até o ano de 1551 dC também não existia a divisão denominada versículo. Neste ano o Sr. Robert Stephanus chegou a conclusão da necessidade de uma subdivisão e agrupou os texto em versículos. A Bíblia foi o primeiro livro da história a ser impresso, por Johannes Gutenberg. Até a invenção da gráfica por Gutenberg, a Bíblia era um livro extremamente raro e caro, pois eram todos feitos artesanalmente (manuscritos) e poucos tinham acesso às Escrituras. O povo de língua portuguesa só começaram a ter acesso à Bíblia de uma forma mais econômica a partir do ano de 1748 dC, quando foi impressa a primeira Bíblia em português, uma tradução feita a partir da “Vulgata Latina”.  

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