Pergunte à Irmã: Católico adora imagens?

Há uma grande polêmica que envolve os cristãos católicos e a adoração por imagens. É muito comum vermos muitos fiéis prestando devoção a santos e santas que trouxeram grandes marcos para o cristianismo, através de estátuas, medalhas e santinhos. O grande X da questão é que na Bíblia, em Êxodo 20, 4, diz que é proibido construir e adorar imagens. E agora? Será que tem católico fazendo errado ou eles não estão adorando imagens? A irmã Lusia Sakunab vai explicar para nós: Não esqueça de enviar a sua pergunta através do nosso formulário e se inscrever no nosso canal para receber os próximos vídeos do ‘Pergunte à irmã’.

Qual é o papel da missão hoje no mundo?

A cada 6 anos, a Sede da Congregação das Missionárias Servas do Espírito Santo envia irmãs, em geral de duas a duas, para acompanhar e animar o serviço das missionárias pelo mundo. Neste ano a visitação aconteceu no primeiro semestre de 2018, na qual as Conselheiras Gerais, irmãs Mikaelin e Eleonora puderam acompanhar o trabalho de toda as comunidades e as organizações envolvidas com as irmãs da Província Brasil Norte. A Irmã Mikaelin Bupu, natural da Indonésia, 29 anos de vida religiosa, trabalhou no Departamento de Computação e Tecnologia da Congregação de Roma e foi Provincial na Indonésia. Em 2014 ela entrou para a Equipe da Direção Geral onde desenvolve diversos serviços. A Irmã Eleonora Cichon, natural da Polônia, foi para Roma estudar Pedagogia e depois trabalhou na Coreia com crianças de famílias separadas, pessoas com AIDS, naformação e na liderança das irmãs. Em 2014 ela também foi eleita para Equipe da Direção Geral, em Roma. Elas explicaram que a visitação tem um efeito altamente positivo na vida das irmãs, motivando-as a continuar a missão, que nem sempre é simples de ser realizada. “É como se fosse feito uma rede de conexões, nós trazemos notícias da Congregação e levamos as notícias daqui também, dessa forma aprendemos a ser uma com as irmãs daqui”, disse Ir. Eleonora. “Estamos aqui para animar, partilhar, conviver, escutar, avaliar e ajudar a província em suas necessidades e  reforçar a ligação entre a Sede da Congregação em Roma com a do Brasil”, acrescentou. As irmãs visitadoras disseram que a missão tem um papel muito importante e significativo nos dias de hoje e que ela é um mandato do próprio Jesus, que enviou seus discípulos a anunciar as boas novas, além disso, a missão reforça a espiritualidade, o trabalho social e o diálogo inter-religioso. A missão também promove a construção da paz e o valorização da vida, temas que são trabalhados todos os anos pela Igreja Católica através da Campanha da Fraternidade. Nesta mesma perspectiva a Congregação definiu 2018 como o “Ano da Comunhão com os Outros”. Em função disto, todas as irmãs, no mundo inteiro, tem se dedicado a construir laços com as pessoas, especialmente de outras religiões e organizações, para que possam trabalhar em prol da sociedade. Em alguns países a Congregação enfrenta um pouco de resistência para o trabalho em conjunto por parte dos grupos religiosos radicais, mas ela tem dialogado e se mostrado abertas para ampliar as relações. A visita ao Brasil trouxe às irmãs visitadoras uma percepção maior de alguns fatores que precisam ser trabalhados enquanto sociedade: a diminuição da violência e a motivação da Igreja para construir a paz e a valorização da família. Neste sentido, as missionárias têm se dedicado ao ensino pedagógico e aos princípios morais através de seus colégios, onde alunos tem aprendido sobre valores éticos e cristãos e os transmitido para suas famílias. A Congregação das Missionárias Servas do Espírito Santo da Província Brasil Norte tem realizado diversos trabalhos pelo Brasil. Ao todo são 13 comunidades em 4 estados, prestando serviços de educação, de apoio às comunidades carentes e de periferia, de reintegração de migrantes na sociedade, oferecendo cursos para leigos, aconselhamento de mulheres, entre outros. Antes de voltar à Roma, as irmãs Mikaelin e Eleonora deixaram uma mensagem de ânimo e encorajamento para todos. Veja a seguir:

Como viver a ressurreição de Cristo em nosso dia a dia?

Ainda em clima de Páscoa, queremos falar um pouco de um dos principais eventos do Tríduo Pascal: A ressurreição de Cristo. Hoje vamos explicar com detalhes o que é ressurreição e como podemos viver esse milagre em nosso cotidiano. Acredite, no final deste post sua vida pode mudar com essa nova percepção! Quer saber como? Nossas irmãs explicam. Muito se fala sobre ressurreição, um acontecimento do Cristianismo que às vezes parece abstrato, e distante da nossa realidade, mas na verdade ele é algo que pode e deve ser vivido através de uma espiritualidade viva. “A ressurreição é uma experiência muito concreta na vida cotidiana e que podemos experimentar de muitas maneiras. E cada vez que experimentamos a ressurreição em nossa própria vida, mais nos aproximamos da vida do próprio Cristo ressuscitado” explica Irmã Ana Elídia. O que é ressurreição? “O Cristo Senhor ressuscitou, a nossa esperança realizou. Vencida a morte para sempre, triunfa a vida eternamente!” Assim cantamos no domingo da Ressurreição. Mas, o que é ressurreição? Significa deixar que a vida se manifeste. Jesus passou pela nossa vida humana e venceu muitas tribulações e por fim venceu a morte para que uma vida nova pudesse surgir. A partir desse fato tudo mudou para os seus discípulos(as), seguidores(as) e também para nós. A esperança da vida renasceu, voltou a alegria, o ânimo, a coragem e o sentido da vida. Jesus ressuscitado é diferente do que era antes, por isso não o reconheceram logo. Seu rosto não é o mesmo porque Ele assume os rostos de toda a humanidade. Por isso seus discípulos(as) precisavam de sinais (ver as chagas, partilhar o pão, vê-lo comer o peixe, etc.). Jesus ensinou pela sua vida que para alcançar a ressurreição é preciso passar pelo sofrimento e pela paixão. Ressurreição é Vida Nova Maria Madalena, as outras mulheres, João e Pedro, os dois discípulos de Emaús, todos experimentaram a mesma coisa, a certeza da verdade do que Jesus havia ensinado, e a força do amor que supera o sofrimento. Assim também é na vida da gente. Quando conseguimos superar uma dificuldade, uma dor, um sofrimento, a gente dá um suspiro e diz: “Que bom, agora posso recomeçar e vai ser bem melhor do que antes” e a alegria e o ânimo voltam. Isso é como ressuscitar, pois é uma nova etapa da vida. “Penso muitas vezes nos povos que sofrem por causa das guerras, como na Síria. Depois dos bombardeios, é um eterno ressuscitar para outra nova etapa, a reconstrução, etc. Os refugiados, quando encontram solidariedade em outros países, como ajuda, comida, moradia, sustento, experimentam a ressurreição, uma vida nova.  E nos hospitais? Quanta ressurreição a gente não pode presenciar? Há ainda os jovens ou outras pessoas que conseguem se libertar do vício das drogas. Esses também experimentam a ressurreição para uma vida nova. Jesus quer tocar o nosso coração. E é esse toque profundo de Jesus que transforma a nossa vida em ressurreição.” disse Irmã Monika Kopf. E você, quantas vezes já experimentou sair de uma situação difícil e complicada e percebeu que só conseguiu vencer com a ajuda de Deus?  Estas são pequenas experiências de ressurreição que podemos vivenciar no dia a dia e que nos preparam para um dia participar da vida definitiva que Jesus nos dá por intermédio de sua ressurreição. Já viveu uma experiência de ressurreição parecida com essas que descrevemos? Conte para nós.

Comunhão com os outros: Católicos e outras religiões – Pode?

Estamos vivendo um momento nunca antes visto pela humanidade, estamos numa era onde todos estão se comunicando mais do que nunca. Mas, infelizmente, também tem crescido o ódio e a intolerância contra as pessoas que pensam diferente, têm uma fé diferente ou simplesmente porque nasceram em um país cjua língua e cultura são diferentes. Diante disso, no seu esforço de alargar o “círculo da comunhão” e superar o que cria divisão e violência, a Congregação definiu o ano de 2018  como o Ano da Comunhão com os outros. Para nós, a Comunhão com os outros é um conceito amplo que abrange a diversidade cultural e religiosa do povo de Deus através do diálogo e do testemunho de vida. Hoje, mais do que nunca, nossa missão assume cada vez mais a forma de diálogo, encontro e colaboração. Nosso 14º Capítulo Geral indica isso: “Somos chamados a unir as mãos a todos aqueles que são inspirados pelo mesmo Espírito, como os nossos parceiros leigos na missão e aqueles que pertencem a outras organizações, culturas e religiões. Nós reverentemente entramos em um diálogo de vida e ação com pessoas de outras crenças. Utilizamos de forma criativa e responsável as mídias sociais e a tecnologia moderna para compartilhar a Boa Nova do amor de Deus. O tema deste ano é: Construindo Pontes da Amizade”. E dentro do tema da Comunhão com os outros podemos falar de vários assuntos e, o que escolhemos hoje é a Comunhão entre as religiões. Te convido a conhecer as principais religiões do mundo: 1 – Cristianismo: A religião cristã surgiu na região da atual Palestina no século I. De acordo com a fé cristã, Deus mandou ao mundo seu filho para ser o salvador dos homens. Jesus foi o próprio Deus encarnado, que morreu na cruz para redimir nossos pecados. A base do cristianismo, ensinado por Jesus, tem como fundamentos principais: amar a Deus sobre todas as coisas e amar ao próximo como a si mesmo. Existem cerca de 2,2 bilhões de cristãos no mundo. 2 – Espiritismo: Criado por Allan Kardec, o Espiritismo surgiu na França no século XIX e consiste numa doutrina religiosa, filosófica e científica, cuja principal crença gira em torno da constante evolução espiritual do ser humano, através das reencarnações. A caridade, a reencarnação e o carma são os princípios básicos do espiritismo. Acredita-se que exista cerca de 13 milhões de adeptos do mundo inteiro. 3 – Judaísmo: O judaísmo é a religião monoteísta mais antiga do mundo. Originou-se por volta do século XVIII a.C., quando Deus mandou Abraão procurar a terra prometida. Os judeus acreditam que Jeová, seja o criador do universo, um ser onipresente, onipotente e onisciente, que influencia todo o universo e tem uma relação especial com seu povo. Estima-se cerca de 15 milhões de adeptos. 4 – Budismo: Originário da Índia, o Budismo, além de ser uma religião, também é um sistema ético e filosófico. Foi criado por Buda em torno de 563 a.C. No budismo, os sofrimentos da vida são resultados das ações da vida passada. Sendo assim, a pessoa tende a reencarnar diversas vezes após a morte até atingir o estado de pureza espiritual completo, chamado de nirvana. Os princípio dessa religião consiste em respeitar a vida, viver honestamente e evoluir sempre. Atualmente existem cerca de 376 milhões de adeptos em todo o mundo. 5 – Islamismo: O Islamismo é uma religião monoteísta, revelada pelo profeta Maomé, em 570 d.C. A expressão ‘islã’ representa ‘submissão’ e traduz a obediência às regras e aos desejos de Alá. Os que seguem esta doutrina são conhecidos como muçulmanos. Seus principais ensinamentos são a onipotência de Deus e a necessidade de bondade, generosidade e justiça nas relações entre os seres humanos. São estimados aproximadamente 1,6 bilhões de adeptos em todo o mundo. 6 – Sikhismo: Fundada pelo Guru Baba Nanak no século XVI, o Sikhismo é um religião monoteísta, baseada nos ensinamentos de Nanak. Ele acreditava em um ser supremo e que todas as religiões utilizam nomes diferentes para a mesma divindade. Seu princípios são: Tratar todos igualmente, ser generosos com os pobres, trabalhar duro, viver honestamente e manter Deus na cabeça e no coração o tempo todo. São aproximadamente 20 milhões de adeptos em todo o mundo.   7 – Hinduísmo: Baseado nos textos Vedas, o hinduísmo abrange tradições, crenças, seitas e variações de várias culturas, que não tem uma doutrina única ou escritura. Surgiu há cerca de 3 mil anos e é uma religião politeísta, com cerca de 330 mil divindades. Eles acreditam que o nascimento de uma pessoa dentro de uma casta (status na sociedade) é resultado de ações produzidas nas vidas passadas. São aproximadamente 900 milhões de adeptos em todo o mundo. 8 – Religião Tradicional Chinesa: Os adeptos da religião tradicional chinesa misturam credos e práticas de diferentes doutrinas, como o Confucionismo, o Taoísmo, o Budismo e outras religiões menores. Com mais de 400 milhões de adeptos, eles representam cerca de 6% da população mundial.   Por que conhecer as outras religiões? Tem muita gente que acha que é perigoso perder a própria fé quando se estuda outras religiões. Mas isso não é verdade. Só perde a fé quem realmente não está firme ou não conhece sua própria religião. De qualquer forma, conhecer outras religiões não significa mudar de religião, mas entender como é a fé de outras pessoas para poder respeitá-las mais e até mesmo aprender seus valores e novas maneiras de lidar com a realidade humana. Além disso, quanto mais informação você tem sobre um assunto, melhor a chance de falar dele sem dizer bobagem, não é mesmo? Sem falar que quando você mantém a mente aberta, você fica livre de preconceitos, respeita mais a opinião do outro e ainda pode aprender muito com ele. O conhecimento traz paz para as relações. Conte pra nós nos comentários qual é a sua religião e o que você pensa sobre isso.

10 lugares imperdíveis para você se reconectar com a sua espiritualidade

Tem alguém aí de férias? Ótimo, pois temos dicas excelentes de como você pode aproveitar esse período para relaxar e também para aflorar a sua espiritualidade. O famoso mês de janeiro, tão aguardado por alunos, professores e as pessoas em geral, traz o esperado recesso de começo de ano e um montão de expectativas para curtir ao máximo cada dia. Não que não seja divertido fazer bolinhos de chuva na casa da sua vó ou ir na praia mostrar o resultado do seu projeto fitness para o verão 2018, mas há coisas incríveis que podem ser feitas pra despertar seu relacionamento com o Sagrado, que vai dar aquele gás pra enfrentar o ano. Pra que esperar até depois? Deixe a visitinha na vovó pra mais tarde e embarque conosco nesta viajem espiritual. Veja abaixo os destinos mais famosos que garantem boas experiências espirituais: Destino: pelo mundo  Terra Santa (Oriente Médio)  A Terra Santa, considerada o centro espiritual do mundo, é uma área localizada entre o Rio Jordão e o mar mediterrâneo, dividida entre Israel, Cisjordânia e Jordânia. Ela é chamada assim devido ao seu valor histórico para as três grandes religiões monoteístas do mundo: Cristianismo, Judaísmo e Islamismo. Aqui, cada lugar tem uma história para ser contada, de grandes homens que marcaram o tempo.   Caminho de Santiago de Compostela (vários países europeus / Espanha)  O caminho de Santiago, como é mais conhecido, é um percurso de milhares de quilômetros que percorre toda a Europa em várias rotas e conhecido há doze séculos por ser um excelente lugar para peregrinar. A caminhada solitária é geralmente feita a pé, de bicicleta, a cavalo ou burro e garante encontros com pessoas de todo mundo e muitos dias pra refletir sobre a vida. E para completar, no final desta bela caminhada, fica a Basílica de Santigo de Compostela, uma linda igreja considerada Patrimônio da Humanidade. Só pra você ter um gostinho dessa viagem, clique aqui e veja o depoimento de Dimas Mietto, que visitou o Caminho de Santigo e comprovou: “Fiz o caminho de Santiago de Compostela e isso mudou a minha vida” .   Roma (Itália) Várias histórias da Bíblia se passam em Roma, a capital da Itália, que na época era a sede do Império Romano e que foi visitada pelos discípulos Pedro e Paulo. Dentre os muitos lugares famosos de Roma, o maior deles é o Vaticano, berço da Igreja Católica e o menor país do mundo. No Vaticano há museus repletos de tesouros e objetos sagrados. Lá você também pode visitar a Capela Sistina e a Praça de São Pedro, onde está a Basílica de São Pedro. Não se esqueça de dar um pulinho no Coliseu, uma das 7 maravilhas do mundo e um lugar histórico onde muitos eram condenados por sua fé. Vale uma reflexão e tanto, não é?   Santuário de Fátima (Fátima – Portugal) O Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Fátima é o principal lugar de peregrinação e devoção cristã de Portugal. Dizem que Nossa Senhora de Fátima fez três aparições neste local e por esse motivo um clima místico e espiritual bem forte envolve este lugar. Já pensou ser a testemunha da 4ª aparição de  Nossa Senhora? Só indo lá pra saber.   Santuário de Nossa Senhora de Lurdes (Altos Pirenéus – França)  Construída no alto da rocha, a belíssima igreja francesa que foi escavada na rocha, é conhecida pela sua famosa gruta Massabielle, com sua fonte de água milagrosa. Aqui, muitos doentes vem em busca de cura para seus corpos e suas almas e dizem serem transformados pelo poder de Deus.   Destino: Brasil Aparecida do Norte (São Paulo) No ano de 1717, três pescadores encontraram no Rio Paraíba do Sul a imagem de Nossa Senhora Aparecida, que se tornou a padroeira do Brasil. Depois disto, muitos milagres aconteceram na pequena cidade do interior do estado de São Paulo. Hoje o lugar é conhecido como o 2º maior santuário católico do mundo, onde milhares de fiéis fazem peregrinações todos os anos.   Serra da Piedade (Minas Gerais) A Serra da Piedade é um dos mais importantes monumentos naturais do Estado de Minas Gerais. O lugar é repleto de rochas e árvores, uma paisagem de tirar o fôlego. Além do famoso café colonial, você pode aproveitar pra desfrutar de uma bela vista e depois passar na Capela Nossa Senhora da Piedade, que fica no ponto mais alto da serra, para fazer uma oração.   Catedral da Sé (São Paulo) A selva de pedra tem uma lindíssima catedral, que fica localizada exatamente no meio de São Paulo, o bairro mais caótico da cidade.  Conhecida pela sua arquitetura gótica, ela faz você se sentir na Europa do século passado. Vale a pena dar uma passada e conhecer a igreja rodeada de prédios comercias e das lojas mais famosas da cidade. Aqui o passeio é completo!   Convento Santíssima Trindade (São Paulo)  E, por fim, mas não menos importante, o nosso queridinho Convento Santíssima Trindade, casa-mãe das Irmãs Missionárias Servas do Espírito Santo que pertecem à Província Brasil Norte, hoje, Centro Missionário Cultural Santíssima Trindade. No coração da Chácara Santo Antônio, bairro colonizado por alemães e que mantém um profundo vínculo com a natureza, o convento preserva sua estrutura original desde sua fundação e é propício para uma boa meditação em meio a árvores centenárias, famílias de saguis, pássaros e toda paz e tranquilidade do carisma missionário da congregação. Clique aqui e vá sentindo o gostinho de marcar seu passeio por aqui. As visitas precisam ser agendadas, ok? Para agendar a sua, ligue para 11 5687-7229. E aí, Já decidiu qual vai visitar? Não esqueça de nos contar como foi essa experiência.  

Bomba! Diálogo inter-religioso e Ecumenismo não são a mesma coisa!

Vai uma salada aí? Este é um daqueles assuntos que confundem as pessoas e que acabam sendo passados adiante de forma errada. Não mais! Porque hoje vamos esclarecer sobre este tema que envolve várias religiões. Ontem foi o Dia de Liberdade de Cultos, uma data importantíssima em respeito à escolha de expressão da fé de cada um. E por falar em cultos, hoje vamos explicar a diferença entre o diálogo religioso e o ecumenismo. Diálogo inter-religioso x Ecumenismo Ecumenismo é a o diálogo entre os cristãos que professam a mesma fé, ou seja, acreditam no Pai, no Filho e no Espírito Santo – a Trindade, na ressurreição de Jesus e todos os acontecimentos do Novo Testamento. Ele promove a união entre todos os cristãos. Já o diálogo inter-religioso acontece entre as diferentes religiões, como Islamismo, Budismo, Judaísmo, Cristianismo, Xintoísmo, Espiritismo e outras. Este diálogo serve para aproximar as pessoas e trata-se de uma conversa sobre como a graça de Deus opera no coração e na vida dos homens e também como Deus nos aproxima da verdade, da justiça e da paz. Pra que diálogo? Somente um propósito divino mesmo, pra colocar pessoas de diversas religiões numa mesma sala, algumas até tradicionalmente consideradas ‘inimigas’ das outras. Mas veja bem, o intuito deste diálogo é fazer com quem todos os líderes religiosos possam entrar num consenso para a construção de uma sociedade ideal, onde todos se respeitem e contribuam para o crescimento pessoal e social do meio em que vivem. “O diálogo ecumênico e inter-religioso não é um luxo. Não é algo exterior ou opcional, mas é essencial, algo de que o nosso mundo, ferido por conflitos e divisões, tem cada vez mais necessidade.” – Papa Francisco

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