Natureza: sujeito de direitos ou valor de mercado?

Ao aceitar a lógica de atribuir preço a tudo o que existe, reafirmaríamos a histórica divisão do mundo entre donos e servidores. Financeirizar a natureza é, portanto, cair na armadilha neocolonial. Quais caminhos precisamos propor e quais iniciativas reivindicar para garantir que a natureza seja sujeito de direitos e não valor de mercado? Confira o artigo provocador do Pe. Dario Bossi!

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