Festas juninas: um convite para mergulhar nas muitas moradas do Brasil

As festas juninas são uma oportunidade de encontro, convivência, memória afetiva e valorização da cultura brasileira. Em 2026, a Rede de Educação Missionárias Servas do Espírito Santo se inspirou no tema transversal e na proposta da Campanha da Fraternidade para destacar “Um Brasil de muitas moradas”. Janaína Marques, coordenadora de Marketing da Rede, apresenta a proposta.
Jupic na prática: quando justiça, paz e cuidado com a criação entram na sala de aula

A Jupic (sigla de Justiça, Paz e Integridade da Criação) representa um importante aspecto da missão das irmãs servas do Espírito Santo (SSpS). Na Rede de Educação SSpS, esse princípio se traduz na formação de “cidadãos globais” que compreendam a profunda interconexão entre as crises sociais e ambientais. No artigo, Rodrigo Mendonça Pereira, diretor-geral do Colégio Stella Matutina, em Juiz de Fora (MG), apresenta alguns projetos desenvolvidos com os alunos. Veja!
Chuvas em Juiz de Fora: colégios das SSpS recebem doações para vítimas

As unidades da Rede de Educação Missionárias Servas do Espírito Santo (SSpS) recebem doações para as vítimas das chuvas em Juiz de Fora e municípios vizinhos. A região foi atingida por uma chuva histórica, matando dezenas de pessoas. Centenas de famílias estão desalojadas. A ajuda também pode ser feita por meio de pix. Saiba como participar!
Colégio Stella Matutina celebra 120 anos de história

A história do Colégio Stella Matutina tem início em 8 de setembro de 1902. Nessa data, as primeiras missionárias servas do Espírito Santo se estabeleceram em Juiz de Fora-MG, dando origem à Província Stella Matutina. E foi assim que, há 120 anos, surgiu o Colégio Stella Matutina. Na história de Juiz de Fora, a escola foi um marco da educação feminina, valorizando-a e abrindo espaço para a mulher no contexto social da época. Somente na década de 1970, o colégio passou a ser misto. Nessa mesma época, as novas instalações do Stella Matutina foram inauguradas na Avenida Independência, atual Avenida Presidente Itamar Franco, permanecendo nesse local até hoje. Com entusiasmo, as irmãs que chegaram ao Brasil tinham o propósito de escrever uma história que gerasse orgulho para muitas gerações, e assim tem sido. Muitas pessoas guardam com carinho as lembranças de quando estudaram no colégio. Os alunos de hoje podem contar com um ensino atualizado, que engloba o que é necessário para o comprometimento de uma educação integral. A escola conta com profissionais competentes que trazem no coração o prazer de educar. Durante estes anos, o colégio passou por muitas transformações, tanto nas melhorias estruturais quanto no projeto político-pedagógico. Todo o esforço busca auxiliar os alunos na construção do conhecimento, no desenvolvimento de habilidades e competências, formando cidadãos comprometidos com a transformação social, aliado à modernidade e à tradição construída ao longo de 12 décadas. Em conjunto com as famílias, a instituição busca o incentivo ao espírito crítico, inovador e cooperativista no trabalho pessoal e nas relações interpessoais mediadas pelo compromisso com a espiritualidade e a fé. Celebração eucarística No dia 8 de setembro, a escola acolheu a missa que marcou a comemoração pelos 120 de história. A liturgia, realizada na quadra da escola, foi presidida pelo arcebispo metropolitano de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira. Também participaram o Pe. Expedito Lopes de Castro, membro da Pastoral do Colégio, e o Pe. Carlos Vieira Lima, missionário do Verbo Divino e superior da Província Brasil Norte, além de educadores, alunos, familiares e amigos do Stella Matutina. Veja algumas imagens da celebração.
O ser humano e o planeta: desequilíbrio ambiental causado por instabilidade mental

Nosso planeta está sofrendo alterações climáticas, e isso é inegável. Quais seriam, porém, as causas que levaram a esse desequilíbrio ambiental? Qual o papel dos seres humanos nesses efeitos? O que acontecerá daqui a alguns anos se tudo continuar desse jeito? Será que isso é reversível? Nesta entrevista com o biólogo e escritor Felipe André Ponce de León da Costa, tais questões serão discutidas. As perguntas foram elaboradas por alunos do Colégio Stella Matutina, de Juiz de Fora-MG, escola da Rede de Educação Missionária Servas do Espírito Santo. É preciso reconhecer que é necessário um mínimo de cuidado com o meio ambiente para não prejudicar a vida do ser humano e também a de outras criaturas. Muitas vezes, não se percebe, mas já estamos sofrendo com a alteração natural de nosso planeta. Felipe vai esclarecer algumas dúvidas, apresentar exemplos, descrever os efeitos do aquecimento global e qual a relação deste com o efeito estufa, e em que a poluição atmosférica poderá influenciar tanto na saúde do ser humano quanto no nosso planeta. __________________________________________ Quais as evidências do aquecimento global?Algumas das evidências mais óbvias e diretas provêm das séries históricas. Em alguns países, como Japão e Inglaterra, há séries históricas com mais de 150 anos de duração. E a tendência em todas elas é a mesma: a temperatura média anual está a subir, notadamente nos anos mais recentes. As mudanças climáticas podem potencializar o efeito da poluição atmosférica sobre a saúde?Sim. Mesmo porque a própria poluição atmosférica tende a crescer com o aumento da temperatura. Aproveito e deixo aqui uma sugestão de leitura: Biologia & mudanças climáticas no Brasil (Editora RiMa, 2008), organizado por Marcos S. Buckeridge. Ver, por exemplo, o capítulo Os efeitos das mudanças climáticas sobre a saúde humana, de Paulo Saldiva. É um texto curto e algo genérico, mas pode servir como uma introdução ao assunto. Outra referência que posso indicar é Aquecimento global (Editora FGV, 1992), organizado por Jeremy Leggett. Ver o capítulo Implicações para a saúde, de Andrew Haines. Também é um texto curto. Em tempo: o trabalho de Haines é citado por Saldiva. Mudanças climáticas e ambientais já causam danos à saúde da população?Sim. E acho que a pandemia em curso é um exemplo dramático do que isso significa. O aquecimento global pode causar eventos climáticos extremos?Já está causando. Secas mais prolongadas, por exemplo, devem se tornar cada vez mais comuns. Isso porque, mesmo que a pluviosidade anual que cai em uma dada região permaneça inalterada, as chuvas devem se concentrar em intervalos ainda menores. O que também significa que as chuvas vão se tornar mais intensas. Como a mudança climática pode afetar a natureza daqui a alguns anos?Elas já estão afetando. E tais efeitos têm sido detectados há vários anos. Por exemplo, mudanças de comportamento de plantas e animais, redução na área de distribuição de muitas espécies, derretimentos de geleiras e diminuição das áreas ocupadas pelo chamado gelo eterno. É realmente possível que, daqui a muitos anos, algumas cidades litorâneas fiquem completamente submersas por conta de derretimento de geleiras?Sim. Mas eu não diria daqui a muitos anos. É importante observar o seguinte: o nível do mar, a exemplo de outros parâmetros (por exemplo, pH dos oceanos), é algo que pode e está a ser monitorado. Outra coisa: estamos aqui a falar no derretimento (já em curso!) das geleiras que se encontram sobre terras emersas, pois o derretimento dos blocos de gelo que já estão dentro do mar não provocaria qualquer elevação. Quais são as maiores companhias poluidoras do mundo?A lista não é pequena. No âmbito das mudanças climáticas, porém, eu elencaria três ramos da indústria: termoelétricas, petroleiras e fábricas de cimento, além das fazendas de gado, sobretudo o bovino. Qual é a contribuição do Brasil nas emissões de gases de efeito estufa?Tradicionalmente, o Brasil é mais um escoadouro do que um emissor de gases-estufa. Entre os fatores que contribuem para isso, estão a extensa cobertura vegetal (florestas removem CO2 da atmosfera) e o modo como o País produz eletricidade (predominam hidrelétricas). Nos últimos anos, porém, a situação piorou muito, pois tanto os índices de desflorestamento como o uso de eletricidade suja (termoelétricas) subiram. Um comentário adicional e paralelo: destruir é sempre muito mais fácil do que construir; assim como errar é muito mais fácil do que acertar. O governo federal não dá provas de que vá construir alguma coisa. Sabemos que a camada de ozônio está sendo deteriorada rapidamente. Além de contribuir para o aquecimento global, quais outros impactos podem ocorrer e, ou, serem agravados com essa degradação constante?O surgimento de um buraco (a rigor, um estreitamento) na camada de ozônio é particularmente preocupante porque sinalizaria para a perda de um filtro planetário contra a entrada de radiação ultravioleta, que é ionizante. A adoção de medidas simples, como suspender o uso industrial dos chamados CFC, anos atrás, teria conseguido refrear o problema. Detalhes podem ser lidos no livro Bilhões e bilhões (Companhia das Letras, 1998), de Carl Sagan. A tecnologia pode ser usada para reverter ou diminuir esse processo?As artes práticas (tecnologia) estão sempre a inventar novidades. E as mudanças climáticas são uma motivação e tanto. Algumas soluções mirabolantes já foram e continuarão a ser apresentadas. Todavia, de um ponto de vista exclusivamente científico, a questão é relativamente simples: precisamos tão somente cortar os níveis de emissão dos chamados gases-estufa (por exemplo: CO2 e CH4). Como? Há mais de uma possibilidade. Eis dois exemplos de medidas efetivas: diminuir a queima de combustíveis fósseis (como o carvão mineral e o petróleo) e reduzir o tamanho dos rebanhos animais (bovinos e caprinos, por exemplo). Há um ponto em que a situação será irreversível?Sim. E, ao que parece, já teríamos ultrapassado um deles, de sorte que o aquecimento não é mais apenas uma possibilidade futura, mas sim uma realidade presente. Cedo ou tarde, todos nós experimentaremos os efeitos das mudanças ora em curso. O que se discute agora, em escala planetária, é a intensidade da freada que devemos ou podemos aplicar, de modo a minimizar a
A simples observação

Pensar na estrutura da escola de hoje nos faz refletir sobre os grandes desafios da Educação. Vivemos numa era digital, com uma economia globalizada, tendo informações rápidas, em tempo real e em grande escala. Chamo a atenção para um pequeno, mas fundamental exercício: a observação dos alunos. Ter vários jovens, com diferentes aspirações e criações distintas, em um mesmo ambiente sempre foi um desafio. Mantê-los atentos por um longo período, então, é uma árdua missão. Os educadores têm de lidar não só com as questões comportamentais das crianças e dos adolescentes, mas também acompanhar e aprimorar-se com o uso das inovações metodológicas. Há pouco tempo, a preocupação de pais e professores era deixar os aparelhos celulares fora das salas de aula, hoje a cultura digital é uma das competências estabelecidas pela Base Nacional Comum Curricular. Essas inovações obrigam os docente a terem uma nova postura em sala de aula, utilizando recursos mais dinâmicos, atraentes e desafiadores para despertar a atenção de seus alunos. A cultura digital propõe compreender, utilizar e criar novas tecnologias educacionais que aprimorem a comunicação, o acesso e a produção de novos conhecimentos, além da resolução de problemas, o exercício da cidadania e tornando os alunos protagonistas da própria aprendizagem. Com todas essas mudanças, temos observado que muitas escolas priorizam cada vez mais a tecnologia e esquecem o que é essencial na formação do estudante: a criação de uma cultura que proporcione o diálogo, o respeito e a empatia para uma convivência fraterna. Estabelecer um vínculo baseado no acolhimento e em valores sólidos auxilia na criação de uma relação saudável em trocas frutíferas entre professor, aluno e família. Um dos desafios dos educadores é, portanto, perceber o comportamento de seus alunos, pela simples observação. Esse é um trabalho contínuo que ocorre em todos os espaços escolares. Não é possível, na sociedade contemporânea, abrir mão da discussão dos fenômenos tecnológicos, uma vez que as metodologias de ensino tradicionais não atendem mais às expectativas dos alunos do século XXI, mas sem perder de vista o desenvolvimento da pessoa humana. Lílian Correia SedlmayerDiretora Educacional do Colégio Stella Matutina, Juiz de Fora-MG.
O Ensino Religioso e o respeito à diversidade

O diálogo, a tolerância entre as pessoas de diferentes crenças religiosas é o princípio de uma convivência pacífica entre todos. Como professora de Ensino Religioso, certo dia, deparei-me com um aluno que não gostava da disciplina, por pensar que seriam ministrados nas aulas conteúdos relacionados a Deus, por ele não acreditar. E ele então me fez a seguinte pergunta: “O que se aprende em Ensino Religioso?”. Apesar de você pensar que se fala sobre Deus, a disciplina aborda sobre a diversidade religiosa como área de conhecimento, sobre valores praticados com o próximo e a formação da cidadania. O amor ao próximo é um dos deveres mais importantes do ser humano. É uma das formas mais bonitas de demonstração de carinho, afeto, solidariedade e compaixão. O respeito constante à diversidade de um modo geral, para a construção de um mundo de paz. A partir de uma aula em que foi transmitido o filme “Extraordinário”, o aluno percebeu que o Ensino Religioso não era uma aula que falava somente sobre Deus e sim uma oportunidade na qual podemos ampliar o conhecimento de nós mesmos e de nosso semelhante, estabelecendo relação democrática e humanizadora. O Ensino Religioso não é espaço de doutrinação e proselitismo religioso. Atualmente a disciplina é um componente curricular da educação básica e tem uma área de conhecimento referencial, a Ciência da Religião. É ela quem provê os referenciais epistemológicos e metodológicos para um ensino sobre a religião como aspecto da cultura. É aqui também que se dá o processo de formação de professores para atuarem com o Ensino Religioso no ensino fundamental. O desafio é superar as tradicionais aulas de Religião e inserir conteúdos que tratem da diversidade de manifestações religiosas, que se expressam por meio de lugares sagrados, ritos, festas, símbolos, textos, entre outros. No Ensino Religioso, portanto, os conteúdos devem ser significativos, e os encaminhamentos metodológicos devem levar os alunos a uma contextualização da realidade cultural, religiosa, política e social, bem como ao exercício do diálogo, da criticidade e da reflexão. O Ensino Religioso é uma disciplina que colabora para o desempenho de cidadãos que saibam conviver com as diferenças religiosas e culturais, respeitá-las e valorizá-las. Deve contribuir para formar alunos críticos, conscientes, que saibam amar e cuidar da vida. Rogélia Aparecida de Rezende, pedagoga e professora de Ensino Religioso no ensino fundamental I, no Colégio Stella Matutina, em Juiz de Fora-MG.
A vocação do catequista

O quarto domingo de agosto, Mês das Vocações, é dedicado aos leigos e leigas e, de maneira especial, aos e às catequistas. De fato, a Igreja deve muito a tantas mulheres e homens que dedicam seu tempo e seu amor para comunicar a fé e ensinar a Boa-Nova de Jesus. Cada um, cada uma de nós certamente se recorda com carinho de quem o acompanhou na preparação para a primeira comunhão eucarística ou mesmo para a crisma. Muitos de nós abraçamos a fé por intermédio de nossos pais, que foram nossos primeiros catequistas. Mas, depois, na catequese, descobrimos e aprendemos muito mais, participando da Igreja e integrando a fé e os ensinamentos de Jesus a nosso cotidiano. Em carta dirigida às e aos catequistas, Dom José Antonio Peruzzo, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética, afirma: “Celebrar o Dia do Catequista tem um significado de gratidão e de esperança: gratidão pelo amor e gratuidade dedicados a anunciar a pessoa de Jesus Cristo. Esperança, porque, enquanto pudermos contar com catequistas, o anúncio terá também a marca da ternura. Os catequistas, eles e elas, evangelizam com afeto. Os tempos desafiam, requerem novos paradigmas, pedem por novas linguagens, mas, se houver paixão, a catequese será sempre criativa”. Há muitas maneiras de realizar a catequese. O primeiro passo cabe aos pais e consiste em ensinar a criança, desde bem pequena, a amar a Deus, mostrando aos pequenos como rezar e falando-lhes de Jesus e do Evangelho. Os pais ensinam pelo exemplo, e é muito importante transmitir os valores humanos e cristãos às crianças e levá-las para a Igreja. Aquilo que aprendem desde o berço fica gravado para toda a vida. Todas as paróquias e a maioria das comunidades contam com uma equipe de catequistas preparada para ensinar diferentes faixas etárias, envolvendo crianças pequenas, crianças em idade de receber a primeira comunhão eucarística, adolescentes que se preparam para o crisma e até jovens e adultos que buscam a fé e não tiveram oportunidade antes. A catequese pode acontecer também nas escolas católicas que, além do Ensino Religioso, que é ecumênico e dirigido a todas as denominações religiosas, oferece a oportunidade para os alunos que são católicos aprofundarem a fé, participarem da catequese e receberem os sacramentos. No Colégio Stella Matutina, em Juiz de Fora-MG, uma das escolas da Rede de Educação Missionárias Servas do Espírito Santo, os alunos que o desejam participam da catequese. Padre Expedito de Lopes Castro, Capelão Escolar, gravou um vídeo no qual fala sobre o Dia do Catequista. Vale a pena assistir.
Comunidade celebra 115 anos do Colégio Stella Matutina em evento especial

Uma noite de comemoração e aprendizado. Foi assim o aniversário de 115 anos do Colégio Stella Matutina, festejado no dia 17/10 no próprio colégio. A ocasião, que reuniu em torno de 300 pessoas entre pais, funcionários e membros da comunidade juiz-forana, abriu também espaço para as novidades do colégio e para o conhecimento. O evento contou com a apresentação do plano de investimentos do colégio e com palestra do professor de Empreendedorismo, Economista e Mestre em Administração Ronan Braga. O professor Ronan, que discorreu sobre a atualidade e as formas de educar, ressaltou também a importância dos conceitos de empreendedorismo e educação financeira para crianças e jovens, tema que já faz parte do dia a dia dos alunos (veja aqui). Mas o destaque ficou mesmo por conta da participação à comunidade sobre a modernização do colégio. Na ocasião, os presentes puderam conhecer as melhorias estruturais, pedagógicas e tecnológicas que já estão em curso no colégio, como as novas salas, o ambiente de aprendizado colaborativo, a aquisição de 40 computadores chrome books e os óculos de realidade virtual. Em entrevista, as diretoras do colégio, Lílian Sedlmayer, responsável pela parte pedagógica, e Raquel Fiuza, gestora administrativa, contaram um pouco sobre o que significa o marco dos 115 anos para a história do colégio: O que este marco dos 115 anos de existência representa para o colégio? Representa a certeza de que somos um dos colégios mais tradicionais e queridos de Juiz de Fora e que estamos evoluindo, preparando os nossos alunos para o futuro. Estamos atentas à missão educacional, intensificando os investimentos na área pedagógica, na infraestrutura e em tecnologia educacional para continuarmos servindo à nova geração de alunos com maior qualidade acadêmica, conforto, segurança e acolhimento. E para a diretoria? Para a Diretoria do colégio representa um grande desafio com muita responsabilidade, para continuarmos agregando os valores cristãos, o carisma missionário, a tecnologia e a tradição com excelência. É uma alegria fazer parte desta família. Quais foram as principais conquistas do colégio nesses 115 anos? A principal conquista é ter a certeza que os objetivos das Missionárias Servas do Espirito Santo junto à educação estão sendo cumpridos. Quais são as propostas para os próximos anos do Colégio Stella Matutina? A criação de mais espaços interativos com uso contínuo da tecnologia, a aplicação de metodologias ativas de ensino e o estímulo para que o aluno assuma o seu papel de protagonista no processo de ensino-aprendizagem estão no norte das nossas propostas para os próximos anos. Veja as fotos do evento (Crédito: Ely Márcio)
A tradição da festa junina na Congregação

Já pode tirar a poeira do vestido xadrez e daquele chapéu de palha, porque a festa de São João está chegando aí, pessoal! De acordo com a tradição católica, diz a história, que quando Isabel anunciou o nascimento de João Batista, no dia 24 de junho, a fogueira queimou nas montanhas da Judeia e foi assim que deu origem a famosa Festa Junina. Nesta festa são prestigiados São João, São Pedro, São Paulo e Santo Antônio. Para a Congregação das Missionárias Servas do Espírito Santo, a festa junina é uma das comemorações preferida das irmãs. Ela é feita em toda a Rede de Educação e no Convento Santíssima Trindade. Nela, funcionários, irmãs, familiares e amigos se juntam para se divertirem ao som da batida arrasta pé mais contagiante de junho. Veja como foi a comemoração junina de 2016 nos colégios e no Convento: Convento Santíssima Trindade Colégio Stella Matutina Colégio Nossa Senhora da Piedade Colégio Imaculado Coração de Maria Colégio Espírito Santo E segura aí que logo, logo estaremos mostrando como foi a comemoração deste ano! Bão demais, sô!!