Existe vida após a morte?

Para muitos, a morte é o final de tudo, enquanto para outros, a morte é só o começo de nossa jornada para a eternidade. Neste feriado de Finados, convidamos você a ir além da saudade e da dor e ver a morte a partir de nova perspectiva. A Igreja Católica acredita que todos os seres humanos são dotados de uma alma imortal, “Ora, Deus criou o homem para a imortalidade, e o fez à imagem de sua própria natureza”. (Sab 2, 23). Se a alma é imortal, logo, ela vive além do corpo físico. Através da espiritualidade, de nosso relacionamento com Deus, tomamos consciência de que nosso ser não se limita apenas ao material ou físico. Existimos para além da vida terrena, para além de nossos corpos frágeis e pensamentos dispersos. A grande esperança que nós temos é, que após a morte terrena, nossa alma irá para junto de Deus, onde terá vida em abundância de vida e felicidade plena ou como conhecemos popularmente, no céu ou paraíso. Em suas visões do final dos tempos, o apóstolo João escreveu sobre a vida eterna com Cristo: “Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou” (Ap 21:4). “Se com Ele morremos, com Ele viveremos” (2Tm 2, 11b).
Saiba porque a Mata Atlântica é mais importante do que você imagina

Continuando nossa série sobre os biomas brasileiros (se você não viu o último clique aqui ), vamos a um dos biomas mais conhecidos: A Mata Atlântica. Com a maior biodiversidade de árvores do mundo inteiro, ocupa atualmente 7% do território brasileiro. Tão interessante como apaixonante. O próprio Pedro Álvarez Cabral, quando pisou nela pensou em estar numa espécie de paraíso. Olha que privilégio nós temos?! A Mata Atlântica é formada por um conjunto de formações florestais (Florestas: Ombrófila Densa, Ombrófila Mista, Estacional Semidecidual, Estacional Decidual e Ombrófila Aberta) e ecossistemas como as restingas, manguezais e campos de altitude, aproximadamente 1.300.000 km² em 17 estados do território brasileiro. Hoje os remanescentes de vegetação nativa estão reduzidos a cerca de 22% de sua cobertura original. Apenas cerca de 8,5% estão bem conservados em fragmentos acima de 100 hectares. Mesmo reduzida e muito fragmentada, estima-se que na Mata Atlântica existam cerca de 20.000 espécies vegetais (cerca de 35% das espécies existentes no Brasil), incluindo diversas espécies únicas e ameaçadas de extinção. Essa riqueza é maior que a de alguns continentes (17.000 espécies na América do Norte e 12.500 na Europa) e por isso a região da Mata Atlântica é a que tem prioridade para a conservação da biodiversidade mundial, aprovado pelo instrumento Lei 11.428, de 2006 e o Decreto 6.660/2008. A fauna da Mata Atlântica abriga cerca de 849 espécies de aves, 370 espécies de anfíbios, 200 espécies de répteis, 270 de mamíferos e 350 espécies de peixes. Além de ser uma das regiões mais ricas do mundo em biodiversidade, tem importância vital para aproximadamente 120 milhões de brasileiros que vivem em seu domínio e de indígenas como Potiguaras, Guaranis e Tupiniquins que habitam suas matas. Nela são gerados aproximadamente 70% do PIB brasileiro, prestando importantíssimos serviços ambientais. A Mata Atlântica regula o fluxo dos mananciais hídricos, assegura a fertilidade do solo controla o equilíbrio climático e protege escarpas e encostas das serras, além de preservar um patrimônio histórico e cultural imenso. Para saber mais assista ao documentário Mata Atlântica e os Ciclos da Vida Fonte: http://www.mma.gov.br/biomas/mata-atlantica