Tempo de Quaresma, caminho para a Páscoa

A Quaresma é a oportunidade de um “pit stop” para rever nossas trilhas, é o que pensa o padre Deolino Pedro Baldissera. Em relação à pessoa de Jesus, ele critica as propostas que falam de um Cristo sem cruz, tudo se resolvendo com “milagres”. Quem busca um Jesus sem cruz não vai encontrar o Ressuscitado. Veja o artigo!

Mulher feliz é mulher respeitada

Mesmo com avanços em direitos e políticas em favor das mulheres, o Brasil está em quinto lugar em feminicídio. Em 2025, os casos cresceram 4,7%, com recorde de registros de casos provocados por parceiros ou ex-parceiros, majoritariamente em casa. Maria Terezinha Corrêa apresenta outros dados e fala da importância do cuidado e respeito às mulheres.

Entre ações e orações: violentômetro

Eu até peço a Deus que nos livre do mal que é o feminicídio. Mas, além de rezar, eu me lembrei também do “Violentômetro”, um material muito didático, criado originalmente no México. Orações e ações mudam histórias! Às vésperas do Dia Internacional da Mulher, veja o impressionante alerta de Maria José Brant (Deka)!

Ano de 2026: unidade na diversidade!

Unidade não é uniformidade, pois não se trata de todos serem iguais. É cada um ser valorizado em sua singularidade, contribuindo para um todo maior. Em 2026, somos convidados e desafiados a entrar neste grande mutirão das irmãs missionárias servas do Espírito Santo: viver a unidade na diversidade. Confira a reflexão da irmã Ilca Maria Hendges!

Do que o amor é capaz…

Ninguém consegue amar sozinho, é necessário que o outro faça parte; caso contrário, o amor fica no ar, sem chão. O teste do amor se verifica na capacidade de ir ao encontro do outro, mesmo quando este não está disposto a aceitá-lo. Com grande sensibilidade, Pe. Deolino Pedro Baldissera reflete sobre o mais nobre sentimento humano.

“Pega-pega corrente…”

A força do coletivo vem sendo subestimada diante de tantos muros. É assustador criar crianças nesse clima. Muitas experiências vivas e potentes ficam de fora em nome da proteção, do zelo, dos evidentes perigos, do empobrecido cotidiano. Ao darmos as mãos, as relações se fortalecem, a experiência de contar com o outro vira prece. Maria José Brant (Deka) fala sobre uma brincadeira que marcou sua infância. Confira!

A ferida invisível da ingratidão: entre o ideal do bem e a dignidade do sujeito

Há dores humanas que não aparecem nos diagnósticos clínicos, mas que corroem silenciosamente a alma. Entre elas, a ingratidão talvez seja a mais profunda. Quando o servir implica anulação da pessoa, corre-se o risco de transformar vocações vivas em desertos áridos. Veja o artigo do Pe. Cristóvão Gonçalves, missionário do Verbo Divino.

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