Música, fé e humanidade: as irmãs SSpS no Japão

O Japão é mais um dos países destacados no Projeto Semana Sem Fronteiras, promovido pela Rede de Educação SSpS. O arquipélago tem uma riquíssima história, cultura multimilenar e características muito peculiares. As missionárias servas do Espírito Santo desenvolvem importante trabalho naquela nação, onde também há muitos desafios. Os professores Hilton Cassiano e Natália Moura nos contam mais. Imperdível!
Chamado na Itália, missionário na Amazônia: entrevista com o frei Paolo Maria

Para celebrar as vocações à vida religiosa consagrada, nosso blog traz a entrevista com o frei Paolo Maria Braghini, missionário italiano capuchinho. De maneira apaixonada e apaixonante, frei Braguinha, como é carinhosamente chamado, fala sobre seu chamado e a missão entre os povos da Amazônia. Imperdível!
Alfabetização: um direito, uma missão

O Dia Mundial da Alfabetização, celebrado anualmente em 8 de setembro, foi instituído pela UNESCO, com o objetivo de destacar a importância da alfabetização para indivíduos, comunidades e sociedades. A alfabetização é uma habilidade fundamental para o desenvolvimento social e econômico, porém ainda enfrenta grandes desafios pelo mundo.
Os gritos do Brasil: do Ipiranga à Floresta Amazônica

Que sejam ouvidas as vozes de mulheres violentadas, jovens dependentes, crianças desnutridas, pessoas idosas indefesas, dos povos originários, das matas, de todo o território brasileiro. Saibamos “gritar”, por meio do voto consciente e responsável, mostrando a força que o povo tem. Confira o artigo de Maria Terezinha Corrêa!
Mês da Bíblia: “Porei em vós meu espírito, e vivereis” (Ez 37,14)

Em setembro deste ano, a CNBB propõe como tema de reflexão do Mês da Bíblia o livro do profeta Ezequiel. A imagem dos “ossos ressequidos”, descrita pelo profeta, denuncia a situação do povo que se debandara para o lado dos idólatras. Essas situações de morte ainda existem em nosso tempo, mas somos chamados a anunciar o “sopro de Deus” que dá a vida. Veja a reflexão do Pe. Deolino Pedro Baldissera.
Coração compassivo, mãos oblativas

“Este povo me honra com os lábios, mas seu coração está longe de mim” (Mc 7,6) O relato do evangelho deste domingo se abre com a apresentação dos personagens. Jesus aparece como ponto de referência frente a dois grupos de indivíduos (“os fariseus e alguns mestres da lei”), representantes do poder religioso oficial, ou seja, grupos de piedosos que exerciam uma pressão religiosa sobre o povo em sua pretensão de submetê-lo a uma existência marcada pelo rigorismo religioso e pelo legalismo. Como se explica esse fenômeno do farisaísmo religioso, tão frequente também entre nós? Estamos falando da eterna tentação, de ontem e de hoje: apresentar-se em nome de Deus para impor pesados fardos sobre as pessoas, ameaçando-as e impedindo-as de viver com mais leveza. Segundo o Papa Francisco, trata-se do terrível “poder de consciência”, exercido por autoridades religiosas, e que são profundamente manipuladoras e destruidoras da verdadeira identidade das pessoas. Na verdade, percebemos nas comunidades cristãs um florescer de práticas devocionais vazias, ritos estéreis, normas inúteis… que só alimentam medo de Deus e culpa doentia. Quando a religião (no sentido original de “re-ligar”) se transforma em culto vazio, em palavras ocas que são levadas pelo vento, em simples rotina…, esvazia-se a vida, fragiliza-se o compromisso com o outro e se distancia do verdadeiro Deus revelado por Jesus. De fato, para o Mestre de Nazaré, “Deus é leve”, não complica a vida humana com mais cobranças e ameaças; basta ser transparência do Seu Amor. Aqui está a chave para compreender o conflito de Jesus com os homens mais religiosos e observantes de seu tempo. Tal conflito se centrou em questões relativas à imagem de Deus, ao caráter absoluto das leis e normas religiosas, descendo inclusive até às chamadas “normas de pureza”. De um modo esquemático, o conflito poderia resumir-se nestas contraposições: a gratuidade frente ao mérito; o valor da pessoa acima da lei; o cuidado da interioridade frente à absolutização das tradições. De um lado, encontramos o “ritual” e o “sagrado” como componentes essenciais da religião dos sacerdotes, fariseus e mestres da lei; de outro, encontramos nos evangelhos que o central na vida e na mensagem de Jesus não foi nem o “ritual”, nem o “sagrado”, mas o “humano”. O centro da mensagem e da atividade d’Ele não estava no templo, nas observâncias das normas e leis, na preservação da tradição religiosa…, mas na saúde dos enfermos (curas), na alimentação das pessoas (refeições), nas sadias relações humanas. Jesus viu claramente que a religião dos ritos e do sagrado (com seus poderes, privilégios e dignidades) gerava exclusão, culpa, medo… Tal realidade era o impedimento mais imediato e mais forte para as pessoas entenderem e viverem o que significava o “Reinado de Deus”. O Evangelho deste domingo nos situa, portanto, diante dessa desumana realidade provocada por uma falsa compreensão da religião. Para Jesus, nada do que vem de fora contamina o ser humano. Isso significa que toda pessoa possui uma interioridade impoluta e resguardada, que nada nem ninguém de fora poderá destruir. No mais profundo de cada ser humano, há um “sacrário”, dotado de recursos e beatitudes originais que não podem ser alcançados pela “mancha” externa do legalismo e do moralismo. Dessa forma, Jesus declara o valor absoluto da pessoa humana como portadora de valores que ninguém poderá atingir. O que mancha a pessoa é o que sai de dentro dela. Ninguém pode manchá-la, mas ela pode manchar-se a si mesma, porque “é” um ser de coração do qual brota o bem, a verdade, o amor…, mas pode brotar também o mal, o ódio, a intolerância… O ser humano é um “ser interior” que pode desenvolver-se de forma criativa, mas também de maneira destruidora. Esta é a maior revelação de Jesus, que anuncia o Deus que quer salvar a todos, mas a partir do lugar da verdadeira interioridade. O que decide o ser humano é o coração; se este estiver petrificado, é preciso arrancá-lo e colocar em seu lugar um coração de carne, capaz de crer e amar. Este “princípio da interioridade”, indicado por Jesus, é que define e marca a novidade do evangelho; por isso, como Libertador, empenha-se por livrar as pessoas de tudo aquilo que lhes podia oprimir e destruir a vida. Jesus interpreta a pureza ou impureza como realidade que brota do coração e, dessa forma, devolve ao ser humano sua autoria, sua autonomia. A missão da verdadeira religião é facilitar para que homens e mulheres sejam autônomos na linha do bem, que ativem seus recursos internos, que sejam livres no compromisso e no serviço da vida dos outros. Nenhuma religião pode ter a pretensão de anular a consciência das pessoas. Seria um fatal erro atrofiá-la com ritualismos, preceitos e normas, impedindo a manifestação da voz de Deus, única e original, no interior de cada um. Despertar essa consciência é a tarefa de todo ser humano para chegar à plenitude de seu próprio ser. Daqui nasce a verdadeira sabedoria, unindo mente e coração. Nessa proximidade de Deus, que habita em nós e nos conecta com o universo, se forja nossa verdadeira identidade de filhos(as) d’Ele e irmãos(ãs) de todos. Quando conectamos com esta realidade interior, toda nossa vida se equilibra e adquire sentido. Esbarramos na fonte não contaminada e que nos humaniza. Nós vivemos a fé dentro da religião cristã, com raízes judaicas. A fé é nossa adesão de coração a um Deus que nos cria e nos ama, a um Pai que nos salva em seu Filho. Sem essa experiência fundante, nossa religião torna-se vazia, fica restrita a uma aparência vistosa, sujeita a manipulações de todo tipo. Quanto “farisaísmo” há em nossos costumes cristãos! Quanto ritualismo, tradição, conservação e normas sem sentido! Quando perdemos a relação com a pessoa de Jesus Cristo tudo se converte em doutrina e ritualismo que nos conduzem a uma religião intimista e egoica. O que vem depois se enche de “pré-juízos”, julgamentos e sentenças. Esquecemos a medida do amor de Deus para impor a nossa medida moralista, excessivamente pobre, egoísta e insensata. Isso
Rainha dos Anjos: SSpS ajudam comunidade a restabelecer padroeira

Com a ajuda das missionárias servas do Espírito Santo (SSpS), uma comunidade da Zona da Mata mineira restabeleceu a devoção a Nossa Senhora, Rainha dos Anjos. Agora, os moradores do pequeno distrito podem reviver e festejar uma história cheia de fé e amor. Raquel Fiuza, gestora administrativa do Colégio Stella Matutina, dá os detalhes. Veja!
Missionária serva do Espírito Santo participa de Congresso de Comunicação da CRB Nacional

Mais de 200 comunicadores estiveram reunidos na capital paulista, para o Congresso de Comunicação promovido pela CRB, CNBB, Fapcom e Arquidiocese de São Paulo. A irmã Zélia Cordeiro, coordenadora da Equipe de Comunicação SSpS Brasil, também esteve presente. O discernimento no ambiente digital, a inteligência artificial e a Lei Geral de Proteção de Dados foram os temas centrais. Saiba como foi.
Ucrânia hoje: entre a tradição e a luta, a esperança resiste

A Ucrânia, situada no Leste da Europa, é o segundo maior país em área daquele continente. A nação tem uma rica história, cultura vibrante e paisagens maravilhosas, mas hoje enfrenta muitos desafios. O país é um dos estudados no Projeto Semana Sem Fronteiras, promovido pela Rede de Educação SSpS. Quem apresenta mais detalhes é a professora Bernadette Heluey, do Colégio Stella Matutina. Confira!
A relação de dependência entre saúde, ambiente e vida na terra

Pensar em estilos de vida saudáveis e sustentáveis só faz sentido se relacionarmos a saúde com o ambiente local, regional e global em que vivemos. É o que procuramos fazer ao olhar para essa relação de dependência. Confira o artigo da professora Marli Teresinha Everling!