Educação inclusiva: como romper barreiras?

Proporcionar o acesso à educação para pessoas com deficiência é um dever e uma oportunidade para todos. Independentemente das diferenças individuais, cada pessoa tem potencial para adquirir conhecimento e desenvolver habilidades. Para Ana Paula Lopes, coordenadora de educação inclusiva da Rede de Educação Missionárias Servas do Espírito Santo, ninguém pode ser deixado para trás. Veja!
“Tocar” o Verbo de Deus, “tocar” os crucificados

“Tocar” o Verbo de Deus, “tocar” os crucificados. Veja a reflexão elaborada pelo jesuíta padre Adroaldo Palaoro, comentando o Evangelho deste 2º Domingo da Páscoa, também denominado Domingo da Divina Misericórdia ou Domingo “In Albis”, narrado em João 20,19-31.
Organizações convidam a plantar uma árvore por Francisco

Organizações sociais e eclesiais propõem plantar árvores em homenagem ao Papa Francisco. A iniciativa será neste sábado, 26 de abril, data em que o Bispo de Roma será sepultado. O gesto é uma forma de despedir-se do Papa e manter vivo o legado deixado por ele. Saiba como participar!
Papa Francisco: um chamado ao amor, à inclusão e à esperança

O Papa Francisco deixou uma marca profunda não apenas na Igreja Católica, mas também no universo da educação. Com uma linguagem acessível e um coração pastoral, Francisco ecoou um chamado universal a um novo modo de educar, centrado no ser humano, em sua totalidade. Veja o artigo de Agostinho Travençolo Junior, coordenador da Rede de Educação SSpS.
Dia da Terra: descobrindo o planeta

O Dia da Terra, celebrado em 22 de abril, é um convite a refletirmos sobre o cuidado que devemos ter com nosso planeta e a agirmos conscientemente em favor dos seres que nos rodeiam. Confira o artigo de Maria Terezinha Corrêa!
Ecologia integral: a Criação, a espiritualidade, a Lua, a Páscoa…

Chegou a Páscoa! O tema da Campanha da Fraternidade é “Fraternidade e Ecologia Integral”, com o lema “Deus viu que tudo era muito bom”. Trata-se de uma ótima oportunidade para aprofundar um pouco mais o significado da Criação e de nossa responsabilidade para a sua preservação. Confira o artigo de Marli Teresinha Everling!
A luz da esperança que brilha na noite pascal

A luz da esperança que brilha na noite pascal. Concluindo a série Semana Santa Orante, veja a reflexão elaborada pelo jesuíta padre Adroaldo Palaoro, comentando os evangelhos proclamados neste Domingo da Páscoa na Ressurreição de Jesus. Uma santa e feliz Páscoa!
Sábado Santo da espera e da esperança

Série Semana Santa Orante: o jesuíta padre Adroaldo Palaoro propõe uma reflexão sobre trechos do Evangelho, para nos ajudar na experiência deste Sábado Santo, em que seguidores e seguidoras de Jesus vivem, no silêncio e na oração, a espera e a esperança da vitória de Jesus sobre a morte.
Sexta-feira Santa

Esperança crucificada “A esperança nasce do amor e funda-se no amor que brota do coração de Jesus trespassado na Cruz” (Papa Francisco, Bula Spes non confundit, n. 3). O mistério Pascal constitui o núcleo central da fé cristã, ou seja, a paixão-morte e ressurreição de Jesus de Nazaré, e a efusão do Espírito sobre toda a Criação. Esse mistério pascal se estende também a todo o povo crucificado, ou seja, a essa grande maioria da humanidade que vive explorada e marginalizada, vítima dos interesses de uma minoria. Por isso, crer no Crucificado implica fazer descer da Cruz todos os que estão dependurados nela. Mas a imagem da crucifixão se aplica também à situação de nossa Terra, explorada, desertificada, contaminada, com a biodiversidade destruída e os oceanos transformados em cemitérios. Por sua atitude de arrogância e de autossuficiência, o ser humano explorou exaustivamente a Terra herdada e a destruiu, depredou, aniquilou, tomou posse dela… Assim, não foi respeitoso para com o Criador que a ele reservou a missão de cuidar do seu jardim e de compartilhar os seus frutos. Há um clamor generalizado que emerge da realidade desafiante enfrentada pela humanidade: o planeta Terra está gravemente enfermo. As consequências trágicas estão presentes por toda parte. O desequilíbrio dos ecossistemas pode comprometer, de forma irreversível, todas as formas de vida sobre a terra. Estamos diante da “Terra crucificada”. A vida cristã significa encontro e seguimento de Jesus de Nazaré, libertador e fundamento de nossa esperança. Na realidade, a esperança cristã nasce a partir da morte de um homem simples e pobre, assassinado numa cruz, desprotegido, abandonado, condenado injustamente como um homem perigoso, porque se rebelou contra as estruturas religiosas e contra os poderosos daquele tempo. Jesus, o Justo e Santo, foi Aquele que não ficou indiferente diante da fome, da doença, da violência e da morte… Seu modo de ser, suas opções, sua liberdade diante da lei, da religião, do templo, seus encontros escandalosos com os pobres e excluídos…, desestabilizou tudo, pôs em crise as instituições e as pessoas encarregadas da religião. Jesus foi condenado como herege e subversivo, por elevar a voz contra os abusos do templo e do palácio, por colocar-se do lado dos perdedores, por ser amigo dos últimos, de todos os caídos. Tornou-se um perigo a ser eliminado. “Jesus morreu de vida”: de bondade e de esperança lúcida, de solidariedade alegre, de compaixão ousada, de liberdade arriscada, de proximidade curadora… Nesse sentido, a cruz de Jesus não é um “peso morto”; ela tem sentido porque é consequência de uma opção radical em favor do Reino. A Cruz não significa passividade e resignação; ela nasce de sua vida plena e transbordante; ela resume, concentra, radicaliza, condensa o significado de uma vida vivida por Jesus na fidelidade ao Pai que quer que todos vivam intensamente. A vida humana é fecunda, é potencialidade, é explosão de criatividade… Assim como na semente há vida latente esperando a oportunidade de expandir-se, também no ser humano encontram-se ricas possibilidades, esperando a morte do “eu mesquinho”, para se plenificarem. Alguém já teve a ousadia de afirmar que a morte é mais universal que a vida; todos morrem, mas nem todos sabem viver, porque incapazes de reinventar a vida no seu cotidiano e alimentar uma ousada esperança. Por isso, viver é uma arte; é necessário reinventar a vida no dia a dia, carregá-la de sentido. A maior perda da vida é aquilo que “resseca” dentro de cada um, enquanto vive: sonhos, criatividade, intuição, esperança. “A tragédia não é quando um ser humano morre; a tragédia é aquilo que morre dentro da pessoa enquanto ela ainda está viva” (Albert Schweitzer). Uma vida pensada sem “mortes” perde-se, no final, na total irresponsabilidade. E viver significa esvaziar-se do ego para deixar transparecer o que há de divino em seu interior. O grão de trigo que não morre apodrece e não multiplica as mil possibilidades latentes em seu interior. O “depois da vida” é um grande encontro onde seremos perguntados: “o quanto você viveu sua vida?”. Quando fazemos o percurso em direção ao Gólgota, em comunhão com Aquele que foi fiel até o fim, não estamos fazendo um ato derrotista nem de tristeza inútil, nem de mergulho na escuridão existencial. Estamos fazendo uma profissão de fé na força da esperança. Esperança é uma virtude vencedora. Quando tudo parece perdido, irremediável, destruído, ela comparece para salvar. Ela é capaz de transformar a derrota em vitória, o perigo em alívio, o desespero em alegria. A esperança é tão poderosa que consegue tirar do domínio da morte os que não veem mais razões para viver. A esperança transforma as cinzas em fênix, a cruz em sinal de vida, as lágrimas em vitória. A esperança é a última que morre, diz o jargão popular. Ela é desprezada pelos pessimistas, ameaçada pelos gananciosos, agredida pelos incrédulos. Da esperança tudo renasce, ainda que pareça impossível recomeçar. O pecado costuma bloquear a esperança, causar o desânimo e desiludir quem ia bem e de repente cai. A esperança é uma senhora que vem dar a mão àquele que se desiludiu consigo mesmo ou com a situação em que foi precipitar-se. Embora tudo pareça arruinado, há uma potência interior que não permite ao ser humano desistir de si mesmo nem dos outros. Ela recobra a energia do perdão, o ânimo para não desistir, a confiança nas pessoas, a amizade que ficou ameaçada, a fidelidade a uma causa nobre. A esperança é filha da fé, e ambas se juntam para que aconteça a caridade. Ao entrar no caminho do Calvário, mergulhamos no mar da esperança e dele saímos transformados, renovados em nosso ânimo e certos de que a morte não tem a última palavra, pois a Cruz já aponta para a Ressurreição, e aquilo que parecia não ter mais remédio encontrou vida nova. Podem nos roubar a paz, a honra, a dignidade, a saúde, a alegria, a confiança, mas não podem nos roubar a esperança, se cremos na força criativa de nós mesmos, na capacidade de reerguer do
Quinta-feira da Semana Santa

Com a liturgia da Ceia do Senhor, abrimos o Tríduo Pascal, o ápice do ano litúrgico. Na série Semana Santa Orante, veja a reflexão elaborada pelo jesuíta padre Adroaldo Palaoro, comentando o Evangelho proclamado na tarde-noite desta Quinta-Feira Santa, narrado em João 13,1-15.