Montes e montanhas: onde está nosso tesouro?

O Dia Internacional da Montanha é celebrado em 11 de dezembro. Narrativas e parábolas, tanto no Antigo e como no Novo Testamento, mostram o lugar sagrado que as montanhas ocupam em nosso espírito. Esse é nosso ponto de partida, e a jornada procura conectar questões importantes para nosso tempo. Veja o artigo da professora Marli Teresinha Everling.

Missionárias servas do Espírito Santo falam sobre os dez anos do pontificado do Papa Francisco

“Conduzido pelo Espírito Santo, Papa Francisco é um profeta, capaz de chorar por seu povo e também de falar com firmeza quando necessário. Sua coragem e sua autenticidade são virtudes que os cristãos e o mundo apreciam”, afirma a irmã Adriana da Silva, SSpS. Por ocasião dos dez anos do pontificado do Papa Francisco, celebrados em 13 de março de 2023, as irmãs missionárias servas do Espírito Santo (SSpS) manifestaram suas impressões sobre a missão de Francisco como líder da Igreja Católica. “Desde que assumiu seu pontificado, embora num contexto desafiador, mostrou ao mundo a importância da solidariedade, da esperança e do amor, por meio de documentos, cartas, discursos, catequeses e homilias”, acrescenta Ir. Adriana. De acordo com a conselheira-geral, a indiana Ir. Tressa Sebastian Nayathuda, Francisco tem marcado seu pontificado pelas virtudes da humildade, da simplicidade e da abertura. “Esses valores se tornaram visíveis quando lavou e beijou os pés de 12 pessoas, tanto mulheres como homens, na prisão, pouco depois da sua eleição como Papa”, afirmou. Irmã Hermelinda Ruschel ressalta, ainda, a grande capacidade de Francisco de se comover com o sofrimento humano causado pela guerra, pela pobreza. Ela também destaca a preocupação dele com o cuidado da natureza e enfatiza seu esforço em favorecer que as mulheres ocupem seu espaço na Igreja. “Aprecio muito a sua iniciativa de fazer ouvir a voz das mulheres na Igreja e seus esforços para realçar as contribuições delas”, declara. Para a irmã Maria Inês Aragão, o caminho da sinodalidade proposto pelo Papa Francisco é um convite a responder, de forma mais adequada, aos desafios de uma época turbulenta e conflitiva: “Como bom pastor, orienta-nos dia a dia, com lucidez”. Nascida na Indonésia, missionária no Brasil há mais de dez anos, a Ir. Theodora Illi sublinha: “Desde o início de seu pontificado, o Papa Francisco tem se mostrado sempre ao lado dos pobres e marginalizados, cheio de ternura para com os que sofrem”. Acrescenta que “embora respeite os dogmas e as doutrinas, é pela vivência do amor que ele tem chegado ao coração do povo”. “O Francisco da misericórdia e da compaixão, acolhedor e atento aos sofrimentos da pessoa. Como pastor zeloso, ensina e orienta o povo de Deus de como vier a sua fé, no concreto da vida”, diz a Ir. Hermelinda Ruschel, de Ponta Grossa-PR. Papa Francisco carrega, em seu nome, o amor pelos pobres e pela criação de Deus, segundo Ir. Juliana de Andrade. “Apesar de estar longe fisicamente, ele se faz tão próximo de nós e nos convida a sermos Igreja em saída que toca o seu povo com misericórdia.” Assista, a seguir, ao depoimento de Ir. Juliana. Dez anos de pontificado Em 2023, a Igreja Católica celebra os dez anos do pontificado do Papa Francisco, o 266º Sumo Pontífice da maior instituição de caridade do mundo, somando 1,2 bilhão de fiéis. Natural de Buenos Aires (Argentina) e eleito Papa em 13 de março de 2013, Jorge Mario Bergoglio é o primeiro Papa não europeu em mais de 1.200 anos. O Papa, ao recordar sua eleição, sempre fala, com reconhecimento e admiração, sobre o amigo brasileiro, Dom Cláudio Hummes, OFM como a inspiração primeira para o nome Francisco. “Na eleição, eu tinha ao meu lado o arcebispo emérito de São Paulo, um grande amigo. Quando a coisa começou a ficar um pouco perigosa, ele começou a me tranquilizar. E, quando os votos chegaram a dois terços, aconteceu o aplauso esperado, pois, afinal, havia sido eleito o Papa. Ele me abraçou, me beijou e disse: ‘Não se esqueça dos pobres’. Aquilo entrou na minha cabeça. Imediatamente lembrei-me de São Francisco de Assis.” É o primeiro Papa que ousa tomar para si o nome de Francisco de Assis. Assumindo sua identidade espiritual, eclesial, teológica e pastoral, torna-se reconhecido por suas encíclicas que convocam o mundo à fraternidade universal e ao cuidado da Casa Comum, e por desafiar a Igreja à saída de si para uma evangelização ampla, fundada na simplicidade, na pobreza na misericórdia. Rosa M. MartinsMestra em Jornalismo, Imagem e Entretenimento pela Fundação Cásper Líbero, licenciada em Filosofia pela Universidade Salesiana de Lorena (Unisal), bacharela em Teologia pela Pontifícia Universidade São Boaventura de Roma. É missionária scalabriniana e vive em Santo André-SP. Indicada ao Prêmio Tarso Genro de Jornalismo em 2020, foi vencedora do Prêmio Papa Francisco, categoria mestrado, do Prêmio CNBB de Comunicação com a dissertação “Menores estrangeiros não acompanhados: uma análise da representação no fotojornalismo italiano”, em 2021.

A criança é sagrada

Um dos sinais mais gritantes de que a sociedade atual perdeu o rumo e está numa profunda crise de valores é o grau de violência que sofrem as crianças. Isso vai desde os pais que somente conversam com os filhos aos gritos até o alto grau de exposição de cenas de violência e sexo que aparecem nos meios de comunicação; tudo de forma tão banal que já não nos escandalizamos e até pensamos que é normal. No entanto tudo isso vai destruindo, aos poucos, o ser da criança e ferindo profundamente sua alma, deixando sequelas para a vida futura. Se o excesso de exposição causa danos, o que dizer a respeito do abuso sexual contra a criança? O que dizer a respeito da pornografia infantil e da pedofilia? O mais triste é que a maioria dos casos de abusos são causados por pessoas próximas à criança e até da própria família. E as consequências para a vítima são devastadoras, às vezes levando até ao suicídio. Dificilmente uma pessoa que foi abusada na infância supera o trauma e consegue ter um bom relacionamento afetivo na vida adulta. As crianças são o que há de mais sagrado e precioso, e deveriam ser protegidas e cuidadas de tal forma que jamais tivessem de enfrentar tal sofrimento. Que grau de perversidade atingimos como humanidade para abrigar esse tipo de conduta? Acredito que o abuso sexual contra crianças e adolescentes é o sintoma de uma sociedade doente e que precisa ser tratada. Não apenas as pessoas que molestam as crianças, mas a sociedade como um todo, pois, de alguma forma, acoberta e compactua. Vale a pena mencionar que esse problema também está presente nas igrejas e nas instituições e, infelizmente, em nenhum lugar as crianças estão realmente seguras. Essa situação é inadmissível e exige mudanças. O Papa Francisco teve a coragem de colocar o dedo na ferida e exigir que as pessoas envolvidas nesse tipo de crime sejam denunciadas e assumam as consequências de seus atos. Em fevereiro deste ano, a Igreja Católica, atendendo à convocação do Papa Francisco, realizou um encontro profético para estudar o problema, ouvir as vítimas, dar encaminhamentos concretos para defender crianças e adolescentes, e eliminar tais abusos dentro da Igreja. O Papa recordou que “Crimes de abuso sexual ofendem Nosso Senhor, causam danos físicos, psicológicos e espirituais às vítimas e lesam a comunidade dos fiéis”. Como resultado desse encontro, recentemente o Papa Francisco publicou um documento motu proprio estabelecendo novos procedimentos para lidar com esses casos, obrigando o clero e os religiosos a denunciarem tais abusos. Essa medida visa não somente a impedir que os agressores voltem a molestar outras crianças como também acabar com a prática do acobertamento. Entre os procedimentos está a obrigatoriedade, para todas as dioceses do mundo, de, até junho de 2020, criar um sistema de atendimento no qual as pessoas que sofreram abusos possam recorrer à Igreja local, com a certeza de que serão bem acolhidas, protegidas de represálias e tratadas com a máxima seriedade. Na implantação das novas medidas, obrigatórias para o clero e para os religiosos, o Papa conta também com o apoio dos leigos, que poderão ajudar, apresentando denúncias e contribuindo com suas especialidades profissionais para oferecer apoio médico, espiritual e psicológico como também no acompanhamento dos processos de investigação. Com essas novas medidas, a Igreja está assumindo a responsabilidade por fatos ocorridos e buscando decididamente proteger crianças e vulneráveis dos abusos de poder e da violência sexual. São passos importantes, pois, de acordo com as palavras do Papa no início do documento: “Para que tais fenômenos, em todas as suas formas, não aconteçam mais, é necessária uma conversão contínua e profunda dos corações, atestada por ações concretas e eficazes que envolvam a todos na Igreja”. Irmã Ana Elídia Caffer Neves, SSpSJornalista, membro da Equipe de Comunicação Congregacional e coordenadora de Comunicação da Província Stella Matutina (BRN)

“A verdade nos tornará livres” – Papa Francisco fala sobre as Fake News

Você está navegando na internet e de repente lê que seu ator principal morreu, logo já bate um sentimento de tristeza “Poxa, gostava tanto do trabalho dele”. Aí você abre o whatsapp, conta pra alguns amigos, compartilha o post no seu facebook e faz um declaração de fã bem comovente. Passando algumas horas você vê que a notícia era falsa e você se sente o maior iludido do mundo. Já aconteceu isso com você? As “Fake News” são notícias falsas que aparentam ser verdadeiras e que tem feito milhares de vítimas e difamado pessoas e organizações. Com o aumento da frequência dessas Fake News,  Papa Francisco se pronunciou com uma mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais comemorado todo dia 5 de maio. Veja a seguir: “Queridos irmãos e irmãs! No projeto de Deus, a comunicação humana é uma modalidade essencial para viver a comunhão. Imagem e semelhança do Criador, o ser humano é capaz de expressar e compartilhar o verdadeiro, o bom e o belo. É capaz de narrar a sua própria experiência e o mundo, construindo assim a memória e a compreensão dos acontecimentos. Mas, se orgulhosamente seguir o seu egoísmo, o homem pode usar de modo distorcido a própria faculdade de comunicar, como o atestam, já nos primórdios, os episódios bíblicos dos irmãos Caim e Abel e da Torre de Babel (cf. Gn 4, 1-16; 11, 1-9). Sintoma típico de tal distorção é a alteração da verdade, tanto no plano individual como no coletivo. Se, pelo contrário, se mantiver fiel ao projeto de Deus, a comunicação torna-se lugar para exprimir a própria responsabilidade na busca da verdade e na construção do bem. Hoje, no contexto duma comunicação cada vez mais rápida e dentro dum sistema digital, assistimos ao fenômeno das «notícias falsas», as chamadas fake news: isto convida-nos a refletir, sugerindo-me dedicar esta Mensagem ao tema da verdade, como aliás já mais vezes o fizeram os meus predecessores a começar por Paulo VI (cf. Mensagem de 1972: «Os instrumentos de comunicação social ao serviço da Verdade»). Gostaria, assim, de contribuir para o esforço comum de prevenir a difusão das notícias falsas e para redescobrir o valor da profissão jornalística e a responsabilidade pessoal de cada um na comunicação da verdade”. «A verdade vos tornará livres» (Jo 8, 32) “[…]O antídoto mais radical ao vírus da falsidade é deixar-se purificar pela verdade. Na visão cristã, a verdade não é uma realidade apenas conceptual, que diz respeito ao juízo sobre as coisas, definindo-as verdadeiras ou falsas. […] O homem descobre sempre mais a verdade, quando a experimenta em si mesmo como fidelidade e fiabilidade de quem o ama. Só isto liberta o homem: «A verdade vos tornará livres»(Jo 8, 32). Libertação da falsidade e busca do relacionamento: eis aqui os dois ingredientes que não podem faltar, para que as nossas palavras e os nossos gestos sejam verdadeiros, autênticos e fiáveis. Para discernir a verdade, é preciso examinar aquilo que favorece a comunhão e promove o bem e aquilo que, ao invés, tende a isolar, dividir e contrapor. Por isso, a verdade não se alcança autenticamente quando é imposta como algo de extrínseco e impessoal; mas brota de relações livres entre as pessoas, na escuta recíproca […]”. E no final encerrou com a seguinte oração franciscana: “Senhor, fazei de nós instrumentos da vossa paz. Fazei-nos reconhecer o mal que se insinua em uma comunicação que não cria comunhão. Tornai-nos capazes de tirar o veneno dos nossos juízos. Ajudai-nos a falar dos outros como de irmãos e irmãs. Vós sois fiel e digno de confiança; fazei que as nossas palavras sejam sementes de bem para o mundo: onde houver rumor, fazei que pratiquemos a escuta; onde houver confusão, fazei que inspiremos harmonia; onde houver ambiguidade, fazei que levemos clareza; onde houver exclusão, fazei que levemos partilha; onde houver sensacionalismo, fazei que usemos sobriedade; onde houver superficialidade, fazei que ponhamos interrogativos verdadeiros; onde houver preconceitos, fazei que despertemos confiança; onde houver agressividade, fazei que levemos respeito; onde houver falsidade, fazei que levemos verdade. Amen”. Veja todo o discurso do Papa Francisco sobre as Fake News aqui. E caso você tenha dúvidas em saber se a notícia é confiável, veja esse infográfico e aprenda a indentificar:

Sínodo dos Bispos discutirá sobre os desafios atuais da juventude

O Sínodo dos Bispos, um evento que discute diversos temas católicos, neste ano de 2018 vai ser dedicado totalmente para tratar dos problemas relacionados à juventude. Com as novas tecnologias, os jovens tem mergulhado neste mundo e se distanciado da igreja e de Cristo e, isso preocupa Papa Francisco. No mês passado, Papa Francisco reuniu cerca de 300 jovens do mundo inteiro, de várias religiões e também não crentes, para uma reunião que foi uma prévia dos assuntos que serão tratadas no próximo Sínodo. Além destes jovens, outros 15 mil participaram, dando suas opiniões através de grupos pela internet. O evento aconteceu entre os dias 19 e 24 de março, no Vaticano. Em sua primeira intervenção, Papa Francisco ressaltou que: “Não basta trocar algumas mensagens ou partilhar fotos simpáticas, os jovens têm de ser levados a sério!” e destacou uma atenção especial ao discernimento vocacional para ajudar os jovens a descobrir a verdadeira alegria de cada um. O Vaticano recebeu cerca de 221 mil respostas no formulário disponibilizado pela internet e está apurando os resultados para o evento do Sínodos dos Bispos. O Sínodo acontecerá em outubro e terá como tema “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”. Para saber mais sobre o Sínodo, visite: www.synod2018.va ou https://www.facebook.com/synod2018.

Papa Francisco reza por discernimento Espiritual – O vídeo do Papa

São tantos afazeres, tanto trabalho, tanta diversão e tanto barulho em nossa vida, que dificilmente paramos para silenciar o nosso coração e ouvir a voz de Deus. Por isso, neste mês de março, Papa Francisco enxerga a urgência na formação para o discernimento espiritual, e nos convida a focarmos nossas orações neste propósito. “Precisamos ‘ler a partir de dentro’ o que o Senhor nos pede, para viver no amor e ser continuadores desta sua missão de amor. O tempo em que vivemos exige de nós desenvolver uma profunda capacidade de discernimento… Discernir, entre todas as vozes, qual é a voz do Senhor, qual é a voz d’Ele, que nos conduz à Ressurreição, à Vida, e a voz que nos livra de cair na ‘cultura da morte’”.  

O vídeo do Papa: A corrupção não se combate com silêncio

Cansado e perplexo com a expansão da corrupção pelo mundo, Papa Francisco nos convida a romper o silêncio e delatar a deturpação que vai contra a justiça: “Devemos falar dela (corrupção), denunciar seus males, compreendê-la para poder mostrar a vontade de reivindicar a misericórdia sobre a mesquinhez” .  Assista o vídeo agora e una-se em oração com a gente.

Papa Francisco pede oração pelas minorias

Ser minoria é bem difícil não é? Por isso o Papa Francisco pede oração pelos cristãos na Ásia, onde a religião cristã é uma das que tem menos adeptos. “Peçamos por todos eles para que, nos países asiáticos, os cristãos, bem como as outras minorias religiosas, possam viver sua fé com toda liberdade”, Papa Francisco. Além de serem minoria na Ásia, os cristãos enfrentam perseguições e afrontas, tendo que se esconderem para praticarem sua fé e até mesmo lerem a Bíblia. Vamos rezar por eles juntamente com o Papa Francisco?

Idosos são priorizados pelo Papa Francisco – Vídeo do Papa

As pessoas idosas tem bastante experiência de vida e por isso dão os melhores conselhos. Já notou isso? Gaste tempo com pessoas mais velhas, como os seus avós, parentes de seus pais e até aquele tiozinho que mora na sua rua que varre a calçada todo dia de manhã. Por trás das rugas e do cabelo branco, há muito sabedoria para se compartilhada. E não se esqueça de rezar por eles porque, com a idade, vem os problemas de saúde, a solidão, o preconceito… Aliás, essa é a sugestão de oração do Papa Francisco para o mês de dezembro: “rezar pelos idosos”. Assista o Vídeo do Papa e saiba mais sobre isto:

Testemunhar o evangelho na Ásia é o novo convite do Papa Francisco

Comemorado em 21 de outubro, o Dia do Ecumenismo foi o tema que deu inspiração para a intenção de orações do Papa Francisco para o mês de novembro. Ele nos convida neste mês para rezarmos pelos cristãos da Ásia, para que se favoreçam o diálogo, a paz e a compreensão mútua, especialmente com aqueles que pertencem a outras religiões. Em muitos países deste continente as igrejas cristãs são jovens e, embora estejam crescendo rapidamente, elas tem enfrentado muitas dificuldades, devido à perseguição religiosa. O Santo Papa possui uma visão abrangente quando se trata de ecumenismo: ele procura unir e receber todas as religiões para promover a união das pessoas. Em 11/2016, durante um Conselho para a Promoção da Unidade em Cristo, ele declarou “Deve-se recordar que, quando caminhamos juntos, nos sentimos como irmãos: rezamos juntos, colaboramos no anúncio do Evangelho e no serviço aos unidos… Todas as diferenças teológicas e eclesiológicas que dividiram os cristãos serão superadas ao longo deste caminho. Não sabemos como e quando, mas ocorrerá segundo o que o Espírito Santo queira sugerir pelo bem da Igreja”. Vamos orar junto com o Papa?

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