Comunhão com os outros: Católicos e outras religiões – Pode?

Estamos vivendo um momento nunca antes visto pela humanidade, estamos numa era onde todos estão se comunicando mais do que nunca. Mas, infelizmente, também tem crescido o ódio e a intolerância contra as pessoas que pensam diferente, têm uma fé diferente ou simplesmente porque nasceram em um país cjua língua e cultura são diferentes. Diante disso, no seu esforço de alargar o “círculo da comunhão” e superar o que cria divisão e violência, a Congregação definiu o ano de 2018  como o Ano da Comunhão com os outros. Para nós, a Comunhão com os outros é um conceito amplo que abrange a diversidade cultural e religiosa do povo de Deus através do diálogo e do testemunho de vida. Hoje, mais do que nunca, nossa missão assume cada vez mais a forma de diálogo, encontro e colaboração. Nosso 14º Capítulo Geral indica isso: “Somos chamados a unir as mãos a todos aqueles que são inspirados pelo mesmo Espírito, como os nossos parceiros leigos na missão e aqueles que pertencem a outras organizações, culturas e religiões. Nós reverentemente entramos em um diálogo de vida e ação com pessoas de outras crenças. Utilizamos de forma criativa e responsável as mídias sociais e a tecnologia moderna para compartilhar a Boa Nova do amor de Deus. O tema deste ano é: Construindo Pontes da Amizade”. E dentro do tema da Comunhão com os outros podemos falar de vários assuntos e, o que escolhemos hoje é a Comunhão entre as religiões. Te convido a conhecer as principais religiões do mundo: 1 – Cristianismo: A religião cristã surgiu na região da atual Palestina no século I. De acordo com a fé cristã, Deus mandou ao mundo seu filho para ser o salvador dos homens. Jesus foi o próprio Deus encarnado, que morreu na cruz para redimir nossos pecados. A base do cristianismo, ensinado por Jesus, tem como fundamentos principais: amar a Deus sobre todas as coisas e amar ao próximo como a si mesmo. Existem cerca de 2,2 bilhões de cristãos no mundo. 2 – Espiritismo: Criado por Allan Kardec, o Espiritismo surgiu na França no século XIX e consiste numa doutrina religiosa, filosófica e científica, cuja principal crença gira em torno da constante evolução espiritual do ser humano, através das reencarnações. A caridade, a reencarnação e o carma são os princípios básicos do espiritismo. Acredita-se que exista cerca de 13 milhões de adeptos do mundo inteiro. 3 – Judaísmo: O judaísmo é a religião monoteísta mais antiga do mundo. Originou-se por volta do século XVIII a.C., quando Deus mandou Abraão procurar a terra prometida. Os judeus acreditam que Jeová, seja o criador do universo, um ser onipresente, onipotente e onisciente, que influencia todo o universo e tem uma relação especial com seu povo. Estima-se cerca de 15 milhões de adeptos. 4 – Budismo: Originário da Índia, o Budismo, além de ser uma religião, também é um sistema ético e filosófico. Foi criado por Buda em torno de 563 a.C. No budismo, os sofrimentos da vida são resultados das ações da vida passada. Sendo assim, a pessoa tende a reencarnar diversas vezes após a morte até atingir o estado de pureza espiritual completo, chamado de nirvana. Os princípio dessa religião consiste em respeitar a vida, viver honestamente e evoluir sempre. Atualmente existem cerca de 376 milhões de adeptos em todo o mundo. 5 – Islamismo: O Islamismo é uma religião monoteísta, revelada pelo profeta Maomé, em 570 d.C. A expressão ‘islã’ representa ‘submissão’ e traduz a obediência às regras e aos desejos de Alá. Os que seguem esta doutrina são conhecidos como muçulmanos. Seus principais ensinamentos são a onipotência de Deus e a necessidade de bondade, generosidade e justiça nas relações entre os seres humanos. São estimados aproximadamente 1,6 bilhões de adeptos em todo o mundo. 6 – Sikhismo: Fundada pelo Guru Baba Nanak no século XVI, o Sikhismo é um religião monoteísta, baseada nos ensinamentos de Nanak. Ele acreditava em um ser supremo e que todas as religiões utilizam nomes diferentes para a mesma divindade. Seu princípios são: Tratar todos igualmente, ser generosos com os pobres, trabalhar duro, viver honestamente e manter Deus na cabeça e no coração o tempo todo. São aproximadamente 20 milhões de adeptos em todo o mundo.   7 – Hinduísmo: Baseado nos textos Vedas, o hinduísmo abrange tradições, crenças, seitas e variações de várias culturas, que não tem uma doutrina única ou escritura. Surgiu há cerca de 3 mil anos e é uma religião politeísta, com cerca de 330 mil divindades. Eles acreditam que o nascimento de uma pessoa dentro de uma casta (status na sociedade) é resultado de ações produzidas nas vidas passadas. São aproximadamente 900 milhões de adeptos em todo o mundo. 8 – Religião Tradicional Chinesa: Os adeptos da religião tradicional chinesa misturam credos e práticas de diferentes doutrinas, como o Confucionismo, o Taoísmo, o Budismo e outras religiões menores. Com mais de 400 milhões de adeptos, eles representam cerca de 6% da população mundial.   Por que conhecer as outras religiões? Tem muita gente que acha que é perigoso perder a própria fé quando se estuda outras religiões. Mas isso não é verdade. Só perde a fé quem realmente não está firme ou não conhece sua própria religião. De qualquer forma, conhecer outras religiões não significa mudar de religião, mas entender como é a fé de outras pessoas para poder respeitá-las mais e até mesmo aprender seus valores e novas maneiras de lidar com a realidade humana. Além disso, quanto mais informação você tem sobre um assunto, melhor a chance de falar dele sem dizer bobagem, não é mesmo? Sem falar que quando você mantém a mente aberta, você fica livre de preconceitos, respeita mais a opinião do outro e ainda pode aprender muito com ele. O conhecimento traz paz para as relações. Conte pra nós nos comentários qual é a sua religião e o que você pensa sobre isso.

Quer 2018 melhor? Então faça agora o seu Checklist de Gratidão

“Como posso retribuir ao Senhor toda a sua bondade para comigo?” Salmos 116,12 Como foi 2017 para você? Normalmente nossa tendência é olhar para trás e pensar em todas as coisas que a gente quis e não conquistou… ou lembrar dos fatos tristes. Parece que somos programados para ver apenas nossas perdas e frustrações, não é mesmo? Pois está na hora de mudar nossas crenças! Segundo especialistas, ao contrário da insatisfação, o estado de gratidão aumenta nossa alegria e inclusive nossa capacidade para conquistar nossos desejos. Sim, gratidão traz mais prosperidade. Isto porque é neste estado de ânimo que nossa criatividade e alegria aumentam e, com isso, temos mais ideias, buscamos mais soluções e inclusive produzimos mais. A chave é descobrir a riqueza que já temos, seja material ou não. Por isso preparamos este checklist de gratidão: uma lista que fizemos para você lembrar de todas as coisas boas que podem ter acontecido com você. Englobamos aqui desde fatos do mundo até feitos da sua vida pessoal. Tudo vale para lembrar o quão Deus é generoso conosco e com o mundo. Checklist da Gratidão 2017 Meu país está em paz A crise econômica não afetou a minha empresa Ajudei alguma pessoa Continuei no meu emprego Consegui um novo emprego O surto de febre amarela não chegou na minha cidade Li a coluna do Jornal Folha de S. Paulo chamada “Dias Melhores”, só com notícias boas Tenho saúde Melhorei de uma doença Passei o Natal com a minha família Conclui o ensino médio Comecei a faculdade Conclui a faculdade Me casei Comecei a namorar Saí com os amigos Fiz um trabalho voluntário Adotei um animal Ajudei uma instituição de caridade Viajei Tirei férias Fiz um curso Visitei alguém no hospital Comprei 10 peças de roupas Fiz novos amigos Emagreci Nenhum parente meu faleceu Doei sangue Comi no meu restaurante preferido Fiz um dueto Aprendi algo novo Ensinei algo pra alguém Comecei a tocar um instrumento novo Fui pra praia Dei risada até passar mal Tive uma oração respondida Não trabalhei na emenda do feriado Ouvi minha música preferida pelo menos 10 vezes Dormi até tarde Dei um conselho a alguém Recebi um conselho que me ajudou muito Encontrei alguém que não via há mais de 1 ano Achei dinheiro na rua Li mais de três livros Passei tempo com meus pais Fiz as pazes com alguém Fiz um esporte que gosto Comecei um novo hobbie Terminei um seriado Senti Deus perto de mim Vi o quanto era feliz! Quantos itens você marcou? Conte para nós nos comentários e compartilhe esta felicidade.

Conheça as 10 lições mais importantes de Jesus

Entre todas as lições lindas e marcantes que Jesus nos ensinou, reunimos as 10 que consideramos mais importantes para você ler, guardar e praticar. O sofrimento de hoje será dádiva amanhã  Bem-aventurados os que choram, pois serão consolados. Mateus 5:4 Em Mateus 5, Jesus deixou uma série de mensagens para te reconfortar e animar nos dias difíceis. Para cada situação, uma condição diferente. Essa passagem bíblica vai te dar o maior gás para você se fortalecer e seguir em frente. Sem mais spoilers, leia o resto aqui. Fazemos parte de uma família onde todos somos irmãos Já reparou como na igreja nos cumprimentamos como irmãos e irmãs? Não é porque somos filhos do mesmo pai e da mesma mãe, mas porque o sangue de Jesus nos uniu para sermos uma grande família. Se precisar de algo, não hesite em chamar eles, da mesma forma, ajude a todos os que precisarem. Amar é fundamental Com certeza a lição mais importante de Jesus nos ensinou: O amor! Jesus nos ama tanto, que veio neste mundo para morrer por nós para que tivéssemos salvação. E ninguém está de fora desta, o amor Dele é para todos. E além do amor de Deus, Jesus nos ensinou o amor fraternal, o amor que você deve ter por seus amigos e inimigos. Ninguém é melhor que ninguém Naquela época em que Jesus vivia, existia um monte de regrinhas de moral que faziam as pessoas serem preconceituosas. Mas Jesus não se importava com isso, pelo contrário, sua prioridade eram as pessoas que ninguém queria saber. Alguns exemplos: Jesus oferece a ‘água da vida’ a uma samaritana: Homens não podiam falar com mulheres que estavam sozinhas e ainda mais de um povo inimigo do seu. Jesus come na casa de Zaqueu, o publicano: Zaqueu era um cobrador de impostos corrupto e Jesus foi jantar com ele. Jesus impede que uma mulher adúltera seja apedrejada: Jesus foi criticado aos montes por impedir que as pessoas matassem uma mulher que cometeu um pecado/crime de adultério. Esses são alguns exemplos que encontramos na Bíblia, se você ler, encontrará muito mais. Existe justiça divina “Deus é justo”, uma frase que sem dúvida você deve ter ouvido falar muito. E se Deus é justo, não precisamos fazer justiça com nossas próprias mãos. Ele cuida de nossas causas, ainda que demore, ele fará justiça. “Não explore os pobres por serem pobres, nem oprima os necessitados no tribunal, pois o Senhor será o advogado deles e despojará da vida os que os despojarem.“ Provérbios 22:22-23  O contentamento está em Deus, não nas riquezas Pagar impostos, não sermos gananciosos e a ajudarmos os pobres são alguns conselhos que Ele dá quando o assunto é dinheiro. Porém, o mais importante é que ele não seja o centro de nossa vida, pois, se isso acontecer, estará ocupando o lugar de Deus. “Não acumulem para vocês tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem destroem e onde os ladrões arrombam e furtam. Mas acumulem para vocês tesouros nos céus, onde a traça e a ferrugem não destroem e onde os ladrões não arrombam nem furtam. Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração.”  Mateus 6:19-21 “Ordene aos que são ricos no presente mundo que não sejam arrogantes, nem ponham sua esperança na incerteza da riqueza, mas em Deus, que de tudo nos provê ricamente, para a nossa satisfação.” 1 Timóteo 6:17 “Quem ama o dinheiro jamais terá o suficiente; quem ama as riquezas jamais ficará satisfeito com os seus rendimentos.” Eclesiastes 5:10 Não nos cabe julgar a justiça de Deus “Os primeiros serão os últimos”. Olha você aí citando a Bíblia e nem sabia… Todo mundo pensa que esse é um ditado popular, mas na verdade é um verso da Bíblia. Em Mateus 20 , Jesus fala das recompensas do Reino dos Céus com a parábola dos trabalhadores de uma vinha que se sentem indignados por serem igualmente pagos tanto os que trabalharam todo o dia quanto os que só o fizeram por algumas horas. Esta é uma história que ensina que só a Deus cabe avaliar a fidelidade dos seus e que a resposta ao chamado de Deus, quando idêntica, será identicamente recompensada. É preciso estar sempre alerta Mateus 25 traz a parábola das 10 virgens, uma história muito conhecida entre os cristãos, que conta que 10 mulheres estavam esperando o noivo e pegaram no sono. Quando o noivo veio, somente cinco conseguiram ir para o casamento. Que aflição, hein? Esta é uma história sobre estar preparado sempre. Leia por completo aqui É preciso perdoar para ser perdoado Essa aqui é faca na caveira. Sabe aquela pessoa que apronta com você e pisa na bola toda hora? Perdoe-a. Sabemos que é muito difícil, mas Jesus ensinou que Deus nos perdoa quando perdoarmos os outros. “Sejam misericordiosos, assim como o Pai de vocês é misericordioso”. “Não julguem, e vocês não serão julgados. Não condenem, e não serão condenados. Perdoem, e serão perdoados.” Lucas 6:36,37 Antes de rodar a baiana com aquela pessoa, pense duas vezes sobre a misericórdia.  Você nunca está sozinho “E eu pedirei ao Pai, e ele lhes dará outro Conselheiro para estar com vocês para sempre, o Espírito da verdade.” João 14:16,17 Jesus enviou o Espírito Santo para estar presente em todos os momentos com você. Não fisicamente, mas espiritualmente. Ele fez isso porque sabia que teríamos dias difíceis. Se quiser sentí-lo, basta fazer uma oração. Ele vai te ajudar a tomar boas decisões e te consolar.

10 tipos de católicos que encontramos em toda paróquia

Na Igreja todos somos diferentes. Cada um, com sua personalidade particular, traz algo muito importante ao povo de Deus e merece ser respeitado por isso. Porém, há alguns tipos de pessoas parecidas em todas as paróquias… como se tivessem sido clonados! Selecionamos aqui 10 destes tipos de católicos. Será que você se identifica com algum? 1) O animado É a alma festiva dos grupos e movimentos na paróquia, porque é o especialista em alegrar todo mundo com seu bom humor. Conhece todas as dinâmicas, dancinhas e coreografias que possam existir e é o mestre de cerimônias de todos os bingos paroquiais (porque nunca cobra).   2) O apologista Esta pessoa passa horas lendo artigos sobre apologética católica (defesa da fé). Têm em sua biblioteca todos os livros de Scott Hahn e G. K. Chesterton. Seu herói é o Padre Paulo Ricardo. Se tem alguma dúvida sobre a fé, pode perguntar a ele, pois sempre terá uma resposta.   3) O músico Ele é um amante da música, por natureza, toca guitarra, baixo, bateria, e canta (ou pelo menos tenta). Tem no celular todas as músicas da Adriana, Davidson Silva, Missionário Shalom, Adoração e Vida… É o primeiro a interessar-se quando um cantor católico visita sua cidade e seu sonho sempre foi cantar na paróquia.   4) O biblista Este é um dos tipos mais geniais que encontramos na Igreja. Tem na ponta da língua o versículo bíblico preciso para toda ocasião e lê a Bíblia todo o tempo. Seus maiores passatempos são a Lectio Divina e mandar a liturgia diária por whatsapp.   5) O fã clube do Papa Francisco Estes realmente amam Papa Francisco. Seu papel de parede do computador é o Papa, leram todas as suas encíclicas e livros, e querem que ele seja declarado Doutor da Igreja… em vida!   6) O convertido Todos amamos os convertidos ao catolicismo! São pessoas que na verdade amam tudo na Igreja e são como pequenas crianças ansiosas por conhecer mais e mais sobre nossos costumes. Seu melhor amigo é o apologista.   7) O liturgista É muito perfeccionista quanto as regras que devem ser observadas durante a liturgia. No seu tempo livre geralmente lê e relê o Missal Romano; se sente no céu quando a Missa é celebrada em latim e é devoto de São Pio X. Também tem um grande sonho: ir a uma Missa Tridentina e tirar uma selfie com Monsenhor Guido Marini.   8) O demonologista Este já viu todos os vídeos sobre exorcismo que encontrou na internet e é um firme inimigo de Halloween. Seu livro favorito é a Summa Daemoniaca do Padre Fortea.  Se o bicho pegar, já sabem quem chamar.   9) O carisminha É aquele que vê pecado em tudo. Caminha como se estivesse flutuando, anda com a cabeça reclinada parecendo um ícone. E quase nunca se diverte, pois acha que diversão também é pecado.   10) O mundano Esse é o oposto do carisminha. Enquanto um vive no mundo espiritual, esse acha que nada é pecado. É o famoso cristão Raimundo, vive com um pé na Igreja e o outro no mundo. E se alguém o exorta, diz que isso é carismice. Frequentemente confunde santidade com alienação. Fonte: http://pt.churchpop.com/10-tipos-de-catolicos-que-encontramos-em-toda-paroquia/

Infográfico: Como ser uma irmã SSpS

Pra você que tem dúvidas sobre como é o processo para virar uma irmã missionária Serva do Espírito Santo, veja este infográfico. Aqui você tem o passo a passo pra se tornar uma irmã SSpS, bem como pode saber mais sobre a gente. No final, se ainda tiver alguma dúvida, comenta aí em baixo que nós esclarecemos. Se você tem interesse em fazer parte da nossa missão sendo uma irmã ou conhecendo mais sobre nosso trabalho, clique aqui. Estaremos entrando em contato com você 🙂  

Mythbuster da fé: Conheça os 7 mitos DETONADOS da vida religiosa

Todo mundo já ouviu falar sobre o modo santo como as irmãs e irmãos procuram viver, não é? Mas será mesmo que a vida deles e delas é como a gente imagina? Pois a gente resolveu dar uma de ‘mythbuster da fé’ e foi perguntar às nossas irmãs como é de fato a sua vida consagrada. Pasme: a vida delas é mais parecida com a nossa do que julga nossa vã filosofia. Conheça aqui os 7 mitos que detonamos sobre a vida religiosa: 1 – Irmã não precisa trabalhar: De acordo com o dicionário, trabalho é um conjunto de atividades realizadas, é o esforço feito por indivíduos, com o objetivo de atingir uma meta. Toda irmã faz alguma atividade na congregação, algumas fazem seu trabalho missionário em hospitais, outras na comunidade, outras com o serviço da casa, outras com serviços administrativos. Nenhuma irmã fica de boa assistindo sessão da tarde todos os dias, todas desenvolvem ação voltada para a missão. 2 – Irmã só reza: Gente, qual é o problema de rezar??? Irmã reza sim, mas não o tempo todo. Cada irmã tem sua rotina, assim como qualquer outra pessoa. A irmã estuda, trabalha, faz suas refeições, e faz suas atividades religiosas todos os dias, que incluem rezas e leitura da Bíblia. Madre Josefa, a fundadora da Congregação das Servas do Espírito Santo dizia: “Não sei se rezo muito, mas rezo a todo instante”. Isso significa que qualquer ação realizada com amor é no fundo uma oração. 3 – Irmã só pode usar hábito: O hábito é aquela vestimenta comprida onde só aparece o rosto e a mãos das irmãs, adotada há muitos anos pelas religiosas, (falamos sobre isso neste post) , mas hoje, depois da mudança de regras no Concílio Vaticano, as irmãs estão liberadas a usarem roupas comuns como calças e até acessórios. Essa não é uma regra geral, algumas congregações ainda usam hábito, obrigatoriamente. Na nossa congregação é opcional. 4 – Toda irmã é mal amada: kkkk, essa aqui é uma das mais engraçadas que eu já ouvimos falar, na qual a irmã só virou freira porque não teve sucesso na vida amorosa. Para ser irmã, precisa ter vocação, precisa ter um amor incondicional por Deus e pela missão. Se a pessoa não tiver isso, é bem provável que ela pare no meio do caminho. Experiências ruins todos(as) nós  temos, mas isso não determina se você vai ser um(a) religioso(a). 5 – Irmã não bebe: É comum ver em reuniões sociais ou em festas onde as irmãs estão presentes, bebidas alcóolicas como cervejas e vinhos, e isso tem espantado muitas pessoas, mas vamos com calma, nenhuma irmã vai dar PT. A Bíblia recomenda em Efésios 5, 18 para não se embriagar, então as irmãs (e todos nós) podem beber, desde que seja com moderação e consciência. No evangelho vamos encontrar algumas passagens onde Jesus fala do vinho como sinal da alegria, como por exemplo, nas bodas de Caná. 6 – Irmã não tem vida social: Já falamos que irmã é uma pessoa normal né? Com exceção das irmãs de vida contemplativa que sempre vivem em seus conventos, as irmãs das demais congregações podem e devem sair. A vida religiosa não isola ninguém, pelo contrário, ela incentiva conhecer e fazer amizades com outras pessoas que não são de seu convívio. Então, não seja tímido(a), pode pedir o face daquela irmã que você conheceu. 7 – Irmã precisa ser virgem: Ser virgem não é uma regra para entrar para a vida religiosa. No entanto, uma vez que a pessoa decide livremente por esta vocação, ela deve permanecer solteira e renunciar a um relacionamento exclusivo. Em algumas congregações é até permitido o ingresso de viúvas.

Como reconectar os jovens de hoje à espiritualidade

Como pode o jovem manter pura a sua conduta? Vivendo de acordo com a tua palavra. Salmos 119.9 Apesar do Brasil ser um país onde a maioria dos jovens é católica, muitas vezes esses jovens não possuem uma vida ativa na Igreja e não seguem uma disciplina espiritual. Pudera: bombardeados por um mundo inteiro de distrações materialistas e consumistas ditadas pela grande mídia, que chance a espiritualidade pode encontrar para se desenvolver entre eles? Apesar de toda resistência contrária, porém, vale insistir em práticas que podem reconectar os jovens de hoje à espiritualidade.  Além dos benefícios naturais sobre a fé e esperança, ter uma disciplina espiritual ajuda o jovem no controle de suas emoções e nas importantes escolhas para sua vida. Veja abaixo algumas atitudes que podem fazer a espiritualidade aflorar na vida de um jovem: Rezar: Rezar pelo menos uma oração ao dia. Falar com Deus sobre os acontecimentos da vida, ajuda a entender melhor os sentimentos e a se sentir fortalecido e reconfortado para lidar com conflitos e dúvidas. Ler a Bíblia: Ler pelo menos um capítulo da Bíblia por dia. Conhecer mais sobre Deus e se inspirar pelo exemplo de outros personagens bíblicos, ensinarão muito sobre sua vida e o que fazer em momentos difíceis. Se envolva com a igreja: Participar de grupos de pastorais e ensino mostram o quanto o pertencimento a um grupo fortalece a própria identidade. Faça retiros: Os retiros nos aproximam mais das pessoas que querem uma vida santa e consequentemente, mais de Deus.

7 atitudes santas para cada dia da Semana Santa

A Semana Santa ou Semana da Paixão, começa no dia 9 de abril (Domingo de Ramos) e termina em 15 de abril. É a semana em que nós, católicos, celebramos a Paixão, a Morte e a Ressurreição de Jesus Cristo. A memória da paixão, morte e ressurreição de Jesus que vivemos está descrita em Mateus capítulos 21-27; Marcos capítulos 11-15; Lucas capítulos 19-23 e João capítulos 12-19. Convidamos a todos a praticar uma atitude santa para cada grande acontecimento descrito na Bíblia e celebrarmos em nossas vidas a morte e ressurreição de Jesus. 1. Jesus purificou o Templo pela segunda vez O dicionário diz que a palavra purificar significa: purificar o ar, os metais; livrar de manchas morais; purificar o coração. Separe um momento para refletir, o que em sua vida precisa ser “purificado/limpo”? Há alguma atitude errada que você pratica ou praticou que mancha sua moral? Pense nessas coisas e as conserte. 2. Jesus falou sobre o fim dos tempos e a segunda vinda, no Monte das Oliveiras O fim dos tempos é um assunto que as pessoas dificilmente pensam, porque não se preocupam ou porque as deixam com medo. Reflita por um momento em como sua vida anda e qual lugar isto te levaria. O seu fim é ruim? Reze para que Deus te ajude a fazer as escolhas certas. 3. Jesus realizou a última ceia com os discípulos Na última ceia, Jesus se reuniu com os discípulos para comer o pão e beber o vinho, um ato que traz a lembrança do corpo e do sangue de Jesus, que seria sacrificado em favor da humanidade. Convide alguns amigos para ir a sua casa e prepare uma refeição na qual vocês possam dividir este momento e reviver esta memória. 4. Jesus rezou no Getsêmani enquanto esperava que a Sua hora chegasse No Getsêmani, Jesus rezou a Deus pelas aflições que angustiavam sua alma. O que tem te angustiado e tirado sua paz? Reserve um momento do seu dia e conte ao Pai tudo aquilo que te aflige. 5. Jesus foi traído e levado a julgamento Ser traído, além de nos trazer um grande sentimento de tristeza e decepção, pode trazer outros acontecimentos que são consequência do ato da traição, como abandono, doença e etc. Pare e pense em pessoas que te fizeram mal e te decepcionaram, reze para que seu coração e sua mente sejam livres desse sentimento, esta ação trará muita paz a sua vida. 6. Jesus é morto na cruz Jesus morreu para que nossos pecados fossem perdoados. Tire um tempo para refletir sobre esse grande ato de amor pela sua vida. Converse com Deus, agradecendo pela sua bondade e misericórdia. 7. Jesus ressuscitou A morte traz o fim de nossas esperanças, como a morte de Jesus nos trouxe tristeza e desamparo. Peça a Deus que tudo aquilo que um dia morreu, seus sonhos e metas para a sua realização pessoal, renasçam e voltem a ser algo que você possa conquistar.

8 Curiosidades que você precisa saber sobre a Bíblia

A Bíblia é considerada o livro mais lido, traduzido e distribuído de todos os tempos, podendo ser encontrado em mais de 2.000 línguas e dialetos diferentes, dos 3.000 falados no mundo. A lista com os livros mais vendidos da história colocam a Bíblia no primeiro lugar com quase 6 bilhões de cópias vendidas (número estimado), uma quantidade sete vezes maior que o número de cópias do 2º colocado da lista dos livros mais vendidos. No Brasil, 11 milhões de Bíblias são vendidas por ano. Porém, por maior que seja a sua influência e popularidade no mundo, há fatos sobre a Bíblia que talvez você não conheça. Separamos aqui alguns deles. Será que você já sabe de tudo isto? Reconhecida como obra de inspiração divina, a Bíblia foi escrita por mais de 40 autores, entre Escribas, Sacerdotes, Reis, Profetas e Poetas (2Tm 3.16; 2Pe 1.20,21) que a escreveram num período aproximado de 1.500 anos. As partes mais antigas das Escrituras encontradas são um pergaminho de Isaías em hebraico do segundo século aC, descoberto em 1947 nas cavernas do Mar Morto e um pequeno papiro contendo parte do Livro de João 18.31-33,37,38 datados do segundo século dC. O termo Bíblia tem origem no grego “Biblos” (“rolo” ou “livro “) e somente foi usado a partir do ano 200 dC pelos cristãos. A Bíblia em sua forma original é desprovida das divisões de capítulos e versículos. Para facilitar sua leitura e localização de “citações” o Prof. Stephen Langton, no ano de 1227 dC a dividiu em capítulos. Até o ano de 1551 dC também não existia a divisão denominada versículo. Neste ano o Sr. Robert Stephanus chegou a conclusão da necessidade de uma subdivisão e agrupou os texto em versículos. A Bíblia foi o primeiro livro da história a ser impresso, por Johannes Gutenberg. Até a invenção da gráfica por Gutenberg, a Bíblia era um livro extremamente raro e caro, pois eram todos feitos artesanalmente (manuscritos) e poucos tinham acesso às Escrituras. O povo de língua portuguesa só começaram a ter acesso à Bíblia de uma forma mais econômica a partir do ano de 1748 dC, quando foi impressa a primeira Bíblia em português, uma tradução feita a partir da “Vulgata Latina”.  

5 passos para rezar com a Bíblia

Como rezar com a Bíblia? Esta pergunta pode ser respondida com 5 passos: leitura, meditação, oração, contemplação e ação.   Este é um método já vivido pelos Padres da Igreja nos primeiros séculos do cristianismo, particularmente pelos primeiros monges, no século III. É conhecido pelo nome latino de “lectio divina”, “leitura divina” ou “leitura do sagrado”. Atualmente, a Livraria Editora Vaticana e a Sociedade Bíblica Americana (realidade ecumênica dedicada a traduzir e distribuir a Bíblia) publicaram um manual para que todo cristão possa rezar com a Bíblia, subindo 5 “degraus”. O manual se intitula “Rezar com a Bíblia – meditar com a Bíblia” e foi escrito pelo Pe. Gabriel Mestre. Estes são os 5 passos propostos pelo livro para aprender a rezar com a Bíblia: 1. Leitura O manual propõe que o momento da leitura sagrada dure pelo menos 20 minutos. O ideal seriam cerca de 50 minutos. O lugar deve ser o mais tranquilo possível, longe do celular, do computador ou da televisão. Uma igreja, nos momentos em que não há celebrações, é um dos lugares mais apropriados. Fazer a leitura orante da Bíblia na tranquilidade da natureza também é uma boa opção. A leitura começa com a invocação do Espírito Santo, pois “não vamos estudar história, nem ler o texto sagrado por curiosidade”, explica o manual. “O mesmo Espírito Santo que inspirou os autores sagrados está hoje no nosso coração para que possamos ler a Bíblia como Palavra de Deus para nós.” A pergunta que guia o primeiro passo é: “O que o texto diz?”. Outras perguntas podem ajudar: “Qual é o seu propósito ou finalidade? O que ele afirma? O que nega? O que questiona? O que motiva a fazer? O que critica?” etc. A manual sugere que sejam feitas “duas ou três leituras do texto bíblico; talvez uma em voz alta, outra em silêncio”. Esta leitura também pode ser feita em grupo ou comunidade. 2. Meditação A pergunta que guia a meditação é: “O que o texto está me dizendo?”. “À luz da Palavra, poderemos comprovar os aspectos positivos da nossa vida cristã; captaremos também nossos defeitos e pecados. De alguma forma, o degrau da meditação é como um exame de consciência à luz do texto da Escritura”, explica o manual. 3. Oração A pergunta que guia este momento é: “Como eu respondo a este texto?”. “É óbvio que não respondemos ao texto como realidade imaterial e inanimada, mas ao Deus da Palavra, que nos fala por meio do texto bíblico. Por isso, também poderíamos formular a pergunta assim: ‘Como respondo ao Deus que me fala no texto sagrado?’.” O conteúdo da oração pode ser: ação de graças, pedido de perdão, louvor, bênção, súplicas, petições.  4. Contemplação Poderíamos dizer que a contemplação é o momento da interiorização vital da Palavra, que unifica os três passos anteriores. Chega o momento de colocar tudo sob o olhar de Deus. Entre os frutos da contemplação, podemos destacar: – Experiência de consolação: uma profunda alegria interior, independente das circunstâncias exteriores e inclusive dos próprios estados emocionais. É uma alegria de origem sobrenatural, profundamente espiritual e que tem como fonte, origem e fim o próprio Deus. – Luz para o discernimento: discernir significa poder dispor-se para que a luz do Espírito Santo ilumine a alma do orante e este possa, assim, escolher sempre o melhor caminho. – Fortaleza para manter a decisão: trata-se de decidir segundo o que se orou e discerniu. Daqui brotam as grandes opções da vida: verdade, justiça, compromisso. 5. Ação No último degrau da “lectio divina”, procuramos colocar em prática, na vida diária, o que Deus nos mostrou na leitura e na meditação, e o que oramos e interiorizamos mediante a oração e a contemplação. Todo o processo da leitura orante da Bíblia não fica no interior do orante, mas se torna fecundo na vida cotidiana, marcada pelos valores do Evangelho. Como explicou Mario Paredes no dia 30 de outubro, durante a apresentação deste manual no Vaticano, a leitura orante da Bíblia “se apresenta como um método que incentiva e propicia o encontro com Deus, com sua revelação, sua comunicação, seu plano salvífico, seus desígnios, sua vontade, seu caminho”.   Fonte: ALETEIA

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